Bula Virtue

acessos
Epoxiconazole
1197
Basf

Composição

Epoxiconazol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 15 L de óleo de pulv. agrícola/ha 15 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 3 dias. Preventivamente ou no inicio da infecção
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - - 45 dias. Índice de infecção foliar de até 5%
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Primeiros sintomas de infecção
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Quando forem constatados a partir do florescimento os primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Quando forem constatados índices de infecção foliar de até 30%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Primeiros sintomas de infecção
Fusariose
(Fusarium graminearum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
até 0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção

Frascos de polietileno de 1 L e Bombonas de polietileno de 3, 5 e 10 L.

INSTRUÇÕES DE USO: VIRTUE é fungicida sistêmico, atuando como inibidor da bio síntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos, bloqueando o funcionamento da enzima dimetilase a nível de carbono C14 interrompendo totalmente a síntese de ergosterol. Esse efeito se traduz em uma rápida eficácia e apresentando forte efeito curativo e erradicativo.

Apresenta rápida absorção pelas folhas sendo somente transportado sistemicamente da base para o ápice.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO

CAFÉ: A aplicação de VIRTUE deverá ser efetuada quando forem constatados índice de infecção foliar(*) de até 5%, reaplicar VIRTUE na dose de 0,4 L/ha, sempre que o índice de infecção foliar da ferrugem atingir novamente até 5%.

(*) Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta, folhas entre o 2 e 4o par de folhas do ramo, 10 folhas/planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas/talhão conforme a uniformidade do mesmo.

SOJA: A aplicação de VIRTUE deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 30 %, reaplicar VIRTUE se 10 a 15 dias após a primeira aplicação, for observada evolução da doença.

FEIJÃO: A aplicação de VIRTUE deverá ser efetuada quando forem constatados a partir do florescimento, os primeiros sintomas de ataque da doença nas folhas, repetir com intervalos de 10 a 14 dias, se for observada evolução da doença.

BANANA: O produto poderá ser aplicado preventivamente ou no inicio da infecção nas épocas recomendadas para o controle do Mal de Sigatoka (de outubro a maio para a região Sudeste) ou preferencialmente no período de maior infecção (de dezembro a março), com intervalos de 30 dias.

TRIGO: Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção. Repetir, se necessário. Para controle de giberela pulverizar no início do florescimento.

CEVADA: Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção (até 5% de infecção), repetir se necessário.


MODO DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO : VIRTUE deve ser diluído em água limpa e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de forma a se obter uma boa cobertura de toda a parte da planta que se deseja proteger.

Na Cultura de banana VIRTUE deve ser pré misturado a um óleo mineral emulsionável e depois misturado com óleo mineral para pulverização agrícola ou "spray oil" com índice de não sulfonação mínimo de 90 % como veículo de pulverização.

APLICAÇÃO TERRESTRE:

PARA CULTURA DE CAFÉ quando plantado no espaçamento convencional a aplicação poderá ser feita com turbo atomizador, pulverizador costal motorizado ou costal manual, utilizando bicos de jato cônico, que permitam a vazão de 400 a 1000 L/ha de volume de calda a qual varia em relação a altura e grau de enfolhamento da planta. A pressão do equipamento deverá ser suficiente para proporcionar uma boa cobertura nas folhas internas e externas da planta.

PARA A CULTURA DE BANANA com pulverizador costal motorizado ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeiro, observando sempre que seja feita uma cobertura total das folhas.Vazão de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare.

PARA AS CULTURAS DE TRIGO, CEVADA, SOJA E FEIJÃO com pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas. Vazão de 200 a 300 litros de água por hectare.

APLICAÇÃO AÉREA:

COM USO DE BARRA E BICOS:

PARA AS CULTURAS DE TRIGO, CEVADA, SOJA E FEIJÃO usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras. Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare.

PARA A CULTURA DE BANANA usar bicos de jato cone vazio do tipo D5 com disco (core) de 45 graus, espaçados a cada 20 cm. Pressão na barra ao redor de 30 libras. Volume de calda de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare.

Largura da faixa de pulverização, devendo ser estabelecida por teste. Altura de vôo de 2 a 3 metros sobre a cultura; em locais onde essa altura não for possível, fazer arremates com passadas transversais, paralelas aos obstáculos. Vento máximo de 15 km por hora, sem ventos de rajada.


COM USO DE ATOMIZADORES ROTATIVOS (MICRONAIR AU 3000): Na cultura de banana usar 4 atomizadores por barra. Ângulo das pás de 25 a 35°, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação. Largura de faixa devendo ser estabelecida por teste. Altura de vôo de 3 a 4 metros sobre a cultura. Pressão conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante. Vazão de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare

INTERVALO DE SEGURANÇA: Cevada: 30 dias. Trigo: 30 dias. Banana: 3 dias. Café: 45 dias. Soja: 14 dias. Feijão: 14 dias.

LIMITAÇÕES DE USO: FITOTOXICIDADE: ausente para as culturas, nas doses e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide "Modo de aplicação".

