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Os transgênicos em debate


A indefinição da Justiça em relação ao plantio de transgênicos no Brasil continua repercutindo no setor agrícola. A Associação Brasileira do Algodão (Abralg) aprovou a recente sentença dla desembargadora Selene Maria de Almeida, do Tribunal Regional Federal da 1 Região, de Brasília, que restabeleceu a competência da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para avaliar e liberar a pesquisa, o plantio e a comercialização de organismos geneticamente modificados, os transgênicos. Segundo a entidade, o Brasil não pode se furtar de cultivar os chamados transgênicos e desenvolver pesquisas na área de biotecnologia. Embora o processo judicial esteja ligado à soja tolerante a herbicida Roundup, da Monsanto, influenciará na liberação futura de outros produtos transgênicos, segundo acreditam os produtores. No caso da cotonicultura, a biotecnologia mostra-se de extrema importância, uma vez que o algodão tolerante a herbicida e o resistente a insetos aumentam a produtividade e economiza em agrotóxicos. Por exemplo, na Índia (terceiro maior produtor de algodão do mundo) o uso da variedade resistente a insetos gerou economia.

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