Bula Vitavax Thiram 200 SC

CI
Carboxina; Tiram
1193
UPL

Composição

Carboxina 200 g/L
Tiram 200 g/L

Classificação

Tratamento de sementes/Tratamento do solo
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Sistêmico

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gossypii (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Ceratocystis paradoxa (Podridão da coroa) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Drechslera teres (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium graminearum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum pisi (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium oxysporum f.sp. phaseoli (Amarelecimento de fusarium) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium oxysporum f.sp. pisi (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium solani f sp pisi (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-vagem

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium oxysporum f.sp. phaseoli (Amarelecimento de fusarium) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium solani f. sp. phaseoli (Podridão radicular seca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acremonium strictum (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aspergillus flavus (Podridão das sementes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium moniliforme (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium oxalicum (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Curvularia spp (Curvulária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Drechslera spp. (Mancha-reticular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium moniliforme (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium semitectum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phoma spp (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cladosporium cladosporioides (Fungo de pós colheita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum truncatum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium pallidoroseum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phomopsis sojae (Podridão seca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria alternata (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco (plástico): 1, 5 e 10 L.

Baldes (plásticos): 5, 10 e 25 L.

Bombona: 25, 50 e 100 L.

Bombona (polietileno de alta densidade): 20 L.

Latas (folha de flandres):1, 2 e 5 L.

Balde (folha de flandres): 10 L.

Bulk (polietileno de alta densidade): 1.000, 1.250, 10.000 e 15.000 L.

Tambor (aço): 100 e 200 L.

Isotanque (metal): 10.000, 15.000 e 20.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é uma formulação que contém um fungicida sistêmico (CARBOXINA - 200 g/L) e um fungicida de contato (TIRAM - 200 g/L). O produto dá maior proteção à semente contra fungos, como também durante os estádios susceptíveis da plântula, principalmente em condições desfavoráveis ao desenvolvimento da cultura e durante o armazenamento, conforme quadro de indicações de uso.

MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS

Tratamento de sementes

As sementes tratadas devem ser usadas exclusivamente para a semeadura, sendo proibido seu uso para consumo humano ou animal, bem como extração de óleo. Diluir a dose indicada para cada cultura, em recipiente adequado, com água suficiente para proporcionar distribuição uniforme do produto nas sementes, evitando o umedecimento em excesso. Sementes umedecidas em excesso devem ser secas à sombra antes de armazená-las e/ou semeá-las. Aplicar com equipamentos especialmente desenvolvidos para tratamento de sementes e que possibilite distribuição homogênea do produto.

Sulco de plantio: Batata

Aplicar o produto com equipamentos especialmente desenvolvidos para aplicação via sulco de plantio. Diluir a dose indicada conforme indicação de uso e pulverizar a calda no sulco, diretamente sobre as batatas-semente, antes do seu fechamento.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada (sulco de plantio).

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar somente as doses recomendadas.
- As sementes tratadas devem ser usadas exclusivamente para a semeadura, sendo proibido seu uso para consumo humano ou animal, bem como extração de óleo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos. Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC – BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas - Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC - BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.




Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.