Desis Mosca-das-frutas Bicho-furão Broca-da-vagem Mata Tudo
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Desis Mosca-das-frutas Bicho-furão Broca-da-vagem Mata Tudo

Descrição

INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas Pragas controladas Doses
Produto Comercial Ingred. Ativo
Abacaxi Broca-do-fruto
Strymon basalides
200 ml/ha 5 g/ha
Algodão Lagarta-das-maçãs
Heliothis virescens
400 m/ha 10 g/ha
Lagarta-rosada
Pectinophora gossypiella
300 ml/ha 7,5 g/ha
Pulgão-do-algodoeiro
Aphis gossypii
400 ml/ha 10 g/ha
Lagarta-mede-palmo
Trichoplusia ni
400 ml/ha 10 g/ha
Curuquerê
Alabama argillacea
100 ml/ha 2,5 g/ha
Percevejo-rajado
Horcias nobilellus 400 ml/ha 10 g/ha
Bicudo
Anthonomus grandis
Alho e Cebola Tripes
Thrips tabaci
30 ml/100 L de água 0,75 g/100 L água
Ameixa Moscas-das-frutas
Ceratitis capitata
Anastrepha spp
50 ml/100 L água 1,25 g/100 L água
Amendoim Lagarta-do-pescoço-vermelho
Stegasta bosquella 200 ml/ha 5 g/ha
Tripes-do-bronzeamento
Enneothrips flavens
2
Arroz
(sequeiro)
Curuquerê-dos-capinzais
Mocis latipes
200 ml/ha 5 g/ha
Lagarta-militar
Spodoptera frugiperda
100 ml/ha 2,5 g/ha
Batata Vaquinha-verde-amarela
Diabrotica speciosa
40 ml/100 L água 1,0 g/100 L água
Berinjela,
Pimentão e
Tomate
Broca-pequena-do-fruto
Neoleucinodes elegantalis
40 ml/100 L água Larva-minadora 1,0 g/ 100 L água
Lyriomyza sativae
Traça-da-batatinha
Phthorimaea operculella
Percevejo-rendado
Corythaica cyathicollis
30 ml/100 L água 0,75 g/ 100 L água
Vaquinha-verde-amarela
Diabrotica speciosa
Vaquinha-das-solenáceas
Epicauta atomaria
Besouro
Systena tenuis
Lagarta-rosca
Agrotis ipsilon
50 ml/100 L água 1,25 g/ 100 L água
Brócoli,
Couve,
Couve-flor e
Repolho
Traça-das-crucíferas
Plutella xylostella
30 ml/ 100 L água 0,75 g/100 L água
Pulgão-da-couve
Brevicoryne brassicae
Lagarta-mede-palmo
Trichoplusia ni
Vaquinha-verde-amarela
Diabrotica speciosa
Curuquerê-da-couve
Ascia monuste orseis
Lagarta-rosca
Agrotis ipsilon
Cacau Vaquinha-verde
Percolaspis ornata 200 ml/ha 5 g/ha
Vaquinha-do-cacaueiro
Taimbezinhhia theobromae
Tripes-do-cacaueiro
Selenothrips rubrocinctus
Chupança-do-cacau 250 ml/ha 6,25 g/ha
Monalonion bondari
Broca-dos-ramos
Stenoma decora
Café Bicho-mineiro-do-café
Leucoptera coffella
Taturana-verde
Automeris spp
Lagarta-mede-palmo 2,5 g/1000 covas
Oxidia saturniata
Lagarta-de-cor-parda
Thyrinteina arnobia
Lagarta-dos-cafezais
Eacles imperialis magnifica
150 ml/1000 covas 3,75 g/1000 covas
Caju Broca-das-pontas-do-cajueiro
Anthistarcha binocularis 200 ml/ha 5 g/ha
Tripes-do-cacaueiro
Selenothrips rubrocinctus
Citros Pulgão-preto-dos-citros
