Bula Turbo

acessos
Beta-cyfluthrin
9395
Bayer

Composição

Beta-ciflutrina 50 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. 20 % de infestação por amostragem
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
150 a 200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Lavouras só com flores: 10 % das flores atacadas. Lavouras com maças pequenas: 5 % das maças atacadas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
15 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
15 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
80 a 100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Período crítico com 20 % das folhas minadas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
15 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
12,5 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
25 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
15 mL p.c./100L água 500 a 600 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 4 dias. Logo após o aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. 15 a 20 % das plantas com sintomas de ataque
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. 40 lagartas grandes / amostragem
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
60 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. 40 lagartas grandes / amostragem
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. 1 adulto / m linear em plantas próximo a floração
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
25 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 4 dias. Constatada a presença de mariposas na área
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
25 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 4 dias. Constatada a presença de mariposas na área
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Focos de infestação quando ainda existirem folhas verdes
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Focos de infestação quando ainda existirem folhas verdes

Conteúdo: 250 ml, 500 ml, 1, 5 e 10 L.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: O produto deve ser aplicado com equipamentos terrestres, (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado) ou por aeronaves. As gotas devem ter de 100 a 200 micras de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm2. Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda-se usar bicos cônicos D2 ou D3; pressão de 80 a 100 lb/pol2 e 200 a 300 l de calda por hectare. No caso de aeronaves, usar micronair ou barra, altura de vôo de 3 a 4 m, com volume de calda de 20 a 30 l/ha, largura da faixa de deposição de 18 m, vento calmo ou inferior a 8 km/h, umidade relativa do ar maior que 70% e temperatura menor que 30º C. Nas culturas de alho, cebola e couve são recomendados 500 a 600 l de calda/ha, enquanto que para as culturas de batata e tomate 1000 l/ha. Para a cultura de alho, café, cebola e couve recomendamos adicionar espalhante adesivo à calda. Na cultura de citros o produto é aplicado na forma de pulverização empregando-se turbo atomizadores com vazão de 15 l de calda/planta.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Lagarta-da-maçã - Quando encontrar 2 lagartas pequenas (menores que 10 mm) nas 10 plantas examinadas. Lagarta rosada - Existem dois níveis de controle em relação a idade da planta: Lavouras só com flores (com 50 a 70 dias de nascidas): Quando encontrar 2 flores atacadas, com lagartas, em 20 flores examinadas. Lavouras com maçãs pequenas (após 70 dias de nascidas): Quando encontrar uma maçã atacada em 20 maçãs pequenas, com 20 mm de largura, verdes e firmes, do ponteiro das 10 plantas amostradas.

ALHO, BATATA, CEBOLA, CITROS, COUVE E FEIJÃO: Iniciar o controle logo após o aparecimento da praga, repetindo, se necessário.

CAFÉ: O controle deve ser iniciado quando, dentro do período crítico de cada região, a intensidade de ataque for até 20% de folhas minadas. Para isso deve-se considerar apenas as folhas com minas novas, nos terços médio e superior dos cafeeiros.

MILHO: A aplicação deve ser realizada quando houver de 15 a 20% de plantas com sintomas de ataque.

TOMATE: Recomenda-se iniciar a aplicação quando constatar a presença da mariposa na lavoura e antes que as lagartinhas penetrem no tecido vegetal.

SOJA: Iniciar a aplicação quando forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (2 m lineares da cultura), ou quando for encontrado, em média, 1 tamanduá-da-soja adulto/metro linear de soja em plantas com 5 folhas trifolioladas (próximo à floração).

TRIGO: Iniciar o controle nos focos de infestação quando ainda existirem folhas verdes.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): Algodão: 7 dias, Alho, batata, café, cebola e feijão: 14 dias, Couve e tomate: 4 dias, Citros: 21dias Milho, soja e trigo: 20 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Até 24 horas após a aplicação, usar macacão com mangas compridas, luvas e botas para reentrar nas lavouras tratadas.

LIMITAÇÕES DE USO: Além dos intervalos de segurança e reentrada, não há outras restrições.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, protetor cobrindo nariz e boca, botas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Se a pulverização produzir neblina, use avental impermeável e protetor cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas. No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas, luvas e botas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito. Beba 1 a 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Inalação: Procure local arejado. Vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA / ANTÍDOTO: Medicação de apoio conforme os sintomas e sua intensidade, anti-histamínicos, diurese alcalina provocada, hemodiálise, diazepínicos, fenobarbital. Acetato de tocoferol pode ser útil para previnir lesões cutâneas (uso tópico).

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. Em ratos, o produto provoca ação de excitação intensa no sistema nervoso central; doses altas acarretam hipersensibilidade aos estímulos de excitação em nervos periféricos. É rapidamente absorvido via oral, respiratória, porém pouco via dérmica. Também é rápido e completamente eliminado, via fezes e urina, em 2 dias. A urina é a principal via de excreção.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: AGUDOS: Em ratos, via oral, o produto apresenta efeito da síndrome CS prolongado, porém é totalmente reversível em 14 dias. Via dérmica é pouco absorvido. É irritante à via respiratória e aos olhos. Não é irritante à pele de coelhos e nem sensibilizante à pele de cobaias, também não mostrou efeitos mutagênicos nos estudos conduzidos com microorganismos e no de micronúcleos. CRÔNICOS: nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se apenas um retardamento temporário no desenvolvimento dos animais na dose de 150 ppm e, durante todo o ensaio, na dose máxima testada (450 ppm). A dose sem efeito tóxico foi de 50 ppm.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

SINTOMAS DE ALARME: Síndrome CS: coreoatetose, salivação excessiva, lacrimejamento, hipersecreção nasal, hipersensibilidade, distúrbios sensoriais cutâneos (formigamento, entorpecimento, sensação de queimação), irritação cutânea (eritema papular), cefaléia intensa, perda do apetite, fadiga, tonturas, perda da consciência, cãibras musculares, convulsões.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO (CLASSE II) ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INFORMAÇÕES SOBRE O DESTINO FINAL DE EMBALAGENS E DAS SOBRAS DE AGROTÓXICOS E AFINS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (TRÍPLICE LAVAGEM) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas, de maneira a torná-las inadequadas para outros usos (Obs: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos de produto contate a Empresa e o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI - Equipamento de Proteção Individual (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água, siga as instruções: Piso pavimentado: coloque material absorvente (p. ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa ou, o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado conforme orientação de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais; distante de moradias. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Traque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES DE TRANSPORTE: O transporte é feito observando-se as normas da legislação vigente sobre cargas perigosas, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.