Soja em alta nos EUA por negociações com China

ANÁLISE AGROLINK

Soja em alta nos EUA por negociações com China

Semana iniciou com uma nova e consecutiva alta no reposicionamento dos fundos de investimento
Por: -Leonardo Gottems
289 acessos

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (07.01) alta de 2,75 pontos no contrato de Março/19, fechando em US$ 9,2425 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 2,50 e 2,75 pontos.

O mercado norte-americano da soja abriu a semana com ganhos para os principais contratos futuros,   com novo encontro entre negociadores dos EUA e da China para discutir questões sobre agricultura e energia para os próximos 90 dias. “Relatórios de fontes comerciais informaram que a China comprou pelo menos 180.000 toneladas de soja dos EUA. Outros disseram que são parte de um lote de 900 mil tons, sendo que ouvimos terceiros afirmando que foram 1,5MT. Mas isto não animou o mercado, porque falta muito (algo como 7,0MT) para reduzir os estoques americanos aos seus níveis normais”, explica Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica.

De acordo com a Consultoria AgResource, a semana iniciou com uma nova e consecutiva alta no reposicionamento dos fundos de investimento: “A especulação fica atenta a qualquer resultado do encontro de delegações EUA-China, que acontece em Pequim. Fontes chinesas da ARC já nos informaram que discussões iniciais entre os representantes de cada Governo apresentam sinais de que ambos os lados pretendem achar um consenso para o fim da Guerra Comercial”. 

“No Brasil, os relatos de produtividade iniciais trazem número decepcionantes para a grande maioria das regiões em colheita. A ARC já estima uma potencial redução de 5 MT para a soja-verão, que agora totalizam 116,8 MT à serem colhidas em 2019. Nossa equipe de análise nos lembra que a probabilidade de uma nova redução é alta, uma vez que os mapas climáticos para janeiro trazem uma retração das chuvas no Centro do país”, concluem os analistas.


Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink