Bula Trueno

acessos
Aminopiralide
9911
Dow AgroSciences

Composição

Aminopiralide 40 g/L Ácido piridiniloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EO)
Seletivo, Sistêmico

Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Casadinha
(Eupatorium squalidum)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Gervão branco
(Croton glandulosus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida santaremnensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida santaremnensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Anual. 1 dia. Época de maior pluviosidade, temperatura média acima de 20ºC e plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo

INSTRUÇÕES DE USO:

Trueno* é um herbicida seletivo, de ação sistêmica e pós-emergente, indicado para controle de plantas infestantes em pastagem.

CULTURA: Pastagem.

PLANTAS INFESTANTES E DOSES: Vide seção "Indicações de uso/doses".

Quando houver indicação de faixa de doses, utilizar a dose mais alta para plantas mais desenvolvidas ou provenientes de sucessivas roçadas (perenizadas).
A adição de adjuvante à calda na proporção de 0,3% v/v é obrigatória, para possibilitar melhor distribuição das gotículas na superfície foliar, melhor absorção e penetração do produto na planta infestante.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Em pastagens deve-se fazer uma aplicação ao ano na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas infestantes a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo.

MODO DE APLICAÇÃO:

Trueno* deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme, e pulverizado por meio de equipamento tratorizado ou aéreo.

Aplicação terrestre:
Na aplicação com pulverizadores tratorizados de barra (Condor Pec), observar os seguintes parâmetros: utilizar os bicos modelo Fieldjet, tipo defletor com 3 pontas (2 KLC-18 e 1 KLC-5 ou, 2 KLC-9 e 1 KLC-5), ou equivalentes com pressão de 40 a 60 libras/polegada quadrada, aplicando-se 200 a 400 litros de calda por hectare, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura.

NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. A critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.

Aplicação aérea:
Bicos: utilizar bicos de jato cônico cheio da série D, com uma deposição mínima de 30 gotas/cm2 e um DMV de 600 a 800 ?m sobre o alvo desejado.
Número de bicos na barra: para aviões IPANEMA, qualquer modelo, utilizar de 32 a 36 bicos, fechando de 9 a 7 bicos respectivamente em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita a maior uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas, fechando apropriadamente os bicos próximos a estas.
Altura de vôo: para qualquer modelo de aeronave agrícola (aviões e helicópteros), utilizar o nível de vôo no mínimo a 10 metros em relação ao topo da cultura ou das árvores ou plantas remanescentes, não ultrapassar a altura de 25 a 30 metros em relação ao solo. Recomendar sempre que a altura de vôo não deverá ser superior ao acima estabelecido, pois implicará em maior deriva e grande perda das gotas, com péssima distribuição e uniformidade de deposição sobre o alvo desejado, ocasionando dispersão de gotas e do produto para fora da faixa de deposição efetiva.
Volume de aplicação: 50 L/ha. Não efetuar aplicações com bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Pressão de trabalho: deverá ser mantida dentro da faixa de 15 a 30 psi (100 a 200 kPa), qualquer que seja o tipo de aeronave utilizada.
Faixa de deposição: Para aviões IPANEMA ou similares, utilizar a faixa máxima de 20 metros. Para aviões grandes, a faixa de deposição não deverá exceder 25 metros. Em dúvida, solicitar informações do Departamento Técnico ou Engenheiro Agrônomo da Dow AgroSciences.

Ângulo da barra: Em condições de umidade relativa acima de 70%, utilizar o ângulo da barra de pulverização a 135°, aumentando o mesmo até o máximo de 180° de acordo com o decréscimo da umidade relativa do ar, para se gerar gotas mais grossas e pesadas reduzindo as perdas por evaporação e derivas muito longas.


Condições Climáticas:

• temperatura ambiente: abaixo de 32° C, no local da aplicação.
• umidade relativa do ar: parar a pulverização quando atingir o mínimo de 60% na área de aplicação.
• velocidade de vento: acima de 2 até o máximo de 10 km/hora.

Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/hora onde ocorrerá o fenômeno de inversões térmicas, causando maior permanência das gotas no ar, contaminando o avião, bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição das gotas.
Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes.

OBS.: Observar sempre que o fator climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determinará uma maior ou menor velocidade de evaporação das gotas e uma maior ou menor deriva das mesmas pelo vento.
O uso de adjuvante misturado à calda de pulverização, para reduzir a evaporação das gotas e acelerar a absorção do produto pelas plantas, deverá ser efetuado na concentração de 0,3 % v/v.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Pastagens .................................................. 1 dia

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo Órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).