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Uso exclusivamente agrícola.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor Ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use Luvas de Borracha. Ocorrendo contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos e use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não aplique o produto contra o vento. A pulverização do produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas, óculos ou viseira facial e avental impermeável. Não fume, beba ou coma, durante a aplicação do produto. Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não entre nas áreas tratadas até a secagem do produto sobre as folhas das plantas, se necessário use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas, máscara e óculos. Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque de roupa. Lave suas roupas de trabalho separado das demais roupas de seus familiares. Dar manutenção necessária nos equipamentos de segurança. Atentar para o período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de INGESTÃO, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Procure imediatamente o médico ou serviço de saúde, levando a bula, rótulo e receituário agronômico do produto. Em caso de contato com os OLHOS, lave-os imediatamente com água limpa, por 15 minutos. Procure o médico ou serviço de saúde, levando a bula, rótulo e receituário agronômico do produto. Em caso de contato com a PELE, lave-a imediatamente com água e sabão. Procure o médico ou serviço de saúde, levando a bula, rótulo e receituário agronômico do produto. Em caso de INALAÇÃO, mantenha o paciente em local arejado. Procure o médico ou serviço de saúde, levando a bula, rótulo e receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Tratamento sintomático. Em casos de ingestão realizar lavagem gástrica.

ANTÍDOTO: Este produto não possui antídoto específico. O tratamento médico, no caso de intoxicação, deverá obedecer aos procedimentos médicos padronizados no atendimento de pacientes intoxicados por substâncias químicas, devendo ser orientado para os sintomas de intoxicação que se apresentarem.

TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA: BASF Guaratinguetá - SP: (0800) 11-2273 ou (0XX12) 528-1357.

CENTROS DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS: Porto Alegre - RS : (0XX51) 223-6110 / 217-9303. São Paulo - SP : (0XX11) 5012-5311 / 5011-5111 ramal 251. UNICAMP : (0XX19) 289-3128 / 788-7555. EMPRESA : BASF S.A.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Não foram realizados estudos com seres humanos. Os mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Epoxiconazole foram estudados em animais de laboratório. O epoxiconazole é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, que age sobre o citocromo P-450 alterando a síntese da membrana celular, tanto em vegetais quanto em mamíferos.

Epoxiconazole foi avaliado quanto a sua absorção, distribuição e excreção em ratos Fisher nas doses de 3 e 100 mg/Kg de peso corpóreo. A radioatividade foi rapidamente absorvida e excretada, predominantemente pelas fezes (75 - 79%); a radioatividade encontrada em excreções renais foi de somente 12 a 20%. 81% da radioatividade administrada foi eliminada nas primeiras 24 horas do estudo. O teste que originou as informações acima foi conduzido de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes de toxicidade com animais de laboratório.

EFEITOS AGUDOS: Não foram realizados estudos em seres humanos e não existem sintomas agudos relatados de casos de intoxicação com o produto, em condições práticas de aplicação. Em animais de laboratório foi determinada uma dose letal de 50% aguda oral maior que 2000 mg/Kg de peso corporal para machos e fêmeas e uma dose letal de 50% aguda dermal maior que 2000 mg/Kg de peso corporal para machos e fêmeas.

Os sintomas de intoxicação apresentados pelos animais de laboratório no caso de intoxicação aguda oral foram: reduções no reflexo de endireitamento no tono do corpo e na força para agarrar e irritabilidade, os animais se recuperaram após 24 horas da administração. No caso de intoxicação aguda dermal o produto causou dermatite eczematosa, reversível 9 dias após a exposição. O produto testado em coelhos mostrou ser levemente irritante para olhos e moderadamente irritante para a pele. O produto não causou sensibilidade cutânea em cobaias. Os testes agudos que originaram as informações acima foram conduzidos de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes de toxicidade com animais de laboratório.

EFEITOS CRÔNICOS: Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados durante toda ou boa parte de suas vidas expostos ao Epoxiconazole, em diferentes concentrações, foram estabelecidas doses de não efeito tóxico, por exposição crônica à substância.

Foram ainda estudados os efeitos sobre o processo reprodutivo e a progênie de animais de laboratório, tendo sido estabelecidas doses de não efeito tóxico.

Foram realizados testes de mutagenicidade em células de bactérias e micronúcleos, sendo que, em ambos os experimentos o resultado obtido foi negativo.

Os testes sub-crônicos e crônicos que originaram as informações acima foram conduzidos de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes de toxicidade com animais de laboratório.

EFEITOS COLATERAIS OU SINTOMAS DE ALARME: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais. Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendado a suspensão do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a manipulação.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., telefones de emergência: Empresa: (0800) 11-2273 ou (0XX12) 528-1357 ou Centro de Informações Toxicológicas: São Paulo (0XX11) 275-5311, Porto Alegre (0XX51) 229-9203 / 223-6110 / 223-6417, Campinas (UNICAMP) (0XX19) 239-3128 / 239-7555. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto com terra ou serragem. Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o fabricante ou o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO E DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamento de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos. Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume. Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos. Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. Faça esta operação três vezes. Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. Acione o mecanismo para liberar o jato de água. Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua evolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo Órgão Estadual responsável, equipamentos com câmaras de lavagem de gases efluentes.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não misturar com produtos fortemente alcalinos.