Bula Triade

acessos
Tebuconazol
2600
Bayer

Composição

Tebuconazol 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. 40 dias após a indução floral
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
0,75 L p.c./ha 2600 L de calda/ha - 21 dias. UNA Após aparecimento dos primeiros sintomas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 14 dias. 30 dias. Preventiva, no final da fase vegetativa
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Após aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Após aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 30 dias. Após aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 30 dias. Após aparecimento dos primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. 35 dias. Após aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. 35 dias. Após aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, caso nível crítico seja novamente atingido. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, caso nível crítico seja novamente atingido. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha - 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 30 a 40 dias. 5 dias. Novembro, até o final do período crítico
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 5 dias. Preventiva, época de ocorrência das chuvas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, a partir do final do desenvolvimento foliar
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Prreventiva, início do florescimento
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
1,2 L p.c./ha - - 30 dias. 14 dias. Abril/maio
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Repetir se o nível for atingido novamente. 30 dias. Infecção atingir 5 %
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 60 dias. 30 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - - 30 dias. Preventivas. Dezembro/janeiro
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 30 dias. 30 dias. Logo após a florada
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 35 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 35 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Começo do florescimento, início da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Começo do florescimento, início da infecção
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Começo do florescimento, início da infecção
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 20 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 15 dias. 20 dias. Antes das aberturas das flores
Oídio
(Oidium mangiferae)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 15 dias. 20 dias. Antes das aberturas das flores
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
100 mL p.c./L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos primeiros sintomas
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Início do florescimento, aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 15 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 15 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 5 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
1 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 5 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 5 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Aparecimento das primeiras pústulas
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Floração e fixação de frutos
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. UNA Logo após aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - R2 a R3 e R5.1. 30 dias. Fase reprodutiva
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - R2 a R3 e R5.1 30 dias. Fase reprodutiva da cultura
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 30 dias. Infecção máxima de 20 % da área foliar
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Única. 15 dias. Florada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Início do florescimento
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Início do florescimento
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 12 dias. 35 dias. Preventiva. Início do espigamento
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Estádio do alongamento. 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Estádio do alongamento. 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Única. 35 dias. Maior número de flores abertas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Estádio do alongamento. Com 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Estádio do alongamente. 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. 5 % da área foliar ou 80 % de incidência
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Estádio do alongamento. 5 % de área foliar ou 80 % de incidência
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Estádio do afilhamento com incidência de 10 a 15 %
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Uncinula necator)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas

Frasco plástico de polietileno de 1,0 L e Bombona plástica com 5,0 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
O TRIADE é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ABACAXI: Iniciar aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores. São feitas normalmente três aplicações.

ALHO, CEBOLA, CENOURA, FIGO, MILHO, MARACUJÁ, PEPINO, ROSA E UVA: Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

AMENDOIM, BETERRABA, CRISÂNTEMO, GLADÍOLO, MELÃO E MORANGO: Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias.

ARROZ: Fazer 2 aplicações logo após o aparecimento dos sintomas nas folhas, com intervalo de 14 dias.

AVEIA E CEVADA: Quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente.

BANANA: Iniciar as aplicações em novembro e repeti-las a cada 30-40 dias, até o final do período crítico.

BATATA: O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. São feitas de 3 a 4 aplicações.

CACAU: Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas, são feitas 5 aplicações com intervalos de 30 dias.

CAFÉ: Ferrugem-do-cafeeiro: recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir ca. 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido.
Cercosporiose: aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença.
Mancha de Ascochyta: a aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetida 60 dias após.
Seca-dos-ponteiros: o controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetua-se uma 2ª aplicação 30 dias após e uma 3ª, se as condições favoráveis à doença persistirem. Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.

CITROS: As aplicações, em número de duas, devem ser feitas antes da abertura das flores, sendo a 1ª aplicação realizada logo após o aparecimento dos botões florais (cabeça de fósforo) e a 2a na fase de cotonete.

FEIJÃO: A partir do começo do florescimento, no início da infecção, podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15-20 dias.

GOIABA: Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, reaplicar uma ou duas vezes com intervalo de 15 dias.

MAÇÃ: Sarna-da-macieira: controlar durante o ciclo vegetativo, a partir do início da brotação (Estádio C) até o final das projeções de ascosporos. Fazer aplicações espaçadas a cada 7-10 dias, em condições de alta incidência da doença.
Podridão amarga: iniciar o controle com os frutos apresentando 3 cm de diâmetro até a fase de colheita, sempre que nos últimos 10 dias tenha ocorrido precipitações superiores a 50 mm.

MANGA: Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até início da formação dos frutos.

MELANCIA: Pulverizações a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas, com intervalos de 15 dias.

PÊSSEGO: Contra a ferrugem iniciar as aplicações com o aparecimento das primeiras pústulas e repetir se persistirem as condições favoráveis à doença. Para a podridão parda, que ocorre em dois períodos distintos da cultura, sendo o primeiro na fase de floração e fixação de frutos, são necessárias de 2 a 3 pulverizações, com intervalos de 15 dias, desde a época da abertura das flores até a queda dos cálices. O segundo período ocorre na pré-colheita, onde novamente são necessárias de 2 a 3 pulverizações, iniciando aos 30 dias antes da colheita.

