Bula Trunker - Dow AgroSciences

Bula Trunker

acessos
Triclopir
1614
Dow AgroSciences

Composição

Triclopir-butolítico 667 g/L Ácido piridiniloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Sistêmico

Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aromita
(Acacia farnesiana)
1,5 a 2 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação por ano. Não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
1,5 a 2 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação por ano. Não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Cambará
(Lantana camara)
1,5 a 2 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação por ano. Não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Jurubeba
(Solanum paniculatum)
1,5 a 2 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação por ano. Não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Pindoba
(Orbignya phalerata)
1,5 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação por ano. Não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
1,5 a 2 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação por ano. Não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo

Embalagem 1
10.1. Tipo de embalagem: Frasco
10.2. Material: Plástico ou metálico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 1 litro
Embalagem 2
10.1. Tipo de embalagem: Bombona
10.2. Material: Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 5 litros
Embalagem 3
10.1. Tipo de embalagem: Bombona
10.2. Material: Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 10 litros
Embalagem 4
10.1. Tipo de embalagem: Bombona
10.2. Material: Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 20 litros
Embalagem 5
10.1. Tipo de embalagem: Bombona 10.2. Material: Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 50 litros
Embalagem 6
10.1. Tipo de embalagem: Balde 10.2. Material: Metálico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 5 litros
Embalagem 7
10.1. Tipo de embalagem: Balde 10.2. Material: Metálico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 10 litros
Embalagem 8
10.1. Tipo de embalagem: Balde 10.2. Material: Metálico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 20 litros
Embalagem 9
10.1. Tipo de embalagem: Balde 10.2. Material: Metálico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 25 litros
Embalagem 10
10.1. Tipo de embalagem: Balde 10.2. Material: Metálico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 50 litros
Embalagem 11
10.1. Tipo de embalagem: Tambor
10.2. Material: Metálico ou Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 100 litros
Embalagem 12
10.1. Tipo de embalagem: Tambor
10.2. Material: Metálico ou Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 200 litros
Embalagem 13
10.1. Tipo de embalagem: Tambor
10.2. Material: Metálico ou Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 250 litros
Embalagem 14
10.1. Tipo de embalagem: Mini Bulks
10.2. Material: Metálico ou Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 420 litros Embalagem 15
10.1. Tipo de embalagem: Mini Bulks
10.2. Material: Metálico ou Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 1.000 litros Embalagem 16
10.1. Tipo de embalagem: lsocontainer
10.2. Material: Metálico ou Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: 10.000 litros a 100.000
Embalagem 17
10.1. Tipo de embalagem: lsocontainer
10.2. Material: Metálico ou Plástico
10.3. Capacidade de acondicionamento: a granel

MODO DE APLICAÇÃO:
Pastagem:
Aplicação foliar em área total
Este tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as
pastagens infestadas densamente por plantas infestantes de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
• Tipo de equipamento: Aéreo, usando-se barras com bicos com uma angulação de 45° para trás com referência à corda da asa.
• Volume de aplicação: de 30 a 50 L/ha.
• Altura de vôo:
Para áreas sem obstáculos: "paliteiros" (remanescente da derrubada, árvores secas, etc.) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar.
Para áreas com obstáculos: "paliteiros" impedindo o vôo uniforme à baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar.
• Largura da faixa de deposição:
Para aviões: de 18 a 20 m dependendo da altura de vôo. Obs.: no caso de 40 m de altura de vôo, a faixa total poderá atingir 20 m, porém consideram -se 18 metros de faixa útil.
Para helicópteros: seguir as recomendações anteriores, porém com as larguras de faixa de 15 a 18 metros.
• Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação: de 200 a 400 p com 6 a 18 gotas/cm2 variando com o tamanho da gota.
• Condições climáticas: Aplicar de outubro a março (no período chuvoso) seguindo os seguintes limites meteorológicos:
Vento: de O a 6 km/h — controlado por anemômetro.
Umidade relativa > 50%.
Temperatura <30°C — controlado por termohigrômetro.
• Tipos de bicos: Bicos cônicos com orifícios de D8 a D12, sem core, variando com o tamanho desejado de gota e altura de vôo.
• Pressão: 20 psi na barra.
• Agitação do produto: Na preparação da calda é realizada com moto bomba e no avião através do retorno.
• Prevenção de deriva: Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites definidos acima e mais:
Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas.
Nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis.
Controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área de aplicação. Interromper o serviço se houver mudança nessa direção.
Nas aplicações aéreas, a Dow AgroSciences Industrial Ltda. está à disposição para oferecer orientação e assistência técnica.
Arroz Irrigado
Sistema de semeadura em solo seco
Prática comum nos Estados do Rio Grande do Sul, Goiás e outros.
»A ser aplicado em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes. As aplicações devem restringir-se ao período de emergência até antes do início da fase de emborrachamento das plantas do arroz. A área a ser tratada não deve estar inundada no momento da aplicação.
Sistema de semeadura em solo inundado
Prática comum no Estado de Santa Catarina, principalmente ao longo da faixa litorânea, Vale do Itajai e Vale do Rio Araranguá. O produto deve ser aplicado em pós-emergencia momento da aplicação.
da cultura e das plantas infestantes. A área a ser tratada deve encontrar-se drenada no Para os dois sistemas
O Trunker* deve ser diluído em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e aspergido por meio de equipamento terrestre manual e/ou tratorizado ou por meio de equipamentos aéreos.
No caso de equipamento tratorizado usar preferentemente bicos tipo leque 80.02; 80.03; 80.04; 110.02; 110.03; 110.04 ou correspondentes.
• Volume de calda: 200 a 400 L/ha.
• Pressão: 40 a 60 lb/pol2.
• Densidade de gotas: 478 a 7639 gotas/cm2.
• Tamanho de gota: 100 a 200 p.
• Em caso de aplicação aérea, utilizar os seguintes parâmetros:
Tipos de bico: bicos cônicos com orifícios de D8 a 012 sem core, variando com o tamanho desejado de gota e altura de vôo.
Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha.
Pressão: 20 psi na barra.
Tamanho e densidade de gotas: de 180 a 200 IJ COM 40 gotas / cm²
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à modalide de emprego.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não apresenta fitotoxicidade quando usado segundo as instruções de uso aqui descritas.
Outras Restrições a Serem Observadas:
• Evitar contato com plantas a ele susceptíveis tais como dicotiledõneas em geral.
• Descontaminar completamente qualquer equipamento empregado na aplicação do produto antes de utilizá-lo em outras culturas susceptíveis.
• Em aplicações sobre a cultura do arroz, evitar atingir outras culturas próximas

