Agricultores familiares da região Oeste podem produzir alimentos biofortificados para alimentação escolar
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Alimentação

Agricultores familiares da região Oeste podem produzir alimentos biofortificados para alimentação escolar

Os biofortificados foram cedidos pela Embrapa
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Um grupo de agricultores ligados à Associação dos Produtores Orgânicos de Palotina (Apop), participou de um Dia de Campo demonstrativo para conhecer variedade de milho e feijão biofortificados. Os produtos são dotados de níveis nutricionais maiores o que os torna especiais para a alimentação humana.

Entre os exemplos deste tipo de cultura está o milho com incremento de vitamina A e duas variedades de feijão com altos níveis de zinco e ferro, nutrientes fundamentais para as crianças, segundo o técnico da Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná (Biolabore), Juliano Casagrande.

Os biofortificados foram cedidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por intermédio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundetec), de Cascavel. As sementes podem ser multiplicadas e compartilhadas com os demais produtores, conforme Casagrande.

Além dos agricultores, o Dia de Campo contou com a presença do prefeito de Palotina, Jucenir Stentzler e do secretário de Agricultura, Antoninho Chechi, que foram conferir o resultado da produtividade, tendo em vista que os produtos poderão ser utilizados na alimentação escolar. O trabalho é executado de forma conjunta com a Itaipu, prefeitura e Biolabore.

Demonstração

A área onde foram cultivadas as variedades de biofortificados, também foi aproveitada para se demonstrar o comportamento de espécies destinadas à adubação verde de verão, com crotalárias, feijão guandu e mucuna anã. As variedades foram conseguidas pelos próprios agricultores, um ponto positivo de proatividade e interação social.

Juliano Casagrande destaca o compromisso da Biolabore em implementar e fomentar tecnologias e ações de desenvolvimento da cadeia produtiva e comunitária para uma melhor qualidade de vida.

A conservação das sementes com geração de autonomia produtiva está entre as premissas de ações com unidades familiares trabalhadas através da produção sustentável.


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