Bula Tropuron - Adama

Bula Tropuron

acessos
Glyphosate
1038906
Adama

Composição

Diurom 400 g/L Uréia
Glifosato 190 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Não seletivo, Sistêmico, Pré-emergência, Pós-emergência

Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Serralha
(Sonchus oleraceus)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pré e pós-emergência
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Serralha
(Sonchus oleraceus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 60 dias. Pré e pós-emergência

Embalagens: 5, 20, 100 e 200 litros.

1. INSTRUÇÕES DE USO:

1.1. CULTURAS:
Herbicida indicado para uso nas culturas de café e citros, aplicado somente em pós-emergência das plantas infestantes, oferecendo também um efeito pré-emergente.

1.4. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Aplicar somente em culturas com mais de 2 anos de implantação.

CAFÉ:
Fazer uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes nas épocas de arruação ou esparramação.
A dose de 3,0 L/ha deve ser utilizada somente nas áreas de pouca infestação, com plantas infestantes de até 10 cm de altura, neste caso, esta dose poderá oferecer um menor período de controle.
As doses compreendidas no intervalo de 3,0 a 5,0 L/ha são recomendadas quando as espécies estiverem no intervalo de 10 a 50 cm. Para determinar a dose a ser utilizada, deve-se considerar o tamanho e a densidade das espécies, de modo que, a medida que aumenta o tamanho e/ou a densidade, aumenta-se as doses do produto.

CITROS:
O produto deve ser aplicado em pós-emergência da plantas infestantes, em coroamento ao redor das plantas, em faixas ao longo das linhas das plantas cítricas, ou em cobertura total na área extensiva dos pomares.
Não fazer mais que uma aplicação por ano.
Para a cultura do citros, a dose de 5 a 6 L/ha é indicada para o controle de plantas infestantes anuais com até 10 a 50 cm de altura; neste caso, o período residual poderá ser menos prolongado.
Em infestações de plantas infestantes perenes, com alto grau de infestação, utilizar doses de 6 a 7 L/ha, sendo que estas plantas infestantes não devem ultrapassar 50 cm de altura, pois, neste caso poderão ocorrer rebrotes.

1.5. MODO DE APLICAÇÃO:

TROPURON é um herbicida indicado para uso em mistura com água, utilizando-se equipamento adequado. A aplicação deve ser realizada sempre em pós-emergência, evitando atingir as folhas das culturas.

Pulverizador de barra tratorizado específico para frutíferas:
Utilizar bicos tipo leque 8002, 11002 à 8004, 11004 ou equivalentes com pressão de 30 a 50 lb/pol2 aplicando um volume de 200 a 400 litros de calda/ha, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura.
Para o controle das plantas infestantes com até 30 cm de altura, usar no mínimo o volume de 200 litros de calda/ha. No caso de plantas infestantes maiores de 30 cm de altura até o tamanho de 50 cm, utilizar volume de calda maior. Em ambos os casos utilizar no máximo 400 L de calda/ha.
No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas infestantes.

1.5.1. Condições Climáticas:

Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização.

1.6. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café..............................................................................30 dias
Citros............................................................................60 dias

1.7. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas.

1.8. LIMITAÇÕES DE USO:

1.8.1. Fitoxicidade para as culturas recomendadas:
Seguindo as instruções de uso, o produto não apresenta fitoxicidade às culturas recomendadas.

1.8.2. Outras restrições a serem observadas.
? Evitar deriva do produto para as folhas e, sobretudo aos frutos;
? Não aplicar fora dos períodos de carência estabelecidos;
? Aplicar somente em árvores frutíferas acima de 02 anos;
? Evitar aplicações após longos períodos de estiagem, estando o solo seco e as plantas com deficiência hídrica;
? Plantas perenes, com maior grau de resistência em estádios mais avançados, poderão sofrer rebrotes.

1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana –ANVISA/MS).

1.10. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item Modo de Aplicação.