Toxoptera citricida
30 ml/ 100 L de água 0,75 g/ 100 L água
Mosca-das-frutas
Ceratitis capitata
50 ml/ 100 L de água 1,25 g/100 L de água
Bicho-furão
Ecdytolopha aurantiana
30 ml/ 100 L de água 0,75 g/ 100 L de água
Cigarrinha-da-cvc
Oncometopia facilialis
15 ml/ 100 L de água 0,37 g/ 100 L de água
Eucalipto Lagarta-de-cor-parda
Thyrinteina arnobia 200 ml/ha 5,0 g/ha
Lagarta-da-desfolha
Glena bipennaria bipennaria
Feijão Lagarta-falsa-medideira
Pseudoplusia includens
120 – 160 ml/ha 3,0 – 4,0 g/ha
Feijão-vagem Cigarrinha-verde
Empoasca kraemeri
30 ml/ 100 l de água 0,75 g/ 100 L de água
Vaquinha-verde-amarela
Diabrotica speciosa
Broca-da-vagem
Etiella zinckenella
Pulgão
Aphis craccivora
Figo Broca-da-figueira
Azochis gripusalis
50 ml/ 100 L de água 1,25 g/ 100 L de a¿ua
Fumo Pulgão-do-fumo
Epitrix fasciata
Vaquinha-verde-amarela 160 ml/ha 4,0 g/ha
Diabrotica speciosa
Cegadeira
Phthorimaea operculella
Mandarová-do-fumo
Manduca sexta paphus
Lagarta-rosca 200 ml/ha 5,0 g/ha
Agrotis ipsilon
Gladíolo Tripes-do-gladíolo
Thrips simplex
30 ml/ 100 L de água 0,75 g/ 100 L de água
Maçã Moscas-das-frutas
Ceratis capitata
Anastrepha fraterculus
40 ml/ 100 L de água 1,0 g/ 100 L de água
Melão
Broca-das-cucurbitáceas
Diaphania nitidalis
30 ml/ 100 L de água 0,75 g/ 100 L de água
Milho Lagarta-do-cartucho
Spodoptera frugiperda
200 ml/ há 5 g/ha
Pastagem Gafanhoto
Rhammatocerus spp.
300 – 400 ml/ha 7,5 – 10,0 g/ha
Pepino Pulgão-das-inflorescências
Aphis gossypii
30 ml/ 100 L de água Broca-das-cucurbitáceas 0,75 g/100 L de água
Diaphania nitidalis
Vaquinha-verde-amarela
Diabrotica speciosa
Pêssego Mosca-das-frutas
Ceratitis capitata
Anastrepha spp 40 ml/ 100 L de água 1,0 g/ 100 L de água
Mariposa-oriental
Grapholita molesta
Seringueira Mandarová
Erinnys ello
200 ml/ha 5,0 g/ha
Soja Lagarta-da-soja
Anticarsia gemmatalis 200 ml/ha 5,0 g/ha
Lagarta-falsa-medideira
Pseudoplusia includens
Percevejo-da-soja
Nezara viridula
Percevejo-verde-pequeno 300 ml/ha 7,5 g/ha
Piezodorus guildinii
Sorgo Mosca-do-sorgo
Stenodiplosis sorghicolla
Lagarta-militar 200 ml/ha 50 g/ha
Spodoptera frugiperda
Trigo Lagarta-militar
Spodoptera frugiperda
Pulgão-da-espiga 200 ml/ha 5,0 g/ha
Sitobion avenae
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Abacaxi
Iniciar as aplicações quando a inflorescências aparecer na roseta da planta (normalmente
45 dias após a indução floral). Reaplicar com intervalos de 15 dias. Usar 100 – 200 litros
de calda/ha.
Algodão:
Lagarta-das-maçãs: tratar quando encontrar 10 lagartas em 100 plantas.
Lagarta-rosada: Iniciar a aplicação aos 80 dias. Reaplicar a intervalos de 15 dias.
