1º Seminário de Sustentabilidade Ambiental no Agronegócio do Oeste da Bahia

Sustentabilidade ambiental é tema de debate entre ONGs, agricultores e Monsanto no 1º Seminário do Agronegócio no Oeste da Bahia

Produzir mais, conservar mais e ajudar agricultores. O lema proposto pelo CEO da Monsanto Company, Hugh Grant, será assunto constante nas novidades apresentadas pela empresa durante o 1º Seminário de Sustentabilidade Ambiental no Agronegócio do Oeste da Bahia, que será realizado em 3 de setembro, a partir das 8h, em Luis Eduardo Magalhães. O compromisso da empresa em relação ao desafio de produzir mais alimentos, fibras e energia, e ainda preservar os recursos naturais, auxiliando os agricultores, será discutido na palestra “Sustentabilidade ambiental no Cerrado – uma visão empresarial”, programada para as 9h30min no auditório do Hotel Solar Rio de Pedras.

Para a gerente de Responsabilidade Ambiental da Monsanto, Gabriela Burian, o tema ganha cada vez mais importância, sendo acompanhado de perto e com interesse por toda a sociedade. “Todos buscam a integração na busca de soluções para questões que vão da escassez de recursos hídricos ao aquecimento global, passando por um grande engajamento da sociedade”, diz. “Para a Monsanto todos têm responsabilidade com a sustentabilidade: cada pessoa em suas ações e trabalho diário, todas as áreas assim como as soluções oferecidas pela empresa. Produzir mais com menos recursos naturais melhorando a vida dos agricultores é nosso foco”.
Com olhos voltados para o aumento da população global, que deve chegar a 9 bilhões de pessoas em 2050, o Compromisso com a Sustentabilidade anunciado por Grant traça um conjunto de metas cujo principal objetivo é contribuir para atender à demanda por maior produção de alimentos, fibras e energia com o uso eficiente dos recursos naturais. Este programa de desenvolvimento sustentável está apoiado em três pilares:


Produzir mais – dobrar a produtividade de sementes de milho, soja e algodão por unidade de area até 2030. Nos próximos cinco anos, a empresa também destinará US$ 10 milhões ao setor público de pesquisa para acelerar o desenvolvimento de novas variedades de trigo e arroz. A cada ano, um painel mundial de experts selecionará um projeto diferente, que receberá US$ 2 milhões em investimentos.
Conservar mais – desenvolver sementes que reduzam em 1/3 a quantidade de recursos para o cultivo das plantas por unidade de area até 2030. Agricultores que plantarem variedades de milho, soja e algodão serão capazes de produzir mais sem a necessidade de aumentar o espaço da lavoura, permitindo menor uso de água, energia e insumos agrícolas. Assim ajudamos a evitar a devastação.
Melhorando a vida dos agricultores – compartilhar expertise com produtores de menor renda, o  seu acesso  a modernas tecnologias agrícolas, especialmente em países pobres e em desenvolvimento. Parte desta iniciativa já está sendo colocada em prática com organizações africanas, para o desenvolvimento de variedades de milho resistentes à seca, investimento em banco de germoplasmas e sem cobrança de royalties. A expectativa é melhorar a qualidade de vida destes agricultores ao ampliar a rentabilidade da lavoura e possibilitar a redução de herbicidas e inseticidas no campo.
Estamos trabalhando na recuperação da biodiversidade do cerrados além da preservação da Mata Atlântica com nossos times de agrônomos de campo (vendas), tecnologia e desenvolvimento tecnológico em uma grande aliança com ONGs, produtores, distribuidores e universidades. O desafio de produzir mais e conservar mais precisa de um olhar multissetorial para ser resolvido na prática”, afirma a gerente de responsabilidade ambiental da Monsanto.


Sobre a Monsanto

A Monsanto está presente no Brasil há quase 60 anos. Pioneira no desenvolvimento de produtos com tecnologia de ponta na área agrícola – herbicidas, sementes convencionais e geneticamente modificadas –, busca soluções que proporcionem aos agricultores produzir mais com menos recursos. Para isso, investe anualmente mais de US$ 1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, e pretende dobrar o rendimento de sementes de milho, soja e algodão até 2030, desenvolver sementes que reduzam em 1/3 a quantidade de recursos naturais por unidade produzida, e compartilhar expertise com produtores para ampliar o seu acesso a modernas tecnologias agrícolas, especialmente em países pobres e em desenvolvimento.
Considerada por 10 vezes consecutivas uma das melhores empresas do Brasil para se trabalhar, segundo guia divulgado pela revista Época/Instituto Great Place to Work, emprega hoje 2,8 mil pessoas. Neste ano, foi eleita pela revista Business Week como uma das 10 empresas mais influentes do mundo. Faturou mais de R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2008, produzindo e comercializando a linha de herbicidas Roundup, sementes de soja convencional (Monsoy) e geneticamente modificada (Roundup Ready®), sementes convencionais e geneticamente modificadas de milho (Agroeste, Sementes Agroceres e Dekalb), sementes de sorgo, algodão (Delta & Pine Land), e, ainda, sementes de hortaliças (Seminis). Em novembro de 2008 entrou no mercado de cana-de-açúcar, com a aquisição das empresas Canavialis e Allelyx, do Grupo Votorantim Novos Negócios. Em fevereiro de 2009 adquiriu a MDM, reforçando sua posição no mercado de algodão.
Em 2008, a empresa destinou R$ 7,4 milhões a projetos socioambientais em todo o Brasil, tendo esse valor saltado para R$ 9,4 milhões em 2009.

Informações: (77) 3611 7173/ bioeste@bioeste.org.br



Realização: Instituto Bioeste e Conservação Internacional Brasil


Informações Gerais

  • 03/09/2009 à 03/09/2009
  • BA - Luís Eduardo Magalhães
    Auditório do Hotel Solar Rio de Pedras
  • Gratuíto

Localização do Evento