Bula Tropazin

acessos
Glifosato + Simazina
68908
Adama

Composição

Glifosato 115 g/L Glicina Substituída
Simazina 480 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Não seletivo, Pós-emergência, Ação Residual, Translocação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Serralha
(Sonchus oleraceus)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Serralha
(Sonchus oleraceus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência

Galão plástico de 5 e 10 L. Balde de plástico de 5; 10 e 20 L. Bombona plástica de 10 e 20 L. Tambor metálico de 100 e 200 L. Container de 1000 L. Tambor plástico de 200 L.

1. INSTRUÇÖES DE USO:

1.1. CULTURAS:
Herbicida indicado para uso nas culturas de café e citros, aplicado somente em pós-emergência das plantas infestantes.

1.4. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar somente em culturas com mais de 2 anos de implantação.

Café: Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes nas épocas de arruação ou esparramação.
A dose de 5,0 L/ha deve ser utilizada somente nas áreas de pouca infestação, com plantas infestantes de até 10 cm de altura, neste caso, esta dose poderá oferecer um menor período de controle.
As doses recomendadas acima de 5,0 L/ha são indicadas para as plantas infestantes de até 30 cm de altura, sob condições de médias e altas infestações, oferecendo um bom período de controle.
Número máximo de aplicação: 01

Citros: O produto deve ser aplicado em pós-emergência das plantas infestantes, em coroamento ao redor das plantas, em faixas ao longo das linhas das plantas cítricas, ou em cobertura total na área extensiva dos pomares.
Para a cultura do citros, a dose de 5 a 6 L/ha é indicada para o controle de plantas infestantes anuais com até 10 a 15 cm de altura; neste caso, o período residual poderá ser menos prolongado.
Em infestações de plantas infestantes perenes, com alto grau de infestação, utilizar doses de 6 a 7 L/ha, sendo que estas plantas infestantes não devem ultrapassar 30 cm de altura, pois, neste caso, poderão ocorrer rebrotes.
Número máximo de aplicação: 01

1.5. MODO DE APLICAÇÃO:
TROPAZIN é um herbicida indicado para uso em mistura com água, utilizando-se equipamento adequado. A aplicação deve ser realizada sempre em pós-emergência, evitando atingir as folhas das culturas.

Pulverizador de barra tratorizado específico para frutíferas:
Utilizar bicos tipo leque 8002, 11002 ou 8004, 11004 ou equivalentes com pressão de 30/50 lib/pol2 aplicando um volume de 200 ou 400 litros de calda/ha, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura.

Para o controle das plantas infestantes com até 30 cm de altura, usar no mínimo o volume de 200 L de calda/ha. No caso de plantas infestantes maiores de 30 cm de altura até o tamanho de 50 cm, utilizar volume de calda maior. Em ambos os casos utilizar no máximo 400 L de calda/ha.
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização.
No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas infestantes.

1.6. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café ...................................................................... 45 dias
Citros .................................................................... 30 dias

1.7. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS.
O intervalo de reentrada de pessoas nas áreas tratadas será de 24 horas. Ao necessitar entrar na área tratada antes das 24 horas ou quando as plantas daninhas ainda estiverem úmidas, usar macacão hidrorepelente, luvas e botas.

1.8. LIMITAÇÕES DE USO:
• Evitar a deriva do produto para as folhas e, sobretudo nos frutos;
• Não aplicar fora dos períodos de carência estabelecidos;
• Aplicar somente em árvores frutíferas acima de dois anos.
• Evitar aplicações após longos períodos de estiagem, estando o solo seco e as plantas com deficiência hídrica.
• Plantas perenes, com maior grau de resistência em estádios mais avançados, poderão sofrer rebrotes.
1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

1.10. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “1.5. MODO DE APLICAÇÃO”.

1.11. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.12. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPOSTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.13. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO. EVITE EXPOSIÇÃO ORAL, INALATÓRIA, OCULAR E DERMAL. USE O S EPI COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

- Produto irritante para os olhos. Use protetor ocular (óculos ou viseira facial) – caso o produto entre em contato com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use máscara cobrindo o nariz e a boca - caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use luvas de borracha – caso o produto entre em contato com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos;
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos ou viseira facial, luvas, botas impermeáveis de cano longo, e máscara cobrindo o nariz e a boca.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO.

