Bula Vexter

acessos
Chlorpyrifos
398
Dow AgroSciences

Composição

clorpirifós 480 g/L ectoparasiticidas

Classificação

Acaricida, Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. 40 % das plantas com sinais de ataque
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
0,8 a 2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. 20 dias após a germinação
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. 2 lagartas/planta
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. 10 % das plantas atacadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Primeiros sintomas da infestação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 30 a 45 dias. 21 dias. Aproximadamente 20 % das folhas estiverem contaminas
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 20 a 30 dias. 21 dias. Infestação igual ou maior que 5 % nos grãos da primeira florada
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,4 a 0,7 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Primeiros focos de infestação
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Primeiros focos de infestação
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 14 dias. Primeiros focos de infestação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
100 a 150 mL p.c./100L água - - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Início da infestação
Cochonilha parlatoria
(Parlatoria cinerea)
100 a 150 mL p.c./100L água - - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Início da infestação
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
200 mL p.c./100L água 400 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Quando os frutos começam a amadurecer
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,8 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 25 dias. Aparecimento da praga
Lagarta das vagens
(Etiella zinckenella)
1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 25 dias. Aparecimento da praga
Lagarta das vagens
(Michaelus jebus)
1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 25 dias. Aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 25 dias. Aparecimento da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Após a germinação
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Após a germinação
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Após a germinação
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Após a germinação
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 13 dias. Aparecimento da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
0,8 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. 20 % das plantas com ponteiras danificadas
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,25 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. 20 lagartas/m lienar
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Logo após a germinação
Mosca do sorgo
(Stenodiplosis sorghicolla)
0,62 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 4 dias. 21 dias. 80 % do sorgo florido
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Frutos pequenos
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 10 dias. 21 dias. Constatado os primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
1,25 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Fase inicial da cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,75 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Primeiros focos de infestação
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
0,7 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Primeiros focos de infestação
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Primeiros sintomas da infestação
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. Mais de 10 pulgões/espiga
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
0,3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. 10 % das plantas com colônias em formação

Frasco de Plástico/Metálico: 0,5; 1,0; 4,0 L
BETTIX com dosificador: 1L
Frasco de polietileno: 1L
Balde Metálico/Plástico: 1,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 L
Bombona de plástico: 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 e 250L
Tambor Metálico/Plástico: 100; 200; 250 L
Mini Bulks Metálico/Plástico: 420 e 1000 L
Isocontainer de Plástico/Metálico: 10 000; 15 000; 16 000; 17 000; 18 000; 19 000; 20 000; 21 000; 22 000; 23 000; 24 000; 25 000; 26 000; 30 000; 40 000; 50 000; 60 000; 70 000; 80 000; 90 000; 100 000 L
Isotanque Metálico/Plástico: 18 000; 20 000; 23 000; 24 000; 25 000; 26 000; 30 000; 32 000; 35 000; 36 000 L
Lata Metálica: 5,0 L
Bag in Box de Plástico: 1,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 L
Contentor Intermediário (IBC) de Plástico com Estrutura Metálica: 1 000 L

CULTURA, INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Alabama argillacea (Curuquerê): Quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Aphis gossypii (Pulgão): Quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Euthinobothrus brasiliensis (Broca): 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações.Intervalo de aplicação: 1 semana. Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco): Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.

BATATA: Assim que se observem os primeiros sintomas de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 2 semanas.

CAFÉ: Hypothenemus hampei (Broca): Quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Perileucoptera coffeella (Bicho mineiro): Quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias.

CEVADA: Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação.

CITRUS: Ceratitis capitata (Mosca das frutas): Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume total sugerido: 400-500 l/ha. Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário.

COUVE E REPOLHO: Quando aparecerem os primeiros sinais de ataque, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Volume total de calda: 400 a 1000 l/ha.

FEIJÃO: Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação

FUMO: Iniciar a aplicação 25 dias após o plantio, banhando o colo da planta. Se necessário, fazer outra aplicação aos 45 dias após o plantio, dirigindo o jato para o meio da haste.

