Agricultura de precisão
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Agronegócio

Agricultura de precisão

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Senar, conquistou a parceria da Indústria de Implementos Agrícolas Stara para a prática da agricultura de precisão no país
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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Senar, conquistou a parceria da Indústria de Implementos Agrícolas Stara para a prática da agricultura de precisão no país. O documento foi assinado por Kátia Abreu, senadora e presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e do Conselho Deliberativo do Senar, e também por Gilson Larri Trennepohl, presidente da empresa. A solenidade aconteceu na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20.


A assinatura registrou o lançamento de diversos seminários sobre o tema que passarão por Mato Grosso e outros estados do Brasil. A programação está prevista para