Bula Wasp 480 SC - Rotam

Bula Wasp 480 SC

acessos
Triflumuron
7910
Rotam

Composição

Triflumurom 480 g/L Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Ingestão, Fisiológico

Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
75 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 5 dias. As aplicações deverão ser iniciadas preventivamente no florescimento, procurando proteger as flores e frutos
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
30 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 28 dias. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar)
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 80 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 28 dias. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar)
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
400 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 6 aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento da praga
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
50 a 80 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 40 dias. Deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar), com até 3% de incidência da praga
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
250 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar a aplicação do produto 7 dias após o transplante
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 - 20 dias. 28 dias. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
30 a 50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha (aéreo) 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 15 - 20 dias. 28 dias. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar)
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
30 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 15 - 20 dias. 14 dias. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar)

Frasco de polietileno de alta densidade: 250 e 500mL e 1L.
Bombona de polietileno de alta densidade: 5L.
Caixa coletiva de papelão: 20L.

INSTRUÇÕES DE USO:
WASP® 480 SC é um inseticida fisiológico de ingestão, inibidor da síntese de quitina. É do grupo químico benzoiluréia, indicado para o controle de pragas através de aplicação foliar.

CULTURAS/PRAGAS /DOSES:
Vide "Indicações de Uso/Doses"

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ABOBRINHA:
Realizar no máximo 4 (quatro) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. As aplicações deverão ser iniciadas preventivamente no florescimento, procurando proteger as flores e frutos, e repetidas em intervalo de 7 dias.

ALGODÃO:
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar WASP 480 SC no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar). Realizar a segunda aplicação, caso haja necessidade, 15 a 20 dias após a primeira aplicação.

BATATA:
Realizar no máximo 6 (seis) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações de WASP 480 SC logo no início do aparecimento da praga. Repetir aplicação, caso haja necessidade, a cada 7 dias.

CANA-DE-AÇÚCAR:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação do produto durante o ciclo da cultura. O produto WASP 480 SC deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar), com até 3% de incidência da praga. Devido ao porte da cultura a aplicação deve ser feita por meio de aeronave agrícola equipada com barra de pulverização.

FUMO:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação do produto durante o ciclo da cultura. Realizar a aplicação de WASP 480 SC 7 dias após o transplante. Utilizar pulverizador costal com bicos cone ou leques sobre as mudas e a linha de plantio.

MILHO:
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar WASP 480 SC no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar). Realizar uma segunda aplicação, caso haja necessidade, 15 a 20 dias após a primeira aplicação.

SOJA:
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar WASP 480 SC no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar). Realizar uma segunda aplicação, caso haja necessidade, 15 a 20 dias após a primeira aplicação.

TOMATE:
Realizar no máximo 4 (quatro) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. São realizadas quatro aplicações, sendo a 11 quando for constatada a presença de mariposa e ovos na cultura, e as demais com intervalos de 7 dias entre elas. Para o controle da broca-pequena iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento das primeiras flores e repetir em intervalos semanais.


TRIGO:
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Devido a sua ação lenta, possibilitando a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar WASP 480 SC no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar). Realizar uma segunda aplicação, caso haja necessidade, 15 a 20 dias após a primeira aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
Agitar a embalagem do produto WASP® 480 SC antes do preparo da calda de aplicação e adicionar a dose recomendada ao volume de água indicado. Pode ser aplicado por meio de equipamentos terrestres ou aéreos.

Aplicação Terrestre:
Usar pulverizadores manuais, pressurizados ou motorizados; equipamentos tratorizados com barra de pulverização ou atomizadores. Os equipamentos devem estar equipados com bicos de jato cônico da série (D2 e D3), com pressão de trabalho em função do volume de calda a ser aplicado por área, normalmente de 80 a 100 lb/pol², e densidade de gotas acima de 20 a 30 gotas/cm². Recomenda-se uma vazão total de 200 a 300 L de calda/há.

Aplicação Aérea:
Para as culturas de algodão, milho, soja, e trigo, usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série D6 a D12 ou similar, altura de vôo de 2 a 3 m acima do topo da cultura, com pressão da bomba de 30 a 50 lb/pol². A vazão deve de ser de 10 a 20 L/ha para aplicação com micronair e de 20 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18 m, e densidade mínima de 80 gotas/cm². As condições climáticas recomendadas para aplicação são de ventos calmos ou menores que 10 km / h, temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa do ar maior que 70%.