MILHO: Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Usar bico leque. Mocis latipes (Lagarta dos capinzais): Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Agrotis ipisilon (Lagarta Rosca): Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.

PASTAGENS: Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação.

SOJA: Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): Quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Epinotia aporema (Broca das axilas): Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.

SORGO: Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Contarinia sorghicola (Mosca do sorgo): Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias.

TOMATE: Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): Quando os frutos estiverem pequenos, 4 a 7 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Liriomyza huidobrensis (Mosca minadora): Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias.

TRIGO: Agrotis ipsilon (Lagarta rosca): Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): Aplicar na fase inicial da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Metopolophium dirhodum (Pulgão amarelo das folhas): Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Sitobion avenae (Pulgão das espigas): Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Schizaphis graminum (Pulgão verde dos cereais): Quando o nível de pulgões for de até 10 /perfilho.Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Spodoptera frugiperda (Lagarta militar): Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações.Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações.Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho e sorgo onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2. Volume de Aplicação: 100 a 300 l/ha com pressão de 150 a 300 lb/pol2. Velocidade de Aplicação: 4,5 km/h. Temperatura: < 30Oc. Umidade Relativa: > 50%. Outros equipamentos sugeridos para aplicação: canhão, baixo volume, costais manuais ou motorizados ou aeronave agrícola equipada com barra ou "micronair" e, através de equipamentos de irrigação tipo pivot central. Outras aplicações poderão ser feitas com equipamentos similares, procurando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): Feijão: 25 dias, Pastagens: 13 dias, Cevada: 14 dias, Fumo: não definido, Demais culturas: 21 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Nas condições de aplicação do produto e calçado com botas, não há restrições de reentrada de pessoas na área tratada.

FITOTOXIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: Vexter* quando utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas recomendadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Produto irritante para a pele. Ao contato com o produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO: Não provoque vômito, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. OLHOS: Lave com água em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. PELE: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Clorpirifós é um inseticida organofosforado e como tal funciona como inibidor de colinesterase. Testes realizados em animais de laboratório demonstraram que o clorpirifós é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado por mamíferos após administração oral, sendo que 90,1% do material administrado é eliminado após 26 horas. A excreção ocorre principalmente pela urina.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: VEXTER* é considerado moderadamente irritante para os olhos e para a pele, devido aos solventes utilizados na formulação, apresentando baixa toxicidade aguda por via dérmica. A DL50 oral para animais de laboratório encontra-se entre 197 e 599 mg/kg. Animais de laboratório alimentados por 2 anos com uma dieta diária de clorpirifós em doses de até 3,0 mg/kg/dia, não apresentaram nenhum efeito toxicológico adverso.

SINTOMAS DE ALARME: Fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão turva, pupilas não reativas, salivação abundante, suores, náuseas, vômitos, diarréias e cólica abdominal.

EFEITOS COLATERAIS: Não se conhecem efeitos colaterais causados pelo produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Sulfato de atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre sulfato de atropina antes do aparecimento de sintomas de intoxicação. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS (Informações para uso médico): Sulfato de atropina, pelas vias intramusculares e/ou intravenosa (eventualmente também por via oral): 1 a 6 mg cada 5 a 30 minutos, até atropinização leve. Oximas (Contration): 1 a 2 g/dia, nos 3 primeiros dias. Contra-Indicações: morfina, aminofilina, tranqüilizantes.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO (CLASSE II) ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público, e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais, siga as instruções: Piso pavimentado: Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS PARA ADESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS: PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É proibido ao usuário a reutilização e a reciclagem desta embalagem vazia ou o fracionamento e reembalagem deste produto.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODO DE DESCARTE DE EMBALAGENS: As embalagens devem ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens vazias. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESCARTE DE SOBRAS DE PRODUTO: Não contamine fontes de água ou outras áreas com restos do produto. Em caso de sobra, disponha-o em áreas aprovadas para sua eliminação.

INFORMAÇÕES PARA ARMAZENAMENTO DO PRODUTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.