Bula Wolf

acessos
Metsulfurom-metílico
7207
Du Pont

Composição

Metsulfurom-metílico 600 g/kg Sulfoniluréias

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Água pé mirim
(Heteranthera reniformis)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Língua de vaca
(Rumex obtusifolius)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 31 dias. Estádio de perfilhamento da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 31 dias. Estádio de perfilhamento da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,3 a 4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 31 dias. Estádio de perfilhamento da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,3 a 4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 31 dias. Estádio de perfilhamento da cultura
Aveia preta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 10 dias. Quando estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
30 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. Pré-emergência da cultura e da planta daninha
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
30 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. Pré-emergência da cultura e da planta daninha
Malva branca
(Sida cordifolia)
30 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. Pré-emergência da cultura e da planta daninha
Mussambê
(Cleome affinis)
30 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. Pré-emergência da cultura e da planta daninha
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 15 dias. Quando estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Alfinetes de terra
(Silene gallica)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Esparguta
(Stellaria media)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Gorga
(Spergula arvensis)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Língua de vaca
(Rumex obtusifolius)
6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Aplicar somente em plântulas originárias de sementes. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Rubim
(Leonurus sibiricus)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Urtiga mansa
(Stachys arvensis)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 6,6 g p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Quando estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)

- Frascos metálicos, tambores metálicos, sacos de polietileno, barricas de papelão ou fibras de: 25, 50, 75 e 100 quilos.
- Frascos ou sacos de polietileno de: 10, 20, 25, 30, 33, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, 95, 100, 120, 150, 180, 210, 300, 450, 600 gramas.
- Sacos hidrossolúveis de: 10, 20, 25, 30, 33, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, 95, 100, 120, 150, 180, 210, 300, 450, 600 gramas.
- Sacos aluminizados, multifoliados ou metalizados, cartuchos de papelão de: 10, 20, 25, 30, 33, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, 95, 100, 120, 150, 180, 210, 300, 450, 600 gramas. (Estas embalagens poderão conter 1 ou mais sacos hidrossolúveis nas capacidades descritas acima).
- Embalagens “big-bag” de polietileno de 100 quilos.

INSTRUÇÕES DE USO:

WOLF é um herbicida pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias, seletivo para as culturas recomendadas e de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.
WOLF é utilizado para controle em pré-emergência de plantas daninhas na cultura de cana-de-açúcar e em pós-emergência das plantas daninhas para as demais culturas.

CULTURAS / PLANTAS DANINHAS / DOSES (*):
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

- (*) Manejo de inverno (pré-semeadura do trigo em área de Sistema de Plantio Direto):
a)Plantas daninhas: Língua de vaca (“Rumex obtusifolius”); Serralha verdadeira (“Sonchus oleraceus”); Estelária (“Stellaria media”); Losna Branca (“ Parthenium hysterophorus”) e Picão Preto (“Bidens pilosa”)
b)Dose recomendada para todas as plantas daninhas acima: 4 gramas por hectare.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
1)Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 listros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha.

- Tipos de bicos: Leque (ex.: Teejet, XR Teejet, DG Teejet, Twinjet, TK ou TF) ou cone (ex.:Fulljet); utilizar de acordo com a recomendação do fabricante).

OBS.: No caso de uso de outros equipamentos pulverizadores estes devem proporcionar boa cobertura das plantas daninhas, ou do solo no caso de aplicação em pré-emergência.

- Em aplicação por “Benzedura manual’, em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 a 30 dias, após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), WOLF apresenta controle das plantas daninhas “Sagittaria montevidensis” e “Heteranthera reniformis”, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura.

2)Aplicação aérea: Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos tipo cônico (D9 ou D 10, core 44 a 46) ou atomizadores de tela rotativa (MICRONAIR), altura de vôo: 3 a 4 metros sobre a cultura, largura da faixa de deposição efetiva: 15 m; diâmetro e densidade de gotas: 200 a 400 micra e 10 a 30 gotas/cm²; volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/há.

OBS.: A critério do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.

- CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 25ºC e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

- PREPARO DA CALDA HERBICIDA: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a metade (½) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o WOLF. No caso de embalagens em frascos recomenda-se um pré-diluição em água antes da adição ao tanque pulverizador. Após, adicionar mais ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda herbicida antes de reutilizá-la. Para prevenir problemas de acúmulo de resíduos no tanque do equipamento pulverizador, este deverá ser esvaziado o mais completamente possível, antes do preparo de nova calda herbicida.

- LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO (pulverizador): Após a aplicação do WOLF, lavar o pulverizador procedendo da seguinte maneira:
a) Encher o tanque com água limpa e agitar por 10 minutos;
b) Drenar o tanque em fosso seco;
c) Encher o tanque novamente com água limpa e adicionar amoníaco doméstico (Ájax amoníaco ou similar) a 1% (100 mL/100 litros). Agitar por 10 minutos e drenar em fosso seco.
d) Remover os bicos e peneiras e lavá-los separadamente em um balde contendo a solução.
e) Repetir os passos “a” e “b”.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO PARA CADA CULTURA E FINALIDADE:
- Para controle das plantas daninhas na cultura de arroz irrigado, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
- Para a cultura de arroz realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
- Na cultura da aveia branca realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Aplicar as dose de 3,3 a 4 g/ha de WOLF para o controle de Nabo, Picão branco e Picão preto, no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar a dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da Língua de Vaca, no estádio de 2 a 4 folhas, utilizar a dose de 4,0 g/ha de WOLF. Para Língua de Vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v).
- Para o controle das plantas daninhas Mussambê, Beldroega e Guanxuma na cultura da cana-de-açúcar, aplicar 30 g/ha de WOLF em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, em condições de solo de textura leve.
- Para o controle da planta daninha Beldroega na cultura da cana-de-açúcar, em condições de solo médio, aplicar 30 g/ha de WOLF em pré-emergência da cultura e da planta daninha.
- Para o controle de plantas daninhas na cultura de trigo, aplicar as doses de 3,3 a 6,6 g/ha de WOLF para Alfinete da Terra, Estelaria, Gorga, Nabo, Picão Preto, Picão Branco, Rubim e Losna Branca e 4,0 g/ha para Falsa Serralha, Orelha de Urso e Amendoim Bravo.
Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da Língua de Vaca utilizar a dose de 6,6 g/ha de WOLF. Para Língua de Vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes.
As aplicações de WOLF devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas.
Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
- Para o controle do Nabo nas culturas de aveia preta, cevada e triticale, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. WOLF pode ser aplicado quando a aveia preta, cevada e triticale estiverem entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas.Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
- Aplicação de manejo de inverno: em áreas de adoção do "Sistema de Plantio Direto", o controle de plantas daninhas presentes deve ser realizado antes do plantio ou pré-semeadura do trigo. WOLF possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará dano às plântulas em emergência. WOLF pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio. Aplicado 3 dias antes do plantio para que o efeito de sua ação possa ser observado e evite interferência causada pela plantadeira. Aplicado 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. WOLF deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0.3 a 0.5% v/v.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

- Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 µ). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIAMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.

- Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex.: XR Teejet).

Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.

Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

- Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
a)Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
b)Orientação dos bicos: Direcionando de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
c)Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
d)Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
e)Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura ou do solo (em caso de pré-emergência) aumentam o potencial de deriva.

- Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível a fim de obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

- Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

- Temperatura e umidade: Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

- Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto que a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente indica um bom movimento vertical do ar.

- Gerenciamento da resistência:
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, rotação de culturas, variação de métodos de controle de plantas daninhas, manejo integrado de plantas daninhas, eliminação de escapes para que não cheguem a sementear e uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação na mesma safra ou entre safras, podem ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz (irrigado e de sequeiro): 30 dias
Aveia branca: 31 dias
Aveia preta: 10 dias
Cana-de-açúcar: 90 dias
Cevada: 15 dias
Trigo: 30 dias
Triticale: 15 dias
Manejo de inverno: não determinado

