Bula Vanox 500 SC

acessos
Clorotalonil
878809
Syngenta

Composição

Clorotalonil 500 g/L Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha barrenta
(Ascochyta arachidis)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Mancha preta
(Cercospora personata)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
2,5 a 3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2,5 a 3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 8 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
2,5 a 3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 8 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
400 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
400 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 10 a 15 dias, até o máximo de 3 aplicações por safra. 7 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 10 a 15 dias, até o máximo de 3 aplicações por safra. 7 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
400 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Repetir a cada 7 dias, conforme a necessidade. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no início do aparecimento das doenças
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
400 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 3 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
300 mL p.c./100L água 500 a 100 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações no início da brotação
Míldio
(Plasmopara viticola)
300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações no início da brotação

Balde de ferro: 20 L. Bombona plástica: 5 L. Recipientes plásticos: 1 L.

CULTURAS E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

AMENDOIM: Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias.

BATATA: 400ml/100 l de água utilizando-se de 600 a 900 litros de calda/ha. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada n 7 a 10 dias.

BERINJELA E PIMENTÃO: 400 ml/100 l de água, utilizando-se de 600 a 900 litros de calda/ha. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias.

CENOURA: 400g/100 l de água, utilizando-se de 600 a 900 litros de calda/ha. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias.

MELÃO, MELANCIA E PEPINO: 400g/100l de água utilizando-se de 600 a 900 litros de calda/ha. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias.

SOJA: Efetuar basicamente 2 aplicações: 1º na fase de florescimento; 2º de 15 a 20 dias após a 1o aplicação.

TOMATE: 400ml/100 l de água, utilizando-se de 600 a 900 litros de calda/ha. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias.

TRIGO: Efetuar 2 tratamentos: 1º na fase de emborrachamento; 2º na fase de florescimento. Havendo a necessidade, efetuar a aplicação na fase de espigamento.

UVA: 400 ml/100 l de água, utilizando-se de 600 a 900 l de calda/ha. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias.

CRISÂNTEMO, GLADÍOLO, CRAVO E ROSA: 400ml/100 l de água, utilizando-se de 600 a 900 litros de calda/ha. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias.

GRAMADOS: Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, conforme necessidade.

FEIJÃO: Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio e repetir cada 10 a 15 dias.

ARROZ: Efetuar 3 tratamentos: 1º no início do emborrachamento; 2º na emissão da panícula e 3º no florescimento.

BANANA: Iniciar as aplicações em novembro, logo no início do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 15 dias, até fins de maio ou início de Junho.

CITRUS: 300ml/100 l de água utilizando-se de 4 a 10 litros de calda por planta. Efetuar basicamente 2 aplicações a primeira aplicação quando 2/3 das pétalas estiverem caídas e a segunda no início da frutificação (frutos com 0,3 a 0,5 cm de diâmetros).

FORMAS DE APLICAÇÃO: PULVERIZAÇÃO TERRESTRE: Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bico cônico de série D com diâmetro de gotas de 50 a 200um, com uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2 com pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar a uma temperatura inferior a 27o, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 Km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.

PULVERIZAÇÃO AÉREA: Utilizar barra ou micronair com um volume de 30 a 40 litros por há, com altura de vôo de 2 a 3m com barra de 3 a 4 m com micronair. A largura efetiva de 15m, com diâmetro de gotas de 80um, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas. Observar ventos de até 10Km/hora, temperatura e umidade relativa visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Barra: Usar bicos cônicos D6 a D12, disco "core", inferior a 45. Micronair: 4 atomizadores, seguindo a tabela do fabricante para o ajuste do regulador de vazão. VRV, a pressão e o ângulo da pá. O sistema de agitação deve ser mantido em funcionamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): Uva, banana, citrus, melão, melancia, pepino, berinjela, pimentão, tomate, feijão, soja, batata, cenoura: 7 dias, Amendoim: 14 dias, Arroz e trigo: 30 dias

FITOXIDADE: Quando utilizado de acordo com o recomendado não ocorre fitotoxidade.

OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS: O produto possui excelente ação residual e capacidade adesiva. Dessa forma, não se recomenda a adição de espalhante adesivo. Quanto a óleo mineral, a mistura não deve ser feita por problemas de incompatibilidade.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Durante a manipulação, preparação de calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, capa ou avental impermeável, luvas impermeáveis, chapéu impermeável de abas largas, botas, óculos protetores e máscara protetoras especiais providas de filtros adequados ao tipo do produto. Leia e siga as instruções do Rótulo. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos ou de ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água, lavando as embalagens ou aparelhagem aplicadora bem como lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens do produto. Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após aplicação do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas e tubulações com a boca. Uso exclusivamente agrícola. Após a utilização do produto remova as roupas protetoras e tome banho. Não dê nada, por via oral, a uma pessoa inconsciente. Distribua o produto na própria embalagem, sem contato manual. Procure imediatamente, assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas; use luvas impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Manuseie o produto em local arejado. Em caso de ingestão acidental provoque vômitos e procure imediatamente o médico levando a embalagem ou rótulo do produto. Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, remova imediatamente o paciente para local arejado e chame logo o médico. Evite contato com a pele. Caso isso aconteça lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão em abundância e persistir a irritação, procure o médico levando a embalagem ou rótulo do produto. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente, com água corrente durante 15 minutos e procure um médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Produto irritante para a pele. Tóxico para peixes.

SINTOMAS DE ALARME: CHOROTHALONIL ocasiona danos aos olhos e irritação na pele. Pode produzir reações alérgicas temporárias caracterizadas por avermelhamento dos olhos, uma ligeira irritação dos brônquios e avermelhamento da pele exposta.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: As pessoas afetadas respondem ao tratamento com antihistaminicos ou cremes esteróides e/ou esteróides orgânicos.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com óleo mineral.