Atenção: Na cultura da cana-de-açúcar, a aplicação deve ser feita por meio de aeronave agrícola equipada com barra de pulverização.

Observação: Para outros tipos de aparelhos, para que se tenha uma distribuição uniforme da calda aplicada, é recomendado realizar na aplicação um deslocamento e pressão constante, verificando se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo uniforme e total cobertura da folhagem das plantas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
As condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom resultado de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos corretos de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: Mínimo 55%
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora.
- Temperatura: abaixo de 27ºC

PREPARO DA CALDA:
Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para o abastecimento do tanque do pulverizador, deve-se encher 1/3 da capacidade do mesmo com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e então adicionar o produto, completando por fim o volume com água. Caso aconteça algum imprevisto ou parada técnica que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Considerar todos os fatores de interação relativos a equipamento de pulverização e de clima, que determinam o potencial de deriva, para a tomada de decisão de realizar a pulverização. Siga as restrições existentes na legislação. Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA:
Gotas finas ou mais leves: Demonstram de modo geral, depositarem melhor e mais facilmente nos alvos ou superfícies de deposição verticais e estreitas; penetrando melhor no interior das culturas. São mais sujeitas a deriva e perdas por evaporação. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato cônico vazio.
Gotas grossas ou mais pesadas: Demonstram de modo geral, depositarem melhor em área posicionadas mais horizontalmente e planas. Apresentam uma maior facilidade de deposição na parte externa das plantas e uma grande dificuldade de penetração para o interior das culturas e/plantas. Apresentam uma menor perda por evaporação e pela deriva. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato plano.

DETERMINAÇÃO DO DIÂMETRO DE GOTAS:
Técnica de aplicação – para se obter gotas de diâmetro pequeno, leves ou mais finas, recomenda-se a aplicação com bicos de orifícios finos sob altas pressões. Inversamente a este processo, com a utilização de bicos com orifícios maiores e pressões baixas, apresenta a tendência de se obter gotas de diâmetro maiores e mais pesadas e/ou grossas.

FATORES AMBIENTAIS:
VENTOS:
A velocidade dos ventos influência o potencial de deriva. A velocidade do vento abaixo de 2 km/hora permite a formação e ocorrência do fenômeno climático denominado de inversão térmica, o qual também está associado à temperatura; no entanto, muitos fatores, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento, como já citados anteriormente.
Evitar aplicar o produto em condições de calmaria, ou seja, com velocidade do vento inferior a 2 km/h, e acima de 10 km/hora.


UMIDADADE RELATIVA DO AR E TEMPERATURA:
A umidade relativa do ar determina a velocidade de evaporação de uma gota, consequentemente influencia no volume de aplicação atuando diretamente no rendimento. Em condições ambientais de seca, recomenda-se obter um diâmetro de gotas grandes, conforme descrito em determinação do diâmetro de gotas.
Já temperaturas muito elevada associada a uma evapotranspiração muito elevada, causam a formação de correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção) que prejudicam a deposição adequada das gotas. Nessas condições, evitar realizar a aplicação.

INVERSÃO TÉRMICA:
A inversão térmica é uma condição climática que ocorre quando uma camada de ar quente se sobrepõe a uma camada de ar frio, impedindo o movimento ascendente do ar, uma vez que, o ar abaixo dessa camada fica mais frio, portanto, mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abobrinha: 5 dias
Algodão: 28 dias
Batata: 7 dias
Cana-de-açúcar: 40 dias
Fumo: UNA - Uso não Alimentar
Milho: 28 dias
Soja: 28 dias
Tomate: 10 dias
Trigo: 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão, responsável pala Saúde Humana (ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Se seguida as recomendações de instrução de uso do produto apresentadas na bula, não há outras limitações a serem observadas.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão, responsável pala Saúde Humana (ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente (IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

DADOS RALATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para o uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplicar o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; bota de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRATA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados da seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


INTOXICAÇÕES POR TRIFLUMUROM
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Benzoiluréia

Classe toxicológica: III – Mediamente tóxico

Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.

Toxicocinética: Absorção: Em animais experimentais, inseticidas do grupo benzoiluréia podem ser absorvidos através do trato digestivo e, em um grau menor, através da pele.
Distribuição: Inseticidas do grupo benzoiluréia parecem ser amplamente distribuídos nos tecidos, sem acumular.
Metabolismo: Não há estudos disponíveis em humanos. Os estudos em animais com benzoiluréias mostraram que a principal rota de metabolismo em animais é pela hidroxilação e que altas doses orais nãoforam completamente absorvidas, mas o que foi absorvido pareceu ser rapidamente e completamente metabolizado por hidroxilação e hidrólise.
Excreção: Em ratos e camundongos, a excreção urinária diminuiu proporcionalmente ao aumento do nível da dose. Em gatos, porcos e gado, a maior percentagem da substância é eliminada nas fezes, proporcional à dose administrada.

