Acompanhe os preços de ontem para o algodão, cacau, milho e trigo
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Agronegócio

Acompanhe os preços de ontem para o algodão, cacau, milho e trigo

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Algodão - produção dos EUA

Os futuros do algodão subiram na bolsa de Nova York ontem. Os contratos de julho subiram 0,54 centavos, para 59,54 centavos de dólar por libra-peso. Outubro valorizou 0,75 centavos, ou 1,2%, para 61,10 centavos de dólar por libra-peso. A agência Dow Jones Newswires informou que a atenção do mercado volta-se para os dados de exportação semanal dos EUA e o clima nas regiões produtoras.

Segundo a agência Reuters, a alta dos preços do algodão chinês também deu suporte ao mercado. Traders estimam que a área plantada nos EUA esteja próxima a 80%. No mercado interno, o algodão está cotado a R$ 1,7905 a libra-peso (com 8 dias de prazo de pagamento), com queda de 0,09% no dia, e desvalorização de 10,88% no mês, devido ao avanço da safra, segundo o índice Cepea/Esalq.

Cacau - poucos negócios

Vendas locais fizeram os futuros do cacau recuarem na bolsa de Nova York em um dia de poucos negócios. Ao todo, foram negociados 5,8 mil lotes ontem, contra 13,1 mil na sexta-feira. O contrato de setembro recuou US$ 12, para US$ 1.375 a tonelada, enquanto julho baixou US$ 14, para US$ 1.368. Segundo a agência Reuters, os fundos mantêm muitas posições compradas e a só rolagem de posições aumentará o volume de negócios. O primeiro dia de notificação é 17 de junho.

Em Londres, o dia fechou em queda, com 3,5 mil lotes negociados, pressionados por vendas de origem e hedge. Setembro fechou a 814 libras esterlinas, queda de 8 libras. Na Bahia, a arroba do cacau saiu, em média, a R$ 66 em Ilhéus e Itabuna, segundo a Central Nacional de Produtores de Cacau.

Milho - ganhos expressivos

Os futuros do milho fecharam em alta na bolsa de Chicago. Os contratos para setembro foram cotados a US$ 2,91, com alta de 7 centavos de dólar por bushel ou 2,4%. Segundo a agência Dow Jones Newswires, a sessão foi marcada por ganhos sólidos, com os contratos antecipados da nova safra conduzindo o mercado para uma trajetória altista.

Ontem, uma combinação de compras técnicas e interesse sobre possíveis perdas com as chuvas no oeste dos EUA no fim de semana sustentaram a alta, segundo analistas da Fimat Futures. Os Estados Unidos plantaram 95% da área, contra 92% da semana passada. No Paraná, o milho manteve a média de R$ 47 a saca, no transferido do porto de Paranaguá, segundo a Agência Rural. No interior, vendedores pedem R$ 22 e compradores indicam R$ 20,50 a saca.

Trigo - clima desfavorável

As notícias sobre o clima no meio-oeste americano elevaram as cotações do trigo nas bolsas internacionais. Em Chicago, setembro fechou a US$ 3,86 o bushel, alta de 2,5%. Em Kansas, setembro subiu 0,09 centavos, para US$ 4,00 o bushel. Segundo analistas da Fimat Futures, o clima foi o único responsável pela alta em um dia de negociações fracas.

Em cinco dias, o índice de chuvas foi de 175 milímetros provocou alagamento em regiões produtoras de trigo vermelho de inverno. Já o clima na região do trigo de primavera é considerado satisfatório para o plantio da safra. As exportações de trigo na semana encerrada em 20 de maio atingiram 20,5 milhões de bushels, alta de 34,8% sobre o mesmo período de 2003, informou o Departamento de Agricultura dos EUA.


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