Abate bovino tem alta de 7,2% entre 1º e 2º trimestres
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Agronegócio

Abate bovino tem alta de 7,2% entre 1º e 2º trimestres

O número de cabeças abatidas retornou ao patamar de 7,6 milhões de unidades
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No 2º trimestre de 2010 foram abatidas 7,587 milhões de cabeças de bovinos, alta de 7,2% com relação ao trimestre imediatamente anterior e de 10 % na comparação com o mesmo período de 2009. Os dois índices de crescimento confirmam tendência de retomada do crescimento, após forte retração verificada a partir do 3° trimestre de 2008. O número de cabeças abatidas retornou ao patamar de 7,6 milhões de unidades, alcançado no período anterior à crise financeira internacional.
 
 
A variação de 10,0% frente ao mesmo período de 2009 resulta dos desempenhos das regiões Sul e Centro-Oeste, que cresceram respectivamente 26,1% e 12,9%. Mato Grosso, com alta de 145 mil cabeças abatidas, destaca-se entre as unidades da federação.

O peso de carcaças somou 1,825 milhão de tonelada, cerca de 8,0% a mais que no período imediatamente anterior, e de 12,2% frente ao 2º trimestre de 2009. O peso médio cresceu 0,68% em relação ao 1º trimestre, registrando 240,6 kg por animal.

Participaram da pesquisa 1.437 informantes, sete a menos que no 1º trimestre.

No 2º trimestre, foram abatidos 1,236 bilhões de unidades de frangos, alta de 2,4% frente ao trimestre imediatamente anterior e de 5,8% em relação ao mesmo período de 2009. O peso total de carcaça foi de 2,670 milhões de toneladas, 5,6% maior entre os dois últimos trimestres. Em relação ao mesmo período de 2009, o aumento foi ainda maior (8,8%). O peso médio dos animais variou 3,1%, passando de 2,09 kg para 2,16 kg.

Participaram da pesquisa 321 informantes, um a menos que no trimestre anterior.

O abate de suínos cresceu 3,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior, e de 6,6% na comparação com o mesmo período de 2009. Com isso, a produção somou 8,067 milhões de cabeças. Desde o 3º trimestre de 2008, o volume de suínos abatidos vem superando o de bovinos.

Foram produzidas 767,396 mil toneladas, alta de 5,8% em relação ao trimestre anterior, e de 4,9% em relação ao 2° trimestre de 2009.

Participaram da pesquisa de abate de suínos 885 informantes, 11 a menos que no trimestre anterior.

A aquisição de leite somou 4,906 bilhões de litros no 2° trimestre, queda de 6,3% sobre o 1º trimestre e aumento de 14,2% sobre o mesmo período de 2009. Minas Gerais adquiriu 27,8% do total, seguido pelo Rio Grande do Sul (12,8%).

Minas Gerais, frente ao mesmo período de 2009, registrou aumento significativo de 20,1%; e o Rio Grande do Sul de 10,2%. No acumulado do semestre, a produção de leite cresceu 9,9% sobre o mesmo semestre do ano anterior.

Houve produção de 4,889 bilhões de litros de leite industrializado no 2º trimestre, queda de 6,2% com relação ao período imediatamente anterior e alta de 14,5% em relação ao 2º trimestre de 2009.

Participaram da pesquisa 2.043 informantes.

A aquisição de couro cru de bovino ficou em 9,157 milhões no 2º trimestre, 7,7% acima do verificado no 1º trimestre e 12,3% maior que o alcançado no mesmo período de 2009. A principal origem do couro adquirido foram os matadouros frigoríficos (63,0%). São Paulo foi quem mais adquiriu couro no 2º trimestre (18,6% do total nacional), seguido de Mato Grosso (13,5%).

Cerca de 29,1% de todo o couro recebido para ser curtido vem de Mato Grosso, seguido do Rio Grande do Sul (18,8%). Foram efetivamente industrializadas 9,193 milhões de unidades, alta de 8,8% sobre o 1º trimestre e de 14,3% frente ao 2º trimestre de 2009. O principal produto usado em seu curtimento é o cromo (em 95,9% dos casos); apenas 4,1% do couro é curtido usando-se o tanino. A diferença entre a aquisição de peças de couro com o volume de animais abatidos ficou em 20,7% no 2º trimestre, contra 20,2% no 1º trimestre e 18,2% no mesmo período de 2009.

Participaram da pesquisa 136 informantes no 2º trimestre, um a menos que no período imediatamente anterior.

A produção de ovos de galinha foi de 610,627 milhões de dúzias no 2º trimestre, praticamente estável (0,9%) frente ao período anterior e com alta de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2009.

Em todos os meses do 1º semestre, a produção foi maior que a dos respectivos períodos do ano anterior. A maior produção veio de São Paulo (30,4% do total nacional), seguido de Minas Gerais (12,0%); e as maiores variações positivas ocorreram em Mato Grosso (75,7%) e Rio Grande do Norte (44,6%). Já as principais quedas foram registradas no Distrito Federal (-22,2%) e em Pernambuco (-8,6%).

Participaram da pesquisa 1.536 informantes, contra 1.542 no 1º trimestre.

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