Mecanismo de toxicidade: É a primeira benzoiluréia a ser comercializada nos anos 70, com ação de regulação do crescimento do inseto (IGR).
Nos insetos atua inibindo a síntese de quitina, que o ser humano não possui
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são completamente conhecidos. Ações oxidativa nos eritrócitos foi evidente pela presença de metahemoglobina, sulfahemoglobina e corpos de Heinz, resultantes da oxidação da hemoglobina. A ação é reversível.

Sintomas e sinais clínicos Ingredientes ativos do grupo benzoiluréia: baixa toxicidade, entretanto, é perigoso se inalado ou ingerido. Cuidado: causa irritação ocular.

Exposição aguda:
- Olhos: causa lesão importante, mas reversível nos olhos; irritação.
- Respiratório: tosse e dispnéia; irritante das mucosas do trato respiratório.
- Pele: irritação da pele e membranas mucosas; sensibilização e sintomas alérgicos (relatados após exposição repetida).
- Ingestão: pode ocorrer náuseas e vômitos.
- Hematológico: em ratos, o triflumuron induziu níveis elevados de metahemoglobinemia e incremento dos reticulócitos.

Exposição crônica: benzoiluréias podem causar alterações eritrocitárias, produção de metahemoglobina, alteração do metabolismo protéico, moderado enfisema e perda de peso.
Triflumuron não é considerado carcinogênico, desregulador endócrino nem tóxico na reprodução ou sobre o desenvolvimento.

Diagnóstico: Estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.

Tratamento: Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.

Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidaddes do produto:
• Cravaõ ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/ 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolecentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
• Lavagem gástrica: Em caso de ingestão recente (até uma hora), proceder a lavagem gástrica (na maioria dos casos não é necessário). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
Controlar as convulsões antes.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca de algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Metahemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de Azul de Metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
• Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos.

Exposição Inalatória
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico se a irritação ou dor persistir.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo.

Contra-Indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.





Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT-ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Informações de Emergência Toxicológica 0800-7010450 (24 horas)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide item Toxicocinética no quadro acima. Não é conhecido o mecanismo de ação em mamíferos. Nos insetos atua inibindo a síntese de quitina, que o ser humano não possui.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado):
DL50 oral para ratos: >2000 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: >4000mg/kg
Concentração letal inalatória em coelhos: >5,56 mg/L.
Irritabilidade dérmica em coelhos: um animal apresentou eritema (grau 1) na leitura de 1 hora, e não apresentou edemas ou eritemas nas avaliações de 24, 48 e 72 horas. Os outros 2 animais não apresentaram edemas ou eritemas nas avaliações de 24, 48 e 72 horas.
Irritabilidade ocular em coelhos: foram observados: vermelhidão na conjuntiva (grau 1), irite (grau 1) e quemose (grau 1) nos olhos de coelhos na leitura de 1 hora. Não foram observados efeitos de irritação ocular nas leituras de 24, 48 e 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: potencialmente não sensibilizante.
O teste de Ames apresentou resultados negativos quanto a mutagenicidade para todas as cepas testadas de Salmonella typhimurium.
No teste de micronúcleos não foi observado um aumento significativo do número de micronúcleos nos eritrócitos policromáticos dos grupos experimental tratado com 2000 mg/kg da substância teste, quando comparada com o grupo controle negativo (X2=275,7; p<0, 001). Nas condições do experimento a substância teste não apresentou efeito mutagênico.

Crônicos: (Produto técnico):
Benzoiluréias podem causar alterações eritrocitárias, produção de metahemoglobina, alteração do metabolismo protéico, moderado enfisema e perda de peso.
Não é considerado carcinogênico, desregulador endócrino nem tóxico na reprodução ou sobre o desenvolvimento.

SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos sintomas de alarme causados pelo produto. Deve-se observar a sintomatologia do paciente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

X – Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’agua. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de manancias de captação da água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de manancias de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos; devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ROTAM DO BRASIL AGROQUÍMICA E PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA – Telefone de Emergência:
(0xx19) 3258-6763.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo de calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Adicione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta de equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

Embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente, causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implantados.

MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado