I Concana - Congresso Internacional de Tecnologia na Cadeia Produtiva da Cana

O """"boom"""" da cana-de-açúcar mantendo-se em evidência como uma das commodities mais emergentes do mundo e transformando o cenário do agronegócio nacional. Uberaba, no Triângulo Mineiro, bem posicionada geograficamente eqüidistante cerca de 500 quilômetros dos principais centros do País, uma região referência para o segmento tanto em termos de boa qualidade de solo, logística, política do setor e, além de tudo isto, com uma faculdade, a FAZU que surgiu há mais de 30 anos para fazer frente às necessidades da agricultura e da pecuária.
Diante da explosão dos canaviais, surgimento de várias usinas de açúcar e álcool mudando o cenário da economia, a FAZU toma a linha de frente e em parceria com a Uniube (Universidade de Uberaba) e a Cana campo (Associação dos Fornecedores de Cana da Região de Campo Florido/MG) formata um mega evento para discutir a cultura sob todas as vertentes: tecnológica, produtiva, estrutural, ambiental, mercadológica e política.
É o 1º Concana - Congresso Internacional de Tecnologia na Cadeia Produtiva da Cana - que movimentará Uberaba entre 26 e 30 de março convergindo para este município, com cerca de 300 mil habitantes, os maiores nomes do assunto em nível nacional e internacional. O desafio é que juntos, representantes de toda a cadeia possam avaliar os rumos do setor sucroalcooleiro, discutir novas tecnologias, avanços industriais e aspectos referentes a custos e mercado. A iniciativa vem reforçar a posição de vanguarda da FAZU nos estudos e pesquisas referentes a este complexo do agronegócio.

Nomes- Os convites já estão sendo formulados às autoridades do segmento, como o ministro Furlan, do Desenvolvimento; ex-ministro Roberto Rodrigues; representantes do Copam do Triângulo Mineiro, CENPES, Governo de Minas, Saccharum Planejamento e Consultoria S/C Ltda e CTC; o presidente da Datagro Plínio Nastari; o presidente da Orplana / Canaoeste, Manoel Ortolan; gerente de comércio de álcool e oxigenados da Petrobras, Silas Oliva Filho; presidente do Siamig / Sindaçúcar - MG, Luiz Custódio Cotta Martins e o presidente da Unica Eduardo Pereira de Carvalho.

Triângulo - Uberaba, uma cidade pólo, definiu que 30% da área agricultável será destinada à cana-de-açúcar. A decisão foi tomada recentemente em audiência pública presidida pelo prefeito Anderson Adauto com a presença maciça de representantes políticos, do setor produtivo (agricultura, pecuária e usinas), organismos ambientais e instituições ligadas ao ensino, à pesquisa e à extensão rural. Com a decisão 20% da área total fica para reservas, 30% para grãos, 30% para cana; 10% para pastagem e 10% para florestas e áreas de preservação. Praticamente unanimidade a constatação de que o incremento a este cultivo vai diversificar o agronegócio local e regional, gerar desenvolvimento econômico e social a partir da geração de emprego e renda, utilização de áreas degradadas e colocar o município em condições competitivas junto ao mercado interno e externo.

A intenção é ver Uberaba inserida em projeto da Petrobras de exportação de álcool para o Japão, onde a companhia já mantém uma distribuidora. O Triângulo tem se tornando uma grande opção de expansão dos canaviais e por isto as atenções das usinas se voltam para a região.

Compromissos - Aprovado o índice de 30% os representantes dos usineiros se comprometeram em manter o reflorestamento e, especialmente, contribuir para a melhoria da condições do rio Uberaba. Eles garantem que a cana não vem para destruir, mas para equalizar e pode trazer mais que a recuperação econômica e social, apontando para a atração de empresas de outros segmentos e para o próprio meio ambiente.

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