Infocafé de 12/06/19

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N.Y. finalizou a quarta-feira em alta
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N.Y. finalizou a quarta-feira em alta, a posição julho oscilou entre a mínima de -0,25 pontos e máxima de +2,20 fechando com +2,05 pts.

O dólar comercial fechou o dia em alta de 0,47%, cotado a R$ 3,8690. No exterior, temores quanto à evolução da guerra comercial entre Estados Unidos e China puxaram mercados de todo o mundo para baixo e ofuscaram o otimismo dos investidores com o cenário doméstico no Brasil. As tensões aumentaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar que não tem interesse em avançar em negociações a menos que os chineses concordem com "um grande acordo". Ao longo das últimas semanas, tanto EUA quanto China anunciaram aumento de tarifas sobre produtos comercializados entre si, o que pode ter grande impacto nas exportações globais. No cenário interno, com os sinais de destravamento da agenda econômica entre governo e Congresso nos últimos dias, aumentaram as expectativas pela aprovação da reforma da Previdência. Hoje, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que os bancos públicos começarão a devolver ao Tesouro Nacional um total de R$ 86,5 bilhões devidos à União. Os valores deverão ser usados para abater parte da dívida pública.

A exportação brasileira de café solúvel alcançou 326.172 sacas de 60 kg em maio, representando aumento de 35,18% na comparação com o mesmo mês de 2018. Com o resultado, o País registra uma recuperação dos embarques do segmento no ano, segundo informa a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics). A receita obtida com os embarques de café solúvel em maio foi de US$ 47,6 milhões, aumento de 21,49% na comparação com o quinto mês de 2018. No acumulado do ano, até maio, os embarques com o produto somam 1,50 milhão de sacas, em comparação com 1,39 milhão de sacas. A receita cambial atingiu US$ 220,1 milhões no acumulado dos cinco meses de 2019. Para a Abics, o próximo desafio ao segmento é a evolução no mercado interno.

"Em volume, as remessas apresentaram resultados excelentes no primeiro bimestre, mas fraco desempenho no segundo. O mês de maio, porém, foi de ótimo desempenho, que proporcionou uma alta de 8,42% no acumulado dos cinco primeiros meses do ano na comparação com o volume exportado de janeiro a maio do ano passado, que foram enviadas a 94 países", analisa em comunicado o diretor de Relações Institucionais da entidade, Aguinaldo Lima. Segundo ele, mantido o bom desempenho das exportações, a meta de crescimento de volume, prevista pelas indústrias em 5% para este ano, será atingida com certa folga. "Isso significa que o café solúvel do Brasil vem ganhando espaço de concorrentes e atendendo à demanda de crescimento do consumo mundial dessa bebida no mundo, que é próximo de 3% ao ano, sendo a Ásia o destaque dessa evolução", explica. Para consolidar a liderança do Brasil nas exportações, que atualmente somam cerca de US$ 600 milhões ao ano, a Abics deposita grande esperança na conclusão do acordo entre União Europeia e Mercosul, que significará a retirada de 9% de tarifa cobrada na importação do solúvel brasileiro. 


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