Açúcar: contratos futuros fecham em alta nas bolsas internacionais
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Imagem: Pixabay
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Açúcar: contratos futuros fecham em alta nas bolsas internacionais

Etanol volta a subir
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Os contratos futuros do açúcar fecharam em alta nesta quarta-feira (6), mesmo com as cotações mais baixas do petróleo e um dólar forte, que limitam o mercado, segundo analistas. Em Nova York, na ICE Future, o vencimento outubro/22 foi contratado a 17,99 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 19 pontos no comparativo com os preços da véspera. Já a tela março/23 subiu 17 pontos, negociada a 18,24 cts/lb. Os demais lotes subiram entre 2 e 8 pontos.

Segundo a Reuters, os negociantes disseram que a fraqueza nos preços do petróleo bruto continuou a pesar no mercado de açúcar porque eles aumentam a perspectiva de usinas de que utilizem mais cana para fazer o adoçante em vez de etanol, biocombustível derivado de cana.

"A preocupação de que uma retração econômica global poderia conter a demanda por açúcar também contribuiu para a fraqueza recente, enquanto os fundos agora liquidaram uma posição líquida comprada e parecem não ter muito apetite para negociações, pelo menos no curto prazo", disseram os analistas ouvidos pela Agência Internacional de Notícias.

Em Londres a quarta-feira também foi de alta em todos os lotes do açúcar branco. O vencimento agosto/22 foi contratado a US$ 555,30 a tonelada, valorização de 7,30 dólares no comparativo com os preços de terça-feira. Já a tela outubro/22 fechou contratada em US$ 531,60 a tonelada, alta de 5,40 dólares. Os demais contratos subiram entre 1,40 e 4 dólares.

Mercado doméstico

No mercado interno, medido pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, a quarta-feira foi de baixa nas cotações do açúcar cristal. A commodity foi negociada a R$ 126,45 a saca de 50 quilos, desvalorização de 0,16% no comparativo com os preços do dia anterior.

Etanol hidratado

Após 7 dias em baixa o etanol hidratado voltou a subir ontem pelo Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.974,50 o m³ contra R$ 2.951,50 o m³ praticado na terça-feira, valorização de 0,78% no comparativo. Desde 24 de junho que o hidratado não subia pelo Indicador Paulínia.


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