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SP: medidas de apoio ao produtor no enfrentamento da estiagem

No contexto do agronegócio, a variabilidade climática assume papel central


Foto: Divulgação

No contexto do agronegócio, a variabilidade climática assume papel central. Produtores rurais constantemente ajustam seus planos de acordo com as estações, os ciclos de chuva e seca. Contudo, as mudanças climáticas estão desafiando esse padrão, trazendo dificuldades na programação das produções e acarretando prejuízos. Diante desse cenário, o Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, tem adotado medidas estratégicas para mitigar as perdas dos produtores e assegurar o abastecimento da população. As informações foram divulgadas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo.

Nessa direção, o governador Tarcísio de Freitas e o secretário Guilherme Piai, junto a representantes de outras pastas e líderes municipais, reuniram-se nesta quarta-feira (12), no Palácio dos Bandeirantes, para deliberar sobre estratégias e iniciativas visando apoiar os agricultores. Entre as medidas discutidas estão a disponibilização de linhas de crédito específicas para irrigação e armazenamento, além da ampliação da oferta de equipamentos para combate a incêndios florestais nos municípios.

Desde o início da atual gestão, foram investidos R$ 3,5 milhões em equipamentos e veículos de combate a incêndios municipais. Por meio do Programa AgroSP+Seguro, mais de 100 kits de combate a queimadas foram disponibilizados para prefeituras, contendo tanques rígidos e motobombas.

Na Agrishow deste ano, a Secretaria de Agricultura assinou o decreto estadual de Irrigação – Irriga+SP, com o objetivo de dobrar as áreas irrigadas em São Paulo em quatro anos. Atualmente, apenas 6% da área produtiva do estado é irrigada, e a meta é alcançar 15% até 2030.

Este decreto prevê a concessão de linhas de crédito para agricultores adquirirem equipamentos modernos de irrigação, por meio do FIAGRO e do FEAP. O FIAGRO é um fundo específico para impulsionar o desenvolvimento do setor agropecuário, enquanto o FEAP está vinculado à Pasta da Agricultura. Juntos, os recursos estaduais destinados a essas frentes de crédito somam R$ 800 milhões.

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