Agronegócio impulsiona indústria aeronáutica

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Agronegócio impulsiona indústria aeronáutica

IBGE apontam que a safra agrícola em 2019 vai alcançar 230,1 milhões de toneladas
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As estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a safra agrícola em 2019 vai alcançar 230,1 milhões de toneladas, alta de 1,6% em relação ao resultado de 2018. O desempenho do agronegócio brasileiro tem reflexos em vários outros setores, como na indústria aeronáutica. 

As operações aeroagrícolas têm exercido papel relevante nos ganhos na produção. “O número de aeronaves registradas no Brasil reforça a importância do agronegócio. A segunda maior frota de aeronaves dedicadas às operações específicas atendem o setor agrícola, são mais de 1000 aviões dedicados ao negócio, sem contar os jatos executivos”, aponta o engenheiro aeronáutico Shailon Ian, CEO da Vinci Aeronáutica. 

A intensificação do uso de aviões, helicópteros e drones na agricultura amplia a vantagem competitiva do setor, reduzindo o tempo necessário para o tratamento de grandes áreas, passando pelo monitoramento rigoroso das fazendas com a utilização de Vants. O transporte de executivos do setor é outro ramo em expansão no mercado brasileiro. 

“As aeronaves possibilitam ações imediatas e de urgência, como nos casos de infestações por pragas. Os equipamentos aéreos permitem aplicações emergenciais, como uma excelente relação custo benefício”, avalia o especialista. Segundo ele, a aviação executiva tem permitido ainda o deslocamento com maior rapidez de representantes das empresas agrícolas para os mercados compradores. 

Shailon Ian avalia que o produtor rural está cada vez mais em busca de melhores resultados e a indústria aeronáutica pode oferecer soluções essenciais para uma boa colheita: “É importante lembrar que toda atividade aérea deve ser cercada de cuidados específicos, para garantir a segurança do voo e o cumprimento das regras específicas emitidas pela Anac”. 

Entre os cuidados, o produtor deve sempre contratar prestadores de serviço homologados pela autoridade aeronáutica, de acordo com regras rígidas de segurança que envolvem o treinamento das tripulações e equipes de apoio no solo. “É importante ainda que a empresa tenha toda a documentação da manutenção das aeronaves em oficinas regulamentadas, inclusive para os equipamentos de pulverização”, alerta o engenheiro aeronáutico.


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