Bula Unizeb 800 WP

acessos
Mancozeb
7909
UPL

Composição

Mancozeb 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. 7 dias. As aplicações deverão ser feitas de modo preventivo em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. 7 dias. As aplicações deverão ser feitas de modo preventivo em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir a intervalos de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações ao surgimento de sintomas das doenças
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
200 a 250 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por safra. 14 dias. Deverão ser realizadas inspeções periódicas no pomar, semanalmente no verão e quinzenalmente no inverno. Observar frutos, folhas e ramos, utilizando-se de uma lupa com aumento de 10 a 12 vezes. O tratamento deve ser efetuado quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm². Inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
300 g p.c./100 L de água 2000 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por safra, com 30 dias de intervalo. 14 dias. O pomar deve ser pulverizado na época de maior susceptibilidade da planta que corresponde ao período de 4 a 5 meses após a queda das pétalas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. 21 dias. As aplicações deverão ser iniciadas aos 30 dias da emergência das plântulas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Flor preta
(Colletotrichum acutatum)
200 a 250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo a intervalos de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações na fase de dormência
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo a intervalos de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações na fase de dormência
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) repetir a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo semanalmente. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. UNA Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir a intervalos médios de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. As aplicações deverão ser feitas de modo preventivo em qualquer estádio de desenvolvimento
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir a intervalos médios de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. As aplicações deverão ser feitas de modo preventivo em qualquer estádio de desenvolvimento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações um pouco antes do florescimento

Saco Plástico e Papel Multifoliado (Capacidade: 1;5;10;15;20;25;50;100;200 e 500 KG)

NÚMERO, ÉPOCA, E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

BATATA : As aplicações deverão ser feitas de modo preventivo em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura.

TOMATE: As aplicações deverão ser feitas de modo preventivo em qualquer estádio de desenvolvimento, respeitando-se o intervalo de segurança, e repetidas a intervalos médios de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

PIMENTÃO: Iniciar as aplicações no florescimento / início de formação dos frutos e repetir a intervalos de 7 dias, respeitando o intervalo de segurança. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

CEBOLA: Iniciar as aplicações ao surgimento de sintomas das doenças e repetir a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.

MELÃO :Iniciar as aplicações de forma preventiva e repetir a intervalos de 7 dias, respeitando o intervalo de segurança. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

CENOURA:Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura, ou antes do início do aparecimento da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Em condições favorável a doença utilizar a maior dose. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

REPOLHO: Iniciar as aplicações em condições favoráveis às doenças e repetir as aplicações a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

UVA: Iniciar as aplicações um pouco antes do florescimento, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura.

MAÇÃ: Iniciar as aplicações na fase de dormência, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura.

CAFÉ: As aplicações para o controle da doença em cafeeiro adulto deverão ser realizadas de forma preventiva durante o período crítico de ocorrência, de novembro a março, a intervalos mensais. Realizar no máximo 5 aplicações durante a safra da cultura.

CITROS: Para o controle do ácaro-da-ferrugem, deverão ser realizadas inspeções periódicas no pomar, semanalmente no verão e quinzenalmente no inverno. Observar frutos, folhas e ramos, utilizando-se de um lupa com aumento de 10 a 12 vezes. O tratamento deve ser efetuado quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm². Inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Realizar no máximo 3 aplicações por safra..
Mancha-preta: o pomar deve ser pulverizado na época de maior susceptibilidade da planta que corresponde ao período de 4 a 5 meses após a queda das pétalas. Realizar no máximo 3 aplicações por safra, com 30 dias de intervalo.

