Bula Verdadero 20 GR

acessos
Thiamethoxam + Cyproconazole
3300
Syngenta

Composição

Ciproconazol 10 g/kg Triazol
Thiamethoxam 10 g/kg Neonicotinoide

Classificação

Fungicida, Inseticida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado (GR)
Sistêmico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
25 a 30 kg p.c./ha - - No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro. 90 dias. No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro
Cigarra
(Quesada gigas)
20 a 30 kg p.c./ha - - No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro. 90 dias. No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
20 a 30 kg p.c./ha - - No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro. 90 dias. No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro
Mosca das raízes
(Chiromyza vittata)
30 kg p.c./ha - - No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro. 90 dias. No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro

Fibralata (papel kraft); Barrica (papel kraft);
Balde (polietileno de alta densidade);
Caixa de papelão ; Balde (ferro);
Saco multifolhado (papel com saco interno de polietileno ou PVC),
Saco (polietileno) e Saco (nylon + polietileno).
Todos com volume de 1, 2, 3, 4, 5, 10, 20, 25; 30; 40 e 50 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
VERDADERO 20 GR é um fungicida-inseticida granulado, de ação sistêmica, utilizado em aplicação no solo, para o controle da Ferrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix), do Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella), da Cigarra-do-cafeeiro (Quesada gigas) e da Mosca-das-raízes, Berne-das-raízes (Chiromyza vittata), na cultura do café.

O Verdadero 20 GR na dose recomendada apresenta um efeito bioativador melhorando o desenvolvimento das plantas (velocidadede de brotação, sistema radicular, parte aérea). Por estes motivos , as plantas poderão resistir melhor as adversidades climáticas, mantendo o seu potencial procutiva".
NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar uma vez por ano, no período de outubro a novembro, sempre após as primeiras chuvas. No estado do Espírito Santo, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado uma vez por ano, no período de outubro a dezembro.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicar com plantadeira adubadeira equipada com granuladeira, em sulcos ao lado da cova, dentro da projeção da copa, a uma profundidade de 5 a 8 cm, ou usar matraca, aplicando no mínimo em 3 pontos de cada lado da planta, dentro da projeção da copa, a uma profundidade de 5 a 8 cm. Para controle da Cigarra-do-cafeeiro e da Mosca-das-raízes, Berne-das-raízes, recomenda-se apenas a aplicação em sulcos.
A granuladeira deverá ser previamente calibrada para distribuir a dose indicada. No caso de aplicação manual com matraca, regular a saída de produto para permitir distribuição adequada nos pontos de aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Café: 90 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura do cafeeiro, na dose e condições recomendadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Antes de usar, leia com atenção as instruções: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO E APLICAÇÃO: Uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Evite o contato do produto com a pele, olhos, nariz e boca. Em caso de acidente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Durante o manuseio e a aplicação, utilize os seguintes equipamentos de proteção individual: macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, protetores oculares, luvas impermeáveis e botas. Não utilizar equipamentos de proteção individual danificados. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Evite o contato do produto com a pele. Caso isso aconteça, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use equipamentos de proteção individual adequados no descarte das embalagens, como luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Guardar longe de alimentos, bebidas e ração animal. No final do trabalho, tome banho, troque e lave as roupas de proteção separadamente das roupas normais. Evite ao máximo o contato com a área já aplicada pelo produto.

PRIMEIROS SOCORROS: PRIMEIROS SOCORROS EM GERAL: Em caso de indisposição, remova o paciente para um local com ar fresco e proteja-o da friagem. EM CASO DE SUSPEITA DE INTOXICAÇÃO (se sentir dor de cabeça, náuseas, vômitos, etc): Chame imediatamente o médico. Mostre a bula do produto. Procurar imediatamente o médico caso o produto tenha sido inalado, ingerido, aspirado ou tenha entrado em contato com seus olhos e pele. Se possível ligue para o telefone de emergência mencionado nesta bula. OLHOS: Lave os olhos com água limpa por vários minutos. INGESTÃO: Administrar carvão medicinal repetidamente em grande quantidade de água. Observação: Nunca dê nada pela boca a uma pessoa inconsciente. Nunca induza o vômito. PELE: Remova a roupa contaminada e lave completamente as partes atingidas do corpo com água e sabão.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

SINTOMAS DE INTOXICAÇÃO: Não específicos.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (Informações para uso médico): Não há antídoto específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção:

THIAMETHOXAM: O produto administrado oralmente para ratos foi rapidamente e completamente absorvido do trato gastrointestinal para o sistema circulatório. A máxima concentração no sangue foi encontrado de 1 a 4 horas após a administração independente da dose e do sexo dos animais, entretanto o decaimento desta concentração foi também muito rápida atingindo metade dela em 8 horas, independente da dose e do sexo. A via de eliminação do produto é independente da via de administração (oral ou intravenosa), da dose e do sexo dos animais. 70 a 80% da dose administrada é eliminada na forma do composto original, e a principal biotransformação do produto no organismo é a quebra de anel nitroguanidina formando derivado de guanidina. Pode também ocorrer hidrólise com formação de uréia; demetilação do grupo guanidina e substituição de clorina do anel tiazol por glutationa, porém esta via não é representativa. Todo o produto absorvido foi excretado, predominantemente via urina. Dentro de 24 horas cerca de 90% da dose foi excretada via rins e 4% através das fezes.