Pulgão-do-algodoeiro, Lagarta-mede-palmo e Curuquerê: Tratar no início da infestação.
Percevejo-rajado: iniciar a aplicação quando encontrar 20% de botões danificados ou 5
percevejos em 50 “redadas”.
Bicudos: Aplicar ao aparecimento dos primeiros insetos adultos na lavoura. Reaplicar
sempre que atingir 7-10% de ataque dos botões florais. Utilizar 100-200 litros de calda/ha.
Alho e Cebola
Tratar dirigindo-se o jato para a inserção das folhas. Utilizar de 300 – 800 L de calda/ha.
Ameixa
Iniciar a aplicação quando os frutos estiverem com 2 cm de diâmetro. Reaplicar com intervalos
de 15 dias.
Amendoim
Lagarta-do-pescoço-vermelho: aplicar no início da infestação
Tripes-do-bronzeamento: aplicar logo no início da infestação. Reaplicar com intervalo de
15 dias.
Arroz
Tratar no início da infestação. Reaplicar se necessário.
Batata
Aplicar no início da infestação de modo a obter uma cobertura uniforme. Utilizar 500 – 800
litros de calda/ha.
Berinjela, Pimentão e Tomate
Broca-pequena-do-fruto: aplicar desde o início da formação dos primeiros frutos. Reaplizar
com intervalos de 7 dias. Aplicar 400 – 1000L de calda/ha.
Larva-minadora e Traça-da-batatinha: Tratar logo no início da infestação. Reaplicar com
intervalo de 7 dias. Aplicar 400 – 1000 litros de calda/ha.
Percevejo-rendado: tratar visando a parte inferior das folhas. Aplicar de 400 – 1000 litros
de calda/ha;
Vaquinha-verde-amarela, Vaquinha-das-solenáceas e Besouro: Tratar no início da infestação.
Aplicar 400 – 1000 litros de calda/ha.
Lagarta-rosca: Pulverizar dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante.
Aplicar 300 – 600 litros de clada/ha.
Brócoli, Couve, Couve-flor e Repolho
Lagarta-rosca: Pulverizar dirigindo-se o jato na base das plantas, após o transplante. Aplicar
300 – 600 litros de calda/ha.
Para as outras pragas: Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga.
Reaplicar em caso de reinfestação. Aplicar 300 – 800 litros de calda/ha.
Cacau
Broca-dos-ramos: Aplicar no início da infestação dirigindo o jato de pulverização para os
ramos e troncos da planta. Reaplicar se necessário.
Para as outras pragas: Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Usar de
100 – 200 litros de calda/ha.
Café
Bicho-mineiro-do-café: Tratar sempre que o nível de infestação atingir 20% de folhas minadas.
Para as outras pragas: Tratar logo no início da infestação. Reaplicar se necessário.
Caju
Aplicar desde o início da floração e repetir com intervalos de 15 – 20 dias.
Citros
Pulgão-preto-dos-citros: Tratar visando a parte inferior da folha. Usar 2 a 5 litros de calda
por planta.
Mosca-das-frutas: Iniciar aplicação com os frutos no tamanho normal antes de seu amarelecimento,
com intervalo de 14-21 dias. No sistema de aplicação de meia copa, adicionar
à calda 3-5 litros de melaço/ 100 litros de água, gastando-se 1 a 1,5 litros de calda. Em
benzedura ou pistola adicionar 10 litros aspergindo-se 50- 200 ml de calda/ planta em 1
m² de copa.
Bicho-furão: Aplicar em cobertura total até o ponto de escorrimento. Usar 2-10 litros de
calda/planta.
Cigarrinha-da-cvc: Tratar no início da infestação. Aplicar 5 litros de calda/planta.
TERMONEBULIZAÇÃO: 200-300 ml/ 2-3 litros de óleo mineral/ha.
Eucalipto
Aplicar no início da infestação. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada
e aplicar de forma a obter boa cobertura em toda massa foliar das plantas. Havendo
necessidade, efetuar nova aplicação.