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: quando utilizado de acordo com as recomendações da bula WOLF não causa fitotoxicidade.
- Compatibilidade: WOLF apresenta "incompatibilidade biológica" com formulações do tipo concentrado emulsionável de Tebuconazole, Parathion methyl, Chlorpyrifos e Diclofop methyl.
- Não aplicar em plantas daninhas ou cultura alvo com "stress" causado, por exemplo, por frio, período de seca, excesso de chuvas, seqüência de dias nublados, etc...
- Não aplicar quando a temperatura estiver abaixo de 10° C.
- Na cultura do Arroz Irrigado, não aplicar WOLF antes dos 10 dias da emergência (70% das plantas emergidas) ou após 30 dias da emergência.
- Não aplicar mais que 3,3 g de WOLF por hectare por ciclo da cultura do arroz irrigado.
- Não aplicar mais que 4,0 g de WOLF por hectare por ciclo da cultura do arroz.
- Não aplicar mais que 4,0 g de WOLF por hectare por ciclo da cultura da aveia branca.
- Não aplicar mais que 30,0 g de WOLF por hectare por safra na cultura da cana-de-açúcar.
- Não aplicar mais que 6,6 g de WOLF por hectare por ciclo nas culturas do trigo, aveia preta, cevada e triticale, em pós-emergência.
- Nas aplicações em pré-emergência na cultura da cana-de-açúcar o solo deve estar úmido, bem preparado e livre de torrões.
- Nas culturas do trigo, aveia preta, triticale e cevada, aplicar quando as plantas daninhas tiverem no máximo 6 folhas.
- Não permitir que a deriva da aplicação de WOLF atinja plantações vizinhas de outras culturas ou mesmo áreas vizinhas de arroz com menos de 10 dias de emergido ou com mais de 30 dias após a emergência.
- Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.
- Para rotação de cultura observar o prazo de 90 dias após a aplicação do WOLF para girassol e algodão, 70 dias para milho, e 60 dias para soja e feijão.
- Nas aplicações em pós-emergência, os melhores resultados são observados para as aplicações realizadas entre às 10:00 horas da manhã às 4:00 horas da tarde, quando as folhas não estão molhadas.
- É requerido um período mínimo de 6 horas entre a aplicação e a ocorrência da primeira chuva e/ou orvalho abundante nas folhas das plantas daninhas. • Deve-se deixar bordadura de 2 m na área de aveia preta a ser aplicada, para se evitar que animais das áreas vizinhas se alimentem da cultura durante o intervalo de segurança.
- WOLF não deve ser aplicado em aveia preta consorciada com outras culturas que não estejam indicadas no rótulo/bula.
- Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
- Não aplicar WOLF através de sistema de irrigação.

AVISO AO COMPRADOR:
WOLF deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. A DuPont não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

PRECAUÇÕES GERAIS: -Produto para uso exclusivamente agrícola. -Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. -Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas. -Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. -Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. -Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. -Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: -Produto extremamente irritante para os olhos. -Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. -Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. -Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: -Evite o máximo possível o contato com a área tratada. -Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento. -Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). -Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: -Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada. -Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação. -Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. -Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. -Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, botas, macacão, luvas e máscara. -Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. -Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. -Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. -Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. -Não reutilizar a embalagem vazia; -No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
- Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
- Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
- Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
- Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- Antídoto e tratamento médico de emergência: Não existe antídoto especifico. Tratamento sintomático. Para outras informações: vide bula.

Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III);
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe legislação estadual e municipal.

EM CASO DE ACIDENTE:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamentos de proteção individual
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa DU PONT DO BRASIL S.A.
- Telefone de Emergéncia 0800-701.0109
- Procure impedir que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d'água.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DEVOLUÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS:
- É obrigatória a devolução desta embalagem ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado, por escrito, na nota fiscal de compra. conforme instruções da bula. Não armazene ou transporte embalagens junto com alimentos, bebidas, rações, medicamentos, animais ou pessoas.
-A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos no meio ambiente ocasiona contaminação do solo, da água e do ar.
-SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA REFERENTES AOS PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM EIOU DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone 0800-707.5517 para sua devolução e destinação final.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS. COMPONENTES E AFINS:
- Está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando herbicidas com um mesmo modo de ação são usados consecutivamente no mesmo ciclo da cultura e área, para controlar as mesmas plantas infestantes, populações tolerantes, de ocorrência natural, podem ser selecionadas, propagarem-se e tornarem-se dominantes na área. Uma planta infestante é considerada resistente a um herbicida se ela sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais.
O manejo da resistência pode ser feito através da utilização de várias estratégias. No que diz respeito ao controle químico, uma boa prática de manejo é a utilização de produtos com diferentes modos de ação.
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a herbicida.

Compatibilidade

Vide Aplicação/Uso