Bula VINEMCO - Basf

Bula VINEMCO

Bacillus amyloliquefaciens MBI600
43019
Basf

Composição

Bacillus amyloliquefaciens cepa MBI600 10 g/kg

Classificação

Tratamento de Sementes
Nematicida Microbiológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Nematicida microbiológico

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 50g - 1,5 kg
Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 2kg - 25kg
Tipo: Balde
Material: Metal ou plástico
Capacidade: 300g - 10kg
Tipo: Saco
Material: Papel ou plástico ou plástico metalizado ou multifolhado composto ou laminado
Capacidade: 50g - 25kg
Tipo: Tambor
Material: Plástico ou metal
Capacidade: 75kg - 200kg
Tipo: Barrica
Material: Papelão
Capacidade: 20kg - 150kg
Tipo: Big-bag
Material: Plástico
Capacidade: 200kg - 1.000kg.

INSTRUÇÕES DE USO

VINEMCO® trata-se de um Nematicida biológico, a base de Bacillus amiloliquefaciens MBI 600, bactéria para controle e gerenciamento de nematoides. VINEMCO® é recomendado para programas de manejo integrado de nematoides com foco em manejo de populações de nematoides, manejo de resistência, associado ao controle cultural.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. MODO DE APLICAÇÃO: O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor). O tratamento é feito diluindo-se a dose recomendada do produto em um volume que não exceda 600 mL de calda por 100 kg de sementes na cultura da soja, podendo chegar até 1000 mL de calda por 100 kg de sementes somente para as culturas do milho. O preparo da calda deve ser feito, primeiro colocando a quantidade dosada de produto em um recipiente específico para esse uso, em seguida acrescentar aos poucos a quantidade de calda dosada misturando de forma a obter uma mistura homogênea, sempre mantendo a agitação da calda para evitar a decantação. Para melhorar a homogeneidade do tratamento, fluidez e redução de poeira, recomenda-se o uso de polímero. Após o tratamento, manter as sementes em sacos ventilados específicos para este fim e a sombra. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo adequado para o plantio de forma a obter uma germinação e emergência uniforme, seguindo as recomendações oficiais de semeadura para a cultura. O tratamento de sementes pode ser feito com o auxílio de máquinas específicas ou tambores rotativos, desde que estejam com a manutenção em dia, de tal forma para que haja uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes. Se o tratamento de sementes for feito com tambores rotativos, a mistura deve ser feita durante aproximadamente 3 minutos, para que haja uma perfeita uniformização do produto sobre as sementes. No momento do plantio, assegurar que a semente tratada seja incorporada ao solo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado por tratar-se de tratamento de sementes antes da semeadura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Não há limitações de uso para as culturas, desde que seja utilizado conforme as recomendações.
• VINEMCO é compatível com produtos usualmente utilizados para tratamento de sementes.
• Não é recomendada a mistura de VIMENCO com produtos de reação fortemente alcalina (hormônios, fertilizante, estimuladores de crescimento, etc...), como com qualquer outro agrotóxico.
• Fitotoxicidade: o produto é seletivo para as culturas descritas em bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de nematoides nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de nematicidas ou Bionematicidas adequados, variedades resistentes e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que possível devemos associar as boas práticas agrícola como: Uso racional de nematicidas e aplicação no momento e doses indicadas, nematicidas específicos para uma determinada espécie de nematoide, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos nematoides conhecendo seu ciclo de desenvolvimento e reprodução, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, etc. Manejo de Nematoides em plantas cultivadas e solo deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as populações de nematoides abaixo do nível de dano econômico.

O uso sucessivo de nematicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle químico do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de nematoides causadores de lesões em raízes de plantas cultivas resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos nematicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de nematicidas com mecanismos de ação distintos dos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos produtos para controle e manejo de nematoides;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em nematicidas no controle de nematoides patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).