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia, quando realizar aplicação tratorizada;
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos ou viseira facial, luvas, botas impermeáveis de cano longo, e máscara cobrindo o nariz e a boca.



PRECAUÇÕES APÓS O USO.

- Não reutilize a embalagem vazia;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Tome banho, troque e lave suas roupas de proteção separado das roupas domésticas;
- Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável;
- No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas);
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecido para o produto.
- Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI’s indicados no item Precauções durante a aplicação.

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Não provoque vômito e procure assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Olhos: Produto irritante para os olhos. Lave com água corrente em abundância e procure assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: Lave com água corrente e sabão em abundância e procure assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Inalação: Procure local arejado e recorra a assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO:
Não há um antídoto específico. A critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; as ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade, em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até 1 hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação; para os olhos, em caso de exposição por contato (produto é irritante para os olhos e levemente irritante para a pele), a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal devem ser requeridas.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O Glifosato apresenta uma toxicidade baixa para mamíferos e não é bem absorvido pelo trato gastrintestinal ou bioacumulativo. Foram propostos mecanismos de ação para ele na ausência de surfactantes, como o bloqueio da fosforilação oxidativa na mitocôndria, inibição da atividade do citocrômo P450 e a inibição da atividade da Arilhidrocarbohidroxilase intestinal, mas não estão bem elucidados. Estudos executados com ratos, sugeriram que até 40% do total de produto ingerido foi absorvido em cinco dias e que 80% deste, foi recuperado nas fezes, indicando uma baixa absorção pelo trato gastrintestinal e/ou extensa excreção biliar. O material remanescente foi encontrado em grande parte no cólon. A excreção urinária pode variar de 7 a 11% do total absorvido e a respiratória menos de 1%. A retenção tecidual após 5 dias não foi significativa, excedo para a parte glicina. O principal metabólito encontrado foi o ácido aminometilfosfônico (AMP).
Ao testar a simazina em ratos, ratos, cabritos e ovelhas revelaram que 60 a 70 % da dose ingerida pode ser absorvida, sendo que aproximadamente 5 a 10% desta dose é distribuída nos tecidos e o remanescente é eliminado via urina dentro de 24 horas. A distribuição permitiu detectar níveis no sangue, fígado, rins, gordura, ossos e plasma. Quando uma vaca foi alimentada com 5 ppm de simazina por 3 dias, não foi encontrada simazina no leite durante os próximos 3 dias. Estudos relatam que resíduos de simazina estavam presentes na urina de ovelhas por mais de 12 dias, com uma concentração máxima entre o 20 e o 60 dia, após a administração de uma única dose.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
A DL50 oral para ratos machos e fêmeas foi maior que 6000 mg/kg e dermal maior que 12000 mg/kg. O produto foi irritante para olhos de coelhos e levemente não irritante para a pele dos animais testados. Ao ser testado em cobaias, foi considerado não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O glifosaro quando testado em animais de laboratório alimentados por mais de 2 anos com o produto, não foram observados efeitos adversos, e não foi considerado carcinogênico, em outros testes também não foi considerado mutagênico, teratogênico e não apresentou efeitos sobre a reprodução. Experimentalmente em ratos, a Simazina produziu um decréscimo no peso corporal e no número de eritrócitos na concentração de 4000 ppm, o qual deve estar associado a perda de peso. Os outros parâmetros hematológicos, da bioquímica sangüínea e parâmetros urinários não foram afetados.

SINTOMAS DE ALARME:
Em animais de laboratório, os sinais de intoxicação a estes produtos são: ataxia, dispnéia e convulsões.

Telefones de Emergência:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter mais informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da Empresa: 0800-400-7505

3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- ? - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL no solo, apresentando alto potencial de deslocamento, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONVERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES.

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A pelo telefone de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2 ou neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

1.14. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.