Feijão
Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Utilizar 100 a 200 litros de
calda/ha.
Feijão-vagem
Cigarrinha-verde e Vaquinha-verde-amarela: Tratar logo no início da infestação. Aplicar
300-1000 litros de calda/ha.
Broca-da-vagem: Tratar preventivamente a intervalos de 7 dias. Aplicar 500-1000 litros de
calda/ha.
Pulgão: tratar visando atingir a praga na parte inferior das folhas. Aplicar 300-1000 litros
de calda/ha.
Figo
Tratar preventivamente a cada 15 dias, a partir da emissão dos novos ramos, com 0,5-
1,0 L de calda por planta.
Fumo
Para as outras pragas: Tratar no início da infestação. Reaplicar quando necessário. Lagarta-
rosca: Aplicar após o transplante das mudas, dirigindo o jato para o colo da planta.
Maçã
Tratar no início da formação dos frutos. Repetir a intervalos de 15 dias. Aplicar 1 a 3 litros
de calda/planta.
Melancia e Melão
Aplicar preventivamente visando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos.
Reaplicar com intervalos de 7 dias. Utilizar de 300 a 800 litros de calda/ha.
Milho
Tratar dirigindo o jato para o cartucho da planta.
Pastagem
Aplicar a menor dose na fase “jovem-saltão” e a maior dose na forma “alada-imago”. Utilizar
em aplicação aérea 15-20 L/ha. Aplicação terrestre: “barra” 100-200 litros de calda/ha.
Gladíolo
Tratar preventivamente com intervalo de 10 dias. Somente para culturas comerciais. Utilizar
300-800 L de calda/ha.
Pepino
Pulgão-das-inflorescências: Tratar visando a parte inferior das folhas. Usar 400-1000 litros
de calda/ha.
Broca-das-cucurbitáceas: Tratar preventivamente a cada 7 dias, visando as folhas, brotos
e, principalmente, flores e frutos. Usar 400 – 1000 litros de calda/ha.
Vaquinha-verde-amarela: Tratar logo no início da infestação. Usar 400-1000 litros de calda/
ha.
Pêssego
Moscas-das-frutas: Tratar no início da formação dos frutos. Repetir com intervalo de 15
dias. Aplicar de 1 a 3 litros de calda/planta.
Mariposa-oriental: Aplicar no início da infestação 1 a 3 litros de calda/planta. Reaplicar se
necessário.
Seringueira
Aplicar no início da infestação. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada
e aplicar de forma a obter boa cobertura em toda massa foliar das plantas. Havendo
necessidade efetuar nova aplicação.
Soja
Lagarta-da-soja e Lagarta-falsa-medideira: Aplicar quando encontrar em média 40 lagartas/
batida de pano, ou então se o desfolhamento médio que 30 % antes da floração e
15% depois.
Percevejo-da-soja e Percevejo-verde-pequeno: Aplicar quando encontrar em média 4 percevejos
grande por batida de pano. N.B. o uso de bico fino alta pressão auxiliam a penetração
da calda, assegurando a eficiência sobre as pragas citadas.
Sorgo
Mosca-do-sorgo: Iniciar a aplicação quando 90% das panículas estiverem emergidas e
10% de florescência.
Lagarta-militar: Aplicar dirigindo o jato para o cartucho da planta.
Trigo
Tratar logo no início da infestação. Reaplicar se necessário.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto pode ser aplicado com pulverizadores terrestres costais manuais e motorizados;
tratorizados; termonebulizadores (geradores de “fog”) e aeronaves agrícolas.
Pulverizadores terrestres:
Costais manuais e tratorizados:
Bicos:
Recomenda-se a utilização de bicos de jato cônico, que geram um melhor espectro de
gotas finas.
Altura da barra ou dos bicos de pulverização:
Os bicos da barra de pulverização deverão ser mantidos na mesma altura em relação ao
topo da cultura, sendo o mínimo de 50 cm para os bicos de jato cônico vazio.