1.11. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.12. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.13. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO EVITE EXPOSIÇÃO ORAL, INALATÓRIA, OCULAR E DERMAL. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, máscara com filtro apropriado, protetor ocular, luvas e botas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- Não aplique o produto a favor do vento e nas horas mais quentes do dia, quando realizar aplicação tratorizada;
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, botas, luvas, máscara com filtro apropriado e protetor ocular.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Não reutilize a embalagem vazia;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Tome banho, troque e lave suas roupas de proteção separado das roupas domésticas;
- Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável;
- No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas);
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecida para o produto;
- Caso necessite entrar em áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI's indicados no item Precauções durante a aplicação.

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Não provoque vômito e procure assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Olhos: Lave com água corrente em abundância e procure assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: Lave com água corrente e sabão em abundância e procure assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Inalação: Procure local arejado e recorra a assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:

Não há um antídoto específico. A critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). Anti-histamínicos ou esteróides são efetivos no tratamento de processos irritativos. O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; as ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade, em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até 1 hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação, e em caso de exposição por contato, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Os resultados obtidos em estudos executados com ratos, sugeriram que até 40% do total de GLIFOSATO ingerido possa ser absorvido em cinco dias e que 80% desse, possa ser recuperado nas fezes, indicando uma baixa absorção pelo trato gastrintestinal e/ou extensa excreção biliar. O material remanescente foi encontrado em grande parte no cólon. Também sugerem uma excreção urinária que pode variar de 7 a 11% do total absorvido e pela respiração de menos de 1%, sendo a retenção tecidual após 5 dias não significativa exceto para a parte glicina. Tendo como o principal metabólito, o ácido aminometilfosfônico (AMP).
Experimentalmente em ratos, constatou-se que o DIURON é bem absorvido pelo trato gastrintestinal e vias respiratórias. Estudos sugerem que é parcialmente metabolizado no fígado por n-dealquilação e hidroxilação, sendo o principal produto de sua metabolização o N-(3,4-diclorofenil) uréia. É excretado em aproximadamente 72 horas, principalmente através das fezes (25%) e urina (75%), metabolizado ou de forma inalterada após uma breve permanência nos tecidos.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos de toxicidade aguda oral (ratos): LD50 > 6.000mg/kg de peso corpóreo e toxicidade aguda dérmica (ratos): LD50 > 12.000 mg/kg.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Experimentalmente em ratos, o DIURON produziu uma leve anemia, aumento do tamanho do baço, aumento da atividade eritrogênica na medula óssea, além de pigmentos anormais no sangue dos animais submetidos às dosagens superiores a 125 ppm. Experimentos utilizando cães, na dose de 1.250 ppm, demonstraram perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea, aumento no peso relativo do fígado, aumento na deposição de pigmentos nas células hepáticas.
Em animais de laboratório alimentados por mais de 2 anos com o produto não foram observados efeitos adversos ao GLIFOSATO, portanto o produto não apresenta efeitos carcinogênicos e teratogênicos.


SINTOMAS DE ALARME:
Glifosato: Irritação ocular ou dérmica.
Diuron: Não existem sintomas típicos de intoxicação por esse produto.

Telefones de Emergência:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter mais informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da Empresa: 0800-400-7505

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- ? - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- ? - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- ? - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- ? - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A pelo telefone de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Lave o local com grande quantidade de água;

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2 e neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração com sistema de combustão composto de um forno rotativo à temperatura de 800 - 1.000ºC com tempo de residência de 30 a 60 minutos; uma câmara de pôs-combustão com temperaturas entre 1.050 - 1.250ºC com um tempo de residência de 3 segundos e três queimadores. Os gases resultantes passam pelo sistema de resfriamento e lavagem, composto de pré-resfriador, quatro ciclones, um pós-resfriador (primeiro lavador), um lavador de disco rotativo (segundo lavador) e um demister (separador de gotículas). Os gases são resfriados até 400°C com água no pré-resfriador.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

1.14. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.