SOJA: Contra oídio, iniciar as pulverizações quando 50% da área foliar apresentar sintomas, repetindo sempre quando este índice for atingido novamente.
Para o controle das "doenças de final de ciclo", cercospora e mancha parda, fazer a primeira aplicação no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda pulverização no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6. a 7.1).
Para a ferrugem na fase vegetativa da cultura a aplicação deve ser feita no início dos primeiros sintomas.
Na fase reprodutiva, a aplicação é variável com a data de semeadura. Nos primeiros plantios (meados para final de outubro), deve-se fazer a primeira aplicação no início de formação dos grãos (R5.1) e a segunda, na fase de "meia granação" (R5.3). À medida que for atrasando a semeadura (após o início de novembro), deve-se antecipar as 2 aplicações para a fase de "canivetinho" (R3) e de início de formação de grãos (R5.1)

SORGO: A aplicação deve ser feita na florada.

TOMATE: O controle deve ser realizado a partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas e são feitas 4 aplicações de 14 em 14 dias.

TRIGO: Oídio - o controle deve ser iniciado quando a incidência em folhas, durante o estádio de afilhamento, situar-se entre 10 -15%. Ferrugens e manchas foliares - iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência. Pulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas. Contra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias.

MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves.
Aplicação terrestre: usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80 a 100 lb/pol2 e vazão de 200 a 300 L de calda/ha para as culturas de amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, sorgo, soja e trigo.
Nas culturas de abacaxi, crisântemo, figo, gladíolo, goiaba, maracujá, morango, pêssego, rosa e uva empregam-se de 800 a 1000 L de calda/ha. Em maçã e manga, utilizam-se pulverizadores de pistola com consumo de 1000 a 1200 L de calda/ha para maçã e 1000 a 2000 L de calda/ha para manga.
Nas culturas de alho, batata, beterraba, cebola, cenoura, melancia, melão, pepino e tomate, recomenda-se usar 500 a 1000 L de calda/ha. Em citros 2000 L/ha. Na cultura de café empregam-se atomizadores e o volume de calda varia de 250 - 500 L/ha. Na cultura de banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 L de óleo mineral. Aplicação aérea nas culturas de aveia, banana, cevada e trigo: usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 l b/pol2, vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm2. Nas culturas de alho, cebola e citros, recomenda-se adicionar espalhante adesivo na calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Abacaxi, alho, cacau, cebola, cenoura, feijão, figo, melancia, melão e uva: 14 dias. Amendoim, batata, café e soja: 30 dias. Arroz, aveia, cevada e trigo: 35 dias. Banana, pepino e morango: 05 dias. Beterraba, maracujá, pêssego e tomate: 07 dias, Citros, goiaba, maçã e manga: 20 dias, Crisântemo, gladíolo e rosa: UNA (Uso não alimentar), Milho e sorgo: 15 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: : (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO: Além dos intervalos de segurança e reentrada, não aplicar o produto na cultura de feijão e tomate antes da floração. Na cultura de batata não aplicar o produto antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.

PRECAUÇÕES GERAIS: Antes de usar leia com atenção as instruções: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, avental impermeável, óculos ou viseira facial, máscara cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto na presença de ventos. Use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu impermeável de aba larga, óculos ou viseira facial, máscara cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas. No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas e luvas/botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito. Beba 1 a 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água corrente em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Inalação: Procure local arejado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. Em ratos, o Tebuconazole tem ação sobre: fígado (indução das enzimas microssomáticas, vacúolos nos hepatócitos, assim como proliferações no duto biliar); sangue (redução dos eritrócitos, nível de hemoglobina, valor dos hematócritos e aumento dos reticulócitos) e glândulas suprarenais (vacúolos na camada externa). Após ingestão oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastro-intestinal, alcançando concentração máxima no plasma em menos de duas horas. No organismo é metabolizado principalmente por oxidação. A eliminação dos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pelas vias biliar/fecal e pela urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado em até 72 horas. Via dermal, o produto é rapidamente absorvido, alcançando o equilíbrio em menos de uma hora e, em seguida, declinando durante as 24 horas de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto no sangue, indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvido pela pele atinge o sangue.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: AGUDOS: em ratos, não foram observadas indicações de lesões aos órgãos, induzidas pelo produto administrado via oral ou dérmica, observando-se sinais de apatia, diminuição da mobilidade e dispnéia. Em coelhos, o produto não mostrou capacidade de irritação à pele e aos olhos. Não é sensibilizante dermal à pele de cobaias. CRÔNICOS: nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (1000 ppm), uma leve influência no consumo de ração e água, bem como um retardamento no crescimento dos animais. Para os demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo, não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos. O produto não foi mutagênico, carcinogênico ou embriofetotóxico para os animais testados. A dose sem efeito tóxico foi de 300 ppm para ratos machos e fêmeas.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

SINTOMAS DE ALARME: Quando ingerido: distúrbios no comportamento, respiração e motilidade; movimentos não coordenados. Quando inalado: motilidade reduzida.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO: Não específico - Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo sua gravidade.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO (Classe II) ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação Estadual e Municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas/botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções: Estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais. Piso pavimentado: absorver o produto com serragem ou areia, recolher o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa ou, o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado em incinerador apropriado e aprovado pelas autoridades competentes. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES DE TRANSPORTE: O transporte é feito observando-se as normas da legislação vigente sobre cargas perigosas, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE O DESTINO FINAL DE EMBALAGENS E DAS SOBRAS DE AGROTÓXICOS E AFINS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (TRÍPLICE LAVAGEM) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas, de maneira a torná-las inadequadas para outros usos (Obs.: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos de produto contate a empresa Bayer S.A. e o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
· realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
· incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados
· consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.