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro; óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar pulverizador costal.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho d luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro; óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI):
macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação u ndo luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Acido piridiniloxialcanóico
Classe Toxicológica: De acordo com o aprovado pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS
Vias de Exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética: Estudo de metabolismo e excreção realizado com Triclopir em animais de laboratório, demonstrou que a via urinária é a principal responsável pela eliminação do produto. A maioria do 14C foi liberada do plasma de forma rápida, com meia-vida de 3 horas e o restante foi liberado em velocidade menor com meia-vida de 151 horas. Do total excretado pela urina, 95,7% foi eliminado nas primeiras 24 horas. A rápida liberação da maioria do 14C do plasma, a excreção relativamente eficiente do 14C renal e os baixos níveis de 14C detectados na carcaça, sugerem que Triclopir não deve
acumular-se em níveis excessivos em animais de laboratório.
Mecanismos de Toxicidade: A toxicidade oral e dérmica aguda do produto Trunker* para ratos foi baixa, DL50 oral = 2.303 mg/kg (machos) e DL50 oral = 2.907 mg/kg (fêmeas); DL50 dérmica: > 12.000 mg/kg. O produto foi considerando irritante para pele de coelhos, provocando irritação reversível no decorrer do estudo. O produto provocou irritação leve nos olhos de coelhos reversível no decorrer do estudo. O produto apresenta potencial de sensibilização dérmica. Efeito adverso não é esperado pela exposição inalatória.
Sintomas e Sinais Clínicos:
Exposição Aguda: Pode ocorrer irritação ocular após exposição a esses compostos.
Gastrointestinal: Pode ocorrer náusea, vômito, cólica e diarréia.
Hepático: Foram observados em animais experimentais aumento do peso do fígado, hipertrofia hepatocelular, necrose hepatocelular, icterícia colestática e pequeno aumento nas enzimas hepáticas.
Geniturinário: Foram observados em animais experimentais alterações no peso da bexiga, falência
renal aguda, necrose tubular, aumento no peso dos rins e nefropatia.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico com *ativei.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do ris de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos Sinérgicos: Nenhum efeito sinérgico é conhecido
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica — RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos notificação SINAN / MSTelefone de Emergência da empresa: 0800 7710032
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Estudo de metabolismo excreção realizado com Triclopir em animais de laborató demonstrou que a via urinária é a principal responsável pela eliminação do produto maioria do 14C foi liberado do plasma de forma rápida, com meia-vida de 3 horas e o restante foi liberado em velocidade menor com meia-vida de 151 horas.
EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
Dose Letal 50 oral para ratos: DL50 oral = 2.303 mg/kg (machos) e DL50 oral = 2.907 mg/kg (fêmeas)
Dose Letal 50 (DL50) dérmica para ratos: maior que 12.000 mg/kg
Irritação ocular em coelhos: O produto provocou irritação leve nos olhos de coelhos reversível no decorrer do estudo.
Irritação Dérmica em coelhos: O produto foi considerando irritante para pele de coelhos, provocando irritação reversível no decorrer do estudo.
Sensibilização Dérmica em cobaias: O produto apresenta potencial de sensibilização
Efeitos Crônicos
O nível sem efeito observado, obtido através de estudo com ratos por 2 anos,
mg/kg/dia. A administração de Triclopir nesse período resultou em mínimas alterações relacionadas ao tratamento, no fígado dos ratos. Ratos machos recebendo 12 e 36 mg/kg/dia tiveram aumento absoluto e relativo do fígado. As fêmeas alimentadas com 3, 12 e 36 mg/k um aumento mínimo na pigmentação normal, relacionada a idade, nos túbulos proximais do fígado; esse aumento de pigmentação não foi associado adverso.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e vegetação
suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
concernentes às atividades aeroagrícolas.
3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA. - telefones de Emergência: 0800-7710032.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contacte o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão
seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes
internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do
pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
Recomendação para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL -
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Recomendação para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.