Bula Trifluralina Atanor 445 EC - Albaugh

Bula Trifluralina Atanor 445 EC

acessos
Trifluralin
5595
Albaugh

Composição

Trifluralina 445 g/L Dinitroanilina

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Pré-emergência

Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,2 a 2,4 L p.c./ha 250 a 450 L de calda/ha - Única. Não determinado. Aplicar uma vez antes do plantio, podendo ser aplicado no dia ou até 6 semanas antes do plantio
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 a 2,4 L p.c./ha 250 a 450 L de calda/ha - Única. Não determinado. Aplicar uma vez antes do plantio, podendo ser aplicado no dia ou até 6 semanas antes do plantio
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,2 a 2,4 L p.c./ha 250 a 450 L de calda/ha - Única. Não determinado. Aplicar uma vez antes do plantio, podendo ser aplicado no dia ou até 6 semanas antes do plantio

Frasco plástico de 1 L. Bombona plástica de 5 e 10 L. Balde metálico de 5 e 10 L. Balde metálico de 20 L. Tambores de latão de 100 e 200 L. Bombona COEX (plástico coextruturado) de 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar uma vez antes do plantio, podendo ser aplicado no dia ou até 6 semanas antes do
plantio.

MODO DE APLICAÇÃO:
TRIFLURALINA ATANOR 445 EC é um herbicida seletivo de pré-emergência de
aplicação em pré-plantio incorporado a uma profundidade de 8-10 cm, através de grade
dupla de discos, ou enxada rotativa. A incorporação deve ser feita imediatamente ou até 8
horas após a aplicação. Usar 250 a 450 litros de calda/ha.
O solo deve estar livre de torrões, restos de vegetação e com bom teor de umidade.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser feita utilizando-se pulverizadores costais ou tratorizados segundo os
parâmetros:
Densidades de gotas: 12 gotas/cm2
Tipos de Bicos: 80.03; 80.04; 110.03; 110.04
Pressão: 28 -35 lib/pol2
Velocidade do trator: 6 -8 km/h

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS)

LlMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade:
Não é fitotóxico para a cultura indicada dentro das doses recomendadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa, bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular: .O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos protetor ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado longe do alcance das crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO: No caso de ingestão acidental do produto, não provocar vômito; se a quantidade ingerida for muito grande, realizar lavagem gástrica com soro fisiológico, seguida de carvão ativado e laxantes salinos.

MECANISMOS DE ACÃO, ABSORCÃO E EXCRECÃO PARA O SER HUMANO: Baseados em estudos com animais de laboratório, o produto é pouco absorvido pelo trato gastro-intestinal. Possui ação tóxica como depressor do sistema nervoso central. A excreção do produto dá-se principalmente através das fezes (78%) e da urina (22%). Sua meia-vida de eliminação é de 72 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Estudos em animais de laboratório evidenciaram, após a administração gástrica de doses letais de trifluralina, o aparecimento de sintomas como náuseas, vômitos, depressão neurológica e respiração irregular. A exposição prolongada à altas doses do produto produziu alterações do peso corporal e da celularidade sanguínea nos animais testados.

EFEITOS COLATERAIS: Uma vez que nenhum efeito terapêutico do produto é esperado para o homem, qualquer dos efeitos acima descritos são considerados colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE BIOACUMULÁVEL para organismos aquáticos. É PROIBIDA a aplicação deste produto em áreas alagadas oU sujeitas a inundação. Evite a contaminação ambiental -Preserve a natureza. Não utilize equipamentos com vazamentoS. Aplique Somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto -siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga Corretamente as instruções Constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR
9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções: Piso pavimentado: recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interromper imediatamente o consumo humano e animal e contatar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens vazias. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas e animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água.

O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do produto. Abrir um fosso de 1 a 2 m de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 m, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregular e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para a instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVElRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso do fosso, e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas
infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são
utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados,
alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão
estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a
rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de
ação. Para maiores esclarecimentos, consultar um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.