LIMITAÇÕES DE USO:

• Trueno* não é fitotóxico quando usado dentro das recomendações de uso aqui citadas.
• O produto só deverá ser aplicado, quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
• Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas mimetizadores de auxina.
• Caso Trueno* seja usado controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
• No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação; essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida.
• Não utilizar, para aplicação de outros produtos, em culturas susceptíveis, o equipamento que foi utilizado para aplicação de Trueno*.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃ0 INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃ0 DA CALDA:

• Produto irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro; óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar pulverizador costal. Se utilizar trator (ou avião) aplique o produto contra o vento.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro; óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão
de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo urn serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vôrmto. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS:

GRUPO QUÍMICO: Aminopiralide: ácido piridiniloxialcanóico.
Furoxipir-meptílico: Ácido piridiniloxialcanóico.
CLASSE TOXICOLÓGICA: De acordo com o aprovado pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, dérmica e mucosas.
TOXICOCINÉTICA: Aminopiralide: Estudo realizado em animais de laboratório demostraram que Aminopiralide é rapidamente absorvido e excretado principalmente através da urina (t 1/2 = 3-4 horas). Aminopiralide é excretado inalterado, sem evidência de metabolismo.
Fluroxipir-meptílico: Estudo realizado com Fluroxipir-meptílico radiomarcado demonstrou que foi quase completamente absorvido e rapidamente excretado, sendo que 90% da dose diária foi excretada em 24 horas. Até 6 dias após a administração da última das 7 doses, uma média de 92,1% da radioatividade total administrada foi excretada na urina e uma média de 5,6% nas fezes. Os resultados mostraram que não houve acúmulo de radioatividade em qualquer um dos tecidos que foram examinados. A única biotransformação significativa observada foi a hidrólise de Fluroxipir-meptílico em Fluroxipir ácido.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: A toxicidade oral e dérmica aguda para ratos foi baixa (DL50 = 5.000 mg/kg). Não é esperado efeito adverso pela exposição inalatória, a CL50 foi maior que 5,30 mg/L (4 horas). 0 produto foi irritante para pele de coelhos e severamente irritante para os olhos. 0 produto não apresenta potencial de sensibilização dérmica.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação
nos olhos com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.
DIAGNÓSTICO: 0 diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TRATAMENTO: 0 tratamento médico deverá ser sintomático, de acordo com o quadro clínico e a critério médico, em resposta as reações do paciente. Não há antídoto específico.
CONTRA-INDICAÇÔES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS: Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sabre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica — RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 7710032

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓORIO:

Aminopiralide: Estudo realizado em animais de laboratório demostraram que Aminopiralide rapidamente absorvido e excretado principalmente através da urina (t 1/2 = 3-4 horas). Aminopiralide é excretado inalterado, sem evidência de metabolismo.
Fluroxipir-meptílico: Estudo realizado com Fluroxipir-meptílico radiomarcado demonstrou que foi quase completamente absorvido e rapidamente excretado, sendo que 90% da dose diária foi excretada em 24 horas. Até 6 dias após a administração da última das 7 doses, uma média de 92,1% da radioatividade total administrada foi excretada na urina e uma média de 5,6% nas fezes. Os resultados mostraram que não houve acúmulo de radioatividade em qualquer um dos tecidos que foram examinados. A única biotransformação significativa observada foi a hidrólise de Fluroxipir-meptílico em Fluroxipir ácido.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:
Dose Letal 50 (DL50) oral para ratos: 5.000 mg/kg
Dose Letal 50 (DL50) dérmica para ratos: maior que 5.000 mg/kg
Concentração Letal 50 Inalatória (CL50) para ratos: maior que 5,30 mg/L (4 horas).
Irritação ocular em coelhos: 0 produto foi severamente irritante para as olhos dos coelhos.
Irritação Dérmica em coelhos: 0 produto foi irritante para pele de coelhos.
Sensibilização Dérmica em cobaias: 0 produto não apresenta potencial de sensibilização
dérmica.

Efeitos crônicos:

Aminopiralide: Estudo crônico realizado em ratos de laboratorio durante 2 anos apresentou NOEL de 50 mg/kg/dia. A IDA foi determinada como 0,5 mg/kg p.c.

Fluroxipir-meptílico: Em estudo crônico, realizado com Fluroxipir-meptílico em ratos
durante um periodo de 2 anos com doses de até 320 mg/kg/dia, demonstrou não
apresentar nenhuma indicação de toxicidade cumulativa ou efeito em todos os parâmetros avaliados durante o estudo.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente - Classe II
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Evite a contanninação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância pessoas.
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente as atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃ0 CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA. - telefones de Emergência: 0800-7710032.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo nao contaminado, recolha esse material e coloque em um recipente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contacte o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó quimico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃ0 DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

Recomendação para embalagem LAVAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água linnpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a agua de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
lnutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressao:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberal o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- lmediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Recomendação para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até urn ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Recomendação para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃ0 FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita atraves de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

"De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis."

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.