A Gazeta esteve lá: nas áreas de produção de trigo
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TRIGO

A Gazeta esteve lá: nas áreas de produção de trigo

Gazeta ao longo dos anos acompanha atentamente os ambientes de produção e de mercados do trigo
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No inverno, quando a maioria das culturas agrícolas encontra-se em entressafra, quem reina absoluto nas lavouras é o trigo, grão fundamental para o abastecimento nacional por se transformar em farinha, largamente consumida pela população brasileira. E, naturalmente, por ser planta que se desenvolve nos meses de frio, o cereal é típico da região Sul do País, ainda que haja esforço da pesquisa em selecionar cultivares que possam ser semeadas também fora do extremo sul. E a Gazeta, a partir da movimentação da equipe da Editora Gazeta, ao longo dos anos acompanha atentamente os ambientes de produção e de mercados do trigo.

Essa cultura tem sido contemplada em geral com seção específica no Anuário Brasileiro do Milho, editado de maneira ininterrupta há 15 anos, mas por vezes tem merecido abordagem mais ampla tanto em outras publicações quanto com a atualização de conteúdos na Gazeta do Sul. Mas é especialmente no contexto das principais culturas agrícolas dos anuários de agronegócio que a equipe da Editora Gazeta, entre jornalistas e fotógrafos, costuma visitar os ambientes de produção. O trigo é cultura tradicional no inverno em especial no Paraná, o maior produtor nacional, e no Rio Grande do Sul, onde as lavouras aparecem principalmente no Noroeste do Estado, a região mais alta. Também no Vale do Rio Pardo os trigais se fazem presentes. Ainda mais agora em 2020, quando o grão apresenta um de seus melhores cenários econômicos dos últimos anos.

A perspectiva é de que na safra de 2020 o Brasil aumente em até 30% a produção de trigo em relação ao ciclo anterior, este bastante afetado por problemas climáticos. Consultorias projetam a colheita para 6,6 milhões de toneladas. Com isso, a cultura retornaria para o patamar em que se encontrava em 2016, quando a produção chegou a 6,726 milhões de toneladas; naquele ano, o Paraná colheu 3,4 milhões de toneladas, e o Rio Grande do Sul 2,4 milhões de toneladas. Bem abaixo desse estágio aparecem São Paulo, Santa Catarina (que, embora seja da região Sul, dispõe de menor área para a cultura), Minas Gerais (com cultivos concentrados no Cerrado do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), Goiás, Mato Grosso do Sul e até a Bahia, que, em pleno Nordeste brasileiro, começa a apostar nessa cultura em sua região Oeste e nas áreas mais altas.

O trigo é um cereal do qual o País é muito dependente de importações para dar conta do abastecimento de suas necessidades. A produção interna quase sempre é menor do que o volume trazido de outros países, em especial de Argentina, Estados Unidos e Paraguai. No mundo, a colheita costuma ficar na faixa de 250 milhões de toneladas, sendo que, como é de compreender, é um dos cereais estratégicos para alimentar a população no planeta. E, no Brasil, em especial com os anuários de agronegócio, a Gazeta sempre acompanha essa cultura de inverno muito de perto.

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