Pressão (uso de bicos de jato cônico vazio):
Para os pulverizadores costais manuais (de alavanca, pressão retida ou de gás) deverá
ser de 60 a 70 psi (400 a 500 kPa) e de 80 a 100 psi para os tratorizados.
Volume de aplicação:
Recomenda-se utilizar de 20 a 200 L/ha. Quando for indicada a dose em diluição por 100
litros, recomenda-se considerar o volume máximo de 100 L/ha de calda.
Diâmetro e densidade de gotas:
Depositar uniformemente sobre o alvo desejado sempre um mínimo de 40 gotas/cm² com
um DMV (VDM) de 110 a 150 micrômetros.
Faixa de deposição:
Considerar sempre no uso de um bico individual ou vários em uma mesma barra, a faixa
de maior uniformidade de distribuição das gotas e densidade, sem falhas ou áreas em excesso.
Costais motorizados:
Bicos:
Nestes equipamentos, pelo uso de bicos do tipo rotativo, manter sempre em operação a
rotação do motor em aceleração total, permitindo um fluxo de vento bastante forte e alta
rotação do bico rotativo gerando gotas finas. Nos equipamentos em que a calda de pulverização
chega pela ação do seu peso e gravidade até o bico, manter sempre este posicionado
abaixo da linha inferior do tanque, caso contrário haverá diferencial de volume pulverizando
quando o mesmo estiver acima daquela linha. Isto será evitado se o pulverizador
possui uma bomba acoplada ao motor, forçando seu deslocamento até o bico de pulverização.
Nestes tipos de equipamentos a variação do volume para mais ou para menos determinará
uma grande variação do diâmetro das gotas, tornando o controle do diâmetro das
mesmas bastante difícil resultado em uma desuniformidade muito grande no seu espectro.
Volume de aplicação:
Volumes altos determinam um excesso de fluxo sobre os bicos, reduzindo sua eficiência e
geração das gotas. Utilizar volumes de 10 a 20 litros de calda por hectare.
Faixa de deposição:
Manter a densidade de gotas em um mínimo de 40 gotas/cm² com o DMV (VDM) de 110 a
150 micrômetros. Nestes equipamentos a faixa de deposição apresenta uma distribuição
de gotas bastante variável na distância que vai da saída do bico até um máximo de 8 metros.
Considerar sempre a faixa útil de 3 a 5 metros de acordo com o tipo de equipamento
em uso, verificando e analisando isto através de papéis coletores de deposição em condições
de campo e cultura.
Pulverização com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros e ultra leves):
Bicos:
Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de
ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição
de um mínimo de 40 gotas/cm² com um DMV (VDM) de 110 a 150 micrômetros.
Número de bicos na barra de pulverização:
Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando
sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada
ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem) do avião. Manter em operação
os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados
no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade
de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda
das gotas pelos vórtices de pontas das asas.
NOTA: o fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a amplitude da faixa de
deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado
pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos
bicos ativos.
O arraste e perda das gotas pelos vórtices de ponta das asas é calculado em média de
30%.
Altura de vôo:
Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição
das gotas na faixa de deposição é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre
considerada em relação ao alvo ou a cultura.
Em outros modelos de aeronaves, operar a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo
estabelecido.
Um vôo abaixo dos valores acima, implicará em uma maior ocorrência da deriva das gotas,
principalmente a deriva vertical, que se perderá totalmente e poderá ocasionar danos
sérios a áreas vizinhas e ao meio ambiente. Também será responsável pela péssima distribuição
e uniformidade de deposição das gotas sobre o alvo desejado, ocasionando
pontos de uniformidade de deposição das gotas sobre o alvo desejado, ocasionando pontos
de concentrações excessivas de gotas e produto na faixa de deposição sob a fuselagem
(barriga).
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação
do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais.
Volume de aplicação:

Klein Klein
Nova Candelária/RS
Cartão de Crédito
20/03/2019 - 02:46
R$ 129,00
Venda
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