BANANA: Iniciar as aplicações preventivamente, visando uma boa cobertura das folhas, com intervalo de 7 dias nos períodos de maior incidência da doença.
Em condições desfavoráveis à doença e menor lançamento de folhas, poderá ser prolongado o intervalo em dias. Realizar no máximo 04 aplicações por safra da cultura.
Banana: as aplicações devem ser feitas em ultra baixo volume, utilizando-se das seguintes opções:
- Fazer uma diluição prévia do produto em pequena quantidade de água, adicionar emulsionante na dose recomendada pelo fabricante e 5 litros de óleo mineral. Completar com água até atingir o volume de 20 litros de calda por hectare.
- Fazer uma diluição prévia do produto em pequena quantidade de água, adicionar emulsionante na dose recomendada pelo fabricante. Completar com óleo mineral até atingir o volume de 15 litros de calda por hectare.

TRIGO: Para o controle de ferrugem-da-folha, iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%), e para controle de helmintosporiose, iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação. Repetir as aplicações sempre que a doença atingir índice de traços a 5% de área foliar infectada. As repetições deverão ser realizadas sempre que necessário para manter as doenças em baixos níveis de infecção. Para o controle de brusone, realizar a primeira aplicação no início do espigamento, repetindo mais 2 aplicações com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

ARROZ: Iniciar as aplicações no início do emborrachamento, repetindo a intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

FEIJÃO: As aplicações deverão ser iniciadas aos 30 dias da emergência das plântulas, repetindo com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

CRISÂNTEMO / ROSA: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo-se semanalmente. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O fungicida UNIZEB 800 WP tem ação de contato, dessa forma, o produto deverá ser aplicado com volume de calda suficiente para promover uma cobertura uniforme das plantas, conforme a recomendação por cultura. O produto é indicado para aplicações terrestre e aéreas, conforme as recomendações abaixo.

APLICAÇÃO TERRESTRE
Equipamentos: Pulverizadores costal, de barras acoplados a trator, atomizadores costais, atomizadores acoplados a trator, pulverizadores de mangueira e pistola.
Bicos: recomendado uso do tipo cônico ( cheio ou vazio) da série D ou X para os pulverizadores de barra e de mangueira. Para os pulverizadores com pistola usar bico do tipo disco ou chapinha n° 4 a 10 e para atomizadores n° 3 a 6.
Para pulverizações com pulverizadores de barra acoplados a tratores, a altura da barra deve ser posicionada à 20 cm acima das plantas.
Volume de calda: deverá ser utilizado de acordo com as instruções de uso por cultura, promovendo-se a calibração do equipamento a fim de obter a vazão desejada, em função do tipo de bico, pressão e velocidade de deslocamento.
As pulverizações não deverão ser realizadas com ventos superiores a 6 km/h.

APLICAÇÃO AÉREA
Equipamentos: Barras com bicos ou atomizador rotativo ( micronair)
Bicos: bico cônico (vazio) série D. Para micronair usar 4 atomizadores na barra.
Volume de aplicação: 30 litros/ha para barra com bicos e 10 a 20 litors/ha para micronair.
Diâmetro e densidade de gotas: 150-250 micra, 50 -70 gotas/cm²
Altura de vôo: 2 a 5 metros sobre a cultura
Largura da faixa de deposição: 15-20 m
Condições climáticas: Não aplicar o produto com ventos superiores à 6 km/h e umidade relativa inferior à 55%.


INTERVALO DE SEGURANÇA
Cebola, Maçã, Uva, Pimentão,
Tomate, Batata, Cenoura.......................................................................... 7 dias
Melão, Citros, Repolho, Feijão..................................................................14 dias
Banana, Café............................................................................. .............. 21 dias
Arroz e trigo.............................................................................................. 32 dias
Plantas ornamentais................................................................uso não alimentar
* U.N.A - Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda ( no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
UNIZEB 800 WP é incompatível com formulações altamente alcalinas, tais como calda bordaleza e calda sulfocálcica.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo e segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do periodo de reentrada
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca árabe, óculos,
botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental
impermeável
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual - EPI macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronómico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vómito. Caso o vómito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (respierado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR MANCOZEBE

Grupo químico:
Alquilebnobis (ditiocabamato)

Classe toxicológica:
I - Extremamente Tóxico

Vias exposi��ão:
Oral, ocular e dérmica.

