Açúcar: contratos futuros fecham em baixa
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Imagem: Pixabay
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Açúcar: contratos futuros fecham em baixa

Os valores foram afetados em parte pelos mercados de energia mais fracos e pelas chuvas no Brasil
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Os contratos futuros do açúcar fecharam em baixa ontem (15) nas bolsas internacionais. Segundo a Reuters, os valores foram afetados em parte pelos mercados de energia mais fracos e pelas chuvas no Brasil, principal produtor, que ajudaram nas perspectivas para a safra de cana-de-açúcar do próximo ano.

Em Nova York, na ICE Future, o açúcar bruto, no vencimento março/22, foi comercializado a 19,29 centavos de dólar por libra-peso, 36 pontos a menos do que os preços da véspera. Já a tela maio/22 caiu 32 pontos, negociada a 18,93 cts/lb. Os demais lotes recuaram entre 5 e 24 pontos.

Operadores relataram à Reuters que as chuvas no centro-sul do Brasil devem aumentar as perspectivas para a safra de cana-de-açúcar do próximo ano, enquanto as respectivas projeções em países como Índia e Tailândia também apresentam uma melhora significativa.

Ainda sobre o mercado na Índia, o país pode vender mais 6 milhões de toneladas açúcar no mercado mundial este ano, mesmo com a decisão da Organização Mundial do Comércio de que desrespeitou as regras ao oferecer subsídios à exportação que provavelmente não terão impacto sobre as vendas no exterior, disseram autoridades comerciais a Reuters.

Açúcar branco

Na ICE Future Europe, em Londres, a quarta-feira também fechou desvalorizada em todos os lotes do açúcar branco. O vencimento março/22 foi contratado ontem a US$ 503,20 a tonelada, desvalorização de 7,70 dólares no comparativo com a véspera. Já a tela maio/22 desceu 7,10 dólares, com as negociações em US$ 499,80 a tonelada. Os demais contratos caíram entre 1,90 e 5,10 dólares.

Açúcar cristal

Pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 quilos do açúcar cristal fechou ontem a R$ 154,46, com avanço de 0,74%.

Etanol hidratado

O etanol hidratado fechou em baixa pelo Indicador Diário Paulínia. Ontem, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 3.432,50 o m³, contra R$ 3.434,50 o m³ na véspera, pequena desvalorização de 0,06% no comparativo.


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