CYPROCONAZOLE: A absorção foi quase que completa (pelo menos 86%), independente do nível de dose ou regime (intubação gástrica ou injeção na veia femural). O níveis mais elevados foram observados no fígado e no córtex adrenal seguido da gordura renal, rins e baço. Não houve nenhuma retenção especial de materiais derivados do composto nos ratos e a dosagem múltipla não influenciou o padrão de distribuição (não houve acumulação significativa). O Cyproconazole foi extensivamente metabolizado pelo rato, independente da rota ou regime de dose e sexo do animal teste. As principais vias de metabolismo são as seguintes: Eliminação oxidativa do anel triazole. Hidroxilações da cadeia lateral que possui o anel ciclopropil. Quebra oxidativa do anel cipropil. Eliminação do anel lateral que possui o anel ciclopropil, seguida por oxidação. Um total de cerca de 35 metabólitos foram detectados em ratos, entre os quais 13, de maior significância foram isolados. Todos os outros estiveram presentes em quantidades muito pequenas (< 3% do total de resíduos) e, portanto, considerados não significativos. O produto e/ou seus metabólitos foram eliminados do sangue com uma meia-vida de eliminação de cerca de 30 horas e sem diferença significativa das vias e regimes de dosagem. Após 168 horas da dosagem, a eliminação principal ocorreu através da bile, em fezes (60 a 75%; sendo que 90% dessa quantidade dentro das primeiras 24 horas) e urina (30 a 40%). Após 7 dias, os resíduos nos órgãos e tecidos foram muito baixos e não houve retenção significativa do composto e/ou seus metabólitos nos ratos, nas condições testadas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: DADOS AGUDOS DA FORMULAÇÃO: Toxicidade aguda oral: (ratos): DL50 > 2.000 mg/kg (Classe IV - Pouco Tóxico). Não houve sintomas de intoxicação. Toxicidade aguda dérmica: (ratos): DL50 > 2.000 mg/kg (Classe IV - Pouco Tóxico). Não houve sintomas de intoxicação. Toxicidade aguda inalatória (ratos): CL50 > 5,06 mg/l (Classe IV - Pouco Tóxico). Os animais apresentaram prostação e salivação logo após o tratamento. Os sintomas foram reversíveis em 4 dias. Irritação a olhos (coelhos): Não irritante (Classe IV - Pouco Tóxico). Irritação a pele (coelhos): Não irritante (Classe IV - Pouco Tóxico). Sensibilidade dérmica: Não sensibilizante.

DADOS CRÔNICOS: THIAMETOXAM: A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos não revelou alterações relevantes quanto a sinais clínicos, toxicidade ocular, hematologia e parâmetros de urina e peso de órgãos. Exames macroscópicos não revelaram alteração relacionadas ao tratamento. Exames microscópicos revelaram rins, fígado e baço como órgãos alvos, porém as alterações encontradas são pelo acúmulo de alfa 2-microglobulina, que não é relevante para humanos. Não houve efeitos no nível de 500 ppm (21,0 mg/kg/dia) para ratos machos e 1000 ppm (50,3 mg/kg/dia) para fêmeas. O produto foi também testado em camundongos em várias doses, sendo que, não houve alteração na taxa de mortalidade e sobrevivência nos animais tratados, comparado ao controle. Os sinais clínicos observados nos animais foram "abdômen estendido" em machos em dose de 2500 ppm e em fêmeas na dose de 1250 ppm. Este efeito está associado à alteração observada nos exames microscópicos no fígado nestas doses. A maior dose tolerada foi de 500 ppm na dieta. O nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 20 ppm, equivalente a 2,63 a 3,6 mg/kg de peso corpóreo para machos e fêmeas, respectivamente. Portanto nestas doses e abaixo delas não houve efeito nos animais testados.

CYPROCONAZOLE: Em estudo crônico de 1 ano com cães, foi observado redução no ganho de peso corpóreo nos cães machos na dose máxima do estudo de 350 ppm. Em adição, alterações químicas de depressão dos níveis de colesterol e triglicerídeos, redução na albumina e elevação dos níveis de enzimas do fígado indicaram uma leve hepatotoxicidade relacionados ao tratamento com cyproconazole. Algumas alterações histopatológicas do fígado foram relatados nos níveis de 100 e 350 ppm. Essas alterações, no entanto representam uma adaptação fisiológica reversível, sem relevância toxicológica. Em estudo de 2 anos com ratos, foi observada redução no ganho de peso corpóreo na dose de 350 ppm. Foram observados efeitos no fígado, onde houve um aumento na incidência de gordura e hipertrofia hepática. Não houve evidência de efeito no sistema endócrino. O nível sem efeito observado em cães foi de 30 ppm na dieta equivalente a um consumo de 1mg/kg de peso corpóreo. O nível sem efeito observado em ratos foi de 50 ppm na dieta, equivalente a um consumo de 2,22 mg/kg de peso corpóreo. Nestas doses ou em doses menores, não foram observados efeitos dos ingredientes ativos nos animais testados.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente lençóis freáticos. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. -Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto -siga as instruções da bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. -Contates as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções: Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa ou, o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado em incinerador apropriado e aprovado pelas autoridades competentes. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para o recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, o produto deve ser extinto com pó, espuma, dióxido de carbono ou água (não aplique o jato de água diretamente sobre o produto). Os produtos de combustão poderão ser tóxicos e/ou irritantes. Medidas devem ser tomadas para prevenir da penetração no solo ou da propagação incontrolada dos agentes de extinção do fogo contaminados. Use respirador para proteção da fumaça.

DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas, de maneira a torná-las inadequadas para outros usos. (Obs: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos de produto contate a Empresa e o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovado pelo Órgão responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas e doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.

O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas e fungicidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
•Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
•Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
•Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
•Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.