Metabolismo e toxicocinética:
Estudos em mamíferos demonstram que os ditiocarbamatos podem ser absorvidos pelo trato gastroinstestinal. Absorção pela pele e pulmões também é possível.
Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%).

Sintomas e sinais clínicos:
Estudos em mamíferos demonstram que os ditiocarbamatos podem ser absorvidos pelo trato gastroinstestinal. Absorção pela pele e pulmões também é possível.
Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%).

Exposição dérmica: Pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de, contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.

Exposição respiratória: Pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada, náuseas e síndrome parkinsoniana.

Exposição ocular: Pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras

Exposição oral: Pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, cefaléia, dores abdominais, diarréia, náuseas e vâmitos. Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar convulsões, falência renal temporária, alteração do funcionamento da tireóide e coma.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o inicio do tratamento à confirmação laboratorial.
Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exame de urina tipo I e função renal.

Tratamento:
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação,

1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades, e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e, mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração, Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50• 9 em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Adotar medídas de assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e ,coma se ocorrerem, Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDT A cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de desenvolvimento de pneumopatia química secundária.
Não adminstrar atropina.

Atenção:
Ligue para o disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centro de informação e Assistência toxicolófica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notificar ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450 (Planitox - Line Plus)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIOS
Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o Mancozebe é metabolizado nos tecidos de mamíferos a ETU-etileno tiouréia, composto de significância toxicológica, cuja eliminação se dá em 4-5 horas; biodisponibilidade de 6,8%. Absorção oral de 50% em um periodo de 3-6 horas.
Pico de concentração de 1 a 2 horas; metabolismo extenso e rápida excreção (90% em 24 horas); nenhum potencial para bioacumulação. Concentração encontrada nos tecidos < 4% da dose ( principal órgão tireóide). Via de eliminação urina e fezes (50/50%). A maior parte da dose radiomarcada nas fezes não foi absorvida, uma vez que apenas 2-8% foi encontrada na bile.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos Agudos:
DL 50 oral para ratos: superior a 5.000 mg/Kg
DL 50 dérmica para ratos superior a 5.000 mg/Kg CL 50 inalatória para ratos superior a 2.843 mg/L ar.
Irritabilidade dérmica em coelhos: O produto foi considerado não irritante para a pele dos animais.
Irritabilidade ocular em coelhos: O produto ocasionou opacidade de córnea em coelhos reversivel em 7 dias. Sensibilização cutânea em porquinhos-da-india: em estudos realizados o produto foi considerado sensibilizador.

Efeitos crônicos:
Com base nos dados existentes com animais de experimentação, o Mancozebe não oferece perigo de danos genéticos ou de toxicidade na reprodução ou desenvolvimento abaixo dos níveis que produzem outros tipos de toxicidade nos adultos, ou de toxicidade sistêmica significante através da via dérmica. Não existe evidência de bioacumulação. A exposição repetida a altas doses afeta a tireóide, figado e sistema nervoSo de animais em laboratório. Os efeitos natireóide e fígado são devidos à sua metabolização à ETU, que interfere na sintese dos hormônios datireóide e induz de maneira relacionada com o stress, o crescimento do fígado. Estes efeitos são reversíveis quando a exposição é breve ou intermitente, porém, -se prolongada, pode haver mudanças secundárias incluindo anemia e tumores na tireóide, pituitária e do figado em roedores. Informações do mecanismo de ação disponiveis estabelecem um limiar para os tumores da tireóide e pituitária e indicam que nenhum dos tipos de tumores é relevante para a avaliação do risco dos niveis previstos de exposição humana.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇAO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)

Este produto é altamente tóxico para microcrustáceos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a SOO (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 2S0 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES pE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇAO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UNITED PHOSPHORUS DO BRASIL LTDA.- Telefone de emergência (11) 2167-5282 e 0800-7010450
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras com filtros).

Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um reei pente lavrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contacte o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E, DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILlZAÇAO OU EM DESUSO.

Embalagem FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
Embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo Órgão Estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da .ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.