Acompanhe o desempenho de ontem para café, suco, algodão e suco
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Agronegócio

Acompanhe o desempenho de ontem para café, suco, algodão e suco

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Café - Ipep recua no país

A participação do preço do café no mercado interno no valor FOB das exportações, conhecido como índice Ipep, fechou março em 93,9%, com uma redução de 0,4 ponto percentual sobre fevereiro, de acordo com levantamento mensal do Conselho dos Exportadores Brasileiros de Café (Cecafé).

No mesmo período, o preço do café arábica FOB subiu 6,5%. Em 12 meses, a cotação do grão registrou alta de 42,9% em dólares, como reflexo da redução dos estoques mundiais. No mercado interno, a cotação da saca de 60 quilos do grão de boa qualidade fechou entre R$ 200 e R$ 205, na terça-feira, segundo o Escritório Carvalhaes. Em Nova York, os preços desabaram ontem, basicamente em função de um movimento de rolagem de posições. Maio caiu 230 pontos, para 67,35 centavos de dólar por libra-peso.

Suco - vendas especulativas

Vendas especulativas pressionaram as cotações do suco de laranja ontem na bolsa de Nova York, e os contratos com vencimento em maio voltaram a fechar abaixo do piso de 60 centavos de dólar por libra-peso. Os papéis caíram 60 pontos, para 59,70 cents, enquanto os futuros para julho encerraram a sessão negociados a 61,65 centavos de dólar, em queda de 65 pontos.

Continua no mercado uma migração dos fundos dos contratos de maio para os de julho, de acordo com a Dow Jones Newswires. Os fundamentos permanecem inalterados e baixistas, já que a expectativa é de aumento da oferta de laranja no Brasil e nos EUA. No mercado doméstico, a caixa de 40,8 quilos da laranja pêra destinada às indústrias de suco saiu por R$ 4,61 na média paulista na terça, segundo o Cepea/Esalq.

Algodão - recuperação em NY

Os contratos de algodão tiveram alta ontem na bolsa de Nova York, após fechar em queda no dia 20. Segundo a agência Reuters, o dia foi marcado por rolagem de posições de maio para julho, com a aproximação do primeiro de notificação, em 26 de abril. O mercado aposta na commodity com base no aumento da área plantada nos Estados Unidos e China. As compras da China no ano passado elevaram os preços do algodão para seu nível mais alto desde 1995.

Os contratos para julho fecharam a 62,61 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 1,24% (ou 77 pontos) em relação ao pregão anterior. No mercado doméstico, o algodão em pluma registra queda de 3,19% no mês. No dia 20, o produto foi negociado a R$ 2,1572 por libra-peso, segundo o índice Cepea/Esalq.

Soja - baixa de seis semanas

As cotações da soja voltaram a fechar em baixa ontem na bolsa de Chicago, pelo quarto pregão consecutivo. Os contratos com vencimento em julho encerraram a sessão negociados a US$ 9,3350 por bushel, em queda de 15,50 centavos de dólar, ao passo que novembro caiu 13,75 cents, para US$ 7,21. Influenciaram o comportamento do mercado a valorização do dólar americano no mercado internacional e as previsões de chuvas benéficas às lavouras nos Estados Unidos.

A expectativa de elevação da taxa de juros no país também colabora para tirar sustentação das cotações. No mercado doméstico, o indicador de preços Cepea/Esalq caiu 0,53% na terça-feira, para R$ 50,62 a saca de 60 quilos. No dia, a queda foi de 0,53%; no mês, a retração acumulada chegou a 1,25%.


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