Bula Uragan 800 WP

acessos
Bromacil
7605
Adama

Composição

Bromacil 800 g/kg Uracila

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Seletivo
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 90 dias. Realizar uma única aplicação em pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 90 dias. Realizar uma única aplicação em pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 90 dias. Realizar uma única aplicação em pré-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 90 dias. Realizar uma única aplicação em pré-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 90 dias. Realizar uma única aplicação em pré-emergência das plantas infestantes

Sacos plásticos de 0,5, 1 e 5 Kg.

1. INSTRUÇÕES DE USO:

1.1 CULTURAS:
O URAGAN 800 WP é um herbicida seletivo indicado para a cultura de citros.

1.3 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar uma única aplicação em pré-emergência das plantas infestantes.

1.4 MODO DE APLICAÇÃO:
O URAGAN 800 WP deve ser aplicado através de pulverização em jato dirigido nas entre linhas e abaixo das plantas de citros, utilizando pulverizador tratorizado ou costal em pré-emergência das plantas infestantes.
Utilizar pulverizadores com agitação constante da calda de maneira que a calda de pulverização permaneça homogênea durante todo o período de aplicação. O pulverizador dever estar equipado com filtros com malha apropriada de acordo com a especificação dos bicos, para evitar entupimentos durante a pulverização. Por ser uma formulação do tipo pó molhável, os filtros devem ser limpos diariamente logo após o término da pulverização, para evitar acúmulo de impurezas, entupimento dos bicos e redução do volume de calda na pulverização.
Utilizar bicos (pontas de pulverização) de jato plano preferencialmente da série 11002, 11003 ou 11004 com espaçamento entre bicos de 50 cm e que proporcionem vazão de 200 a 400 L de calda por hectare.
A velocidade de aplicação deve ser de 4 a 6 km/hora. A pressão de pulverização deve ser regulada conforme especificação do bico escolhido e volume de calda desejado.

1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA:

Citros ................................................. 90 dias

1.6 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
7 dias.

1.7 LIMITAÇÕES DE USO:
Evitar aplicar em solo seco e com plantas infestantes germinadas. Não aplicar em dias com vento, pois ocorrerá perda do produto devido à deriva e conseqüentemente a redução da eficácia.
Fitotoxicidade: Nas doses testadas e em aplicação em pré-emergência o produto não apresenta fitotoxicidade à cultura de citros.

1.8 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

1.9 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “1.4 MODO DE APLICAÇÃO”.

1.10 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.11 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.12 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

DADOS RELATIVOS ÀS PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:


PRECAUÇÕES GERAIS:
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.


MANUSEIO DO PRODUTO:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Use Luvas de Borracha:
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, e máscara apropriada.


PRECAUÇÕES DURANTE O USO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho troque e lave suas roupas.


PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão:
Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

Olhos:
Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

Pele:
Lave com água em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.

Inalação:
Procure lugar arejado e recorra a auxílio médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
A principal via de absorção de qualquer produto deverá sempre ser considerada a via dérmica, o produto não possui potencial bioacumulativo, tendo sido excretado 95 % em 24 horas.
A principal via de excreção do produto é a urina.


EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS :
O produto possui uma DL 50 oral para ratos maior de 2000 mg/kg, DL 50 dermal para ratos maior de 2000 mg/kg, e CL 50 >7,0 mg/l.
O produto não foi considerado mutagênico, teratogênico ou carcinogênico em estudos com ratos e coelhos.


EFEITOS COLATERAIS:
Como não há casos conhecidos de intoxicação, observar o paciente para efeitos adversos que possam ocorrer.


TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Realizar tratamento sintomático e administrar terapia de suporte.


ANTÍDOTO:
Não há um antídoto específico.


Telefones de Emergência:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter mais informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da Empresa: 0800-400-7505

3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

Este produto é:

X - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser em alvenaria ou de material não comburente.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens disponíveis para envolver adequadamente, embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. - Telefones da empresa: 0800 111 767 ou 0800 7071 767.
• Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;

Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

• Em caso de incêndio, use extintores à base de pó químico, dióxido de carbono (CO2), água ou espuma, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

4.1. EMBALAGEM FLEXÍVEL:

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com o lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de Distribuição.


• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


• TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (embalagens padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


4.2 – EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.


• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


• TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


• DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgão competentes.


• É PRIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde as pessoas.


• PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.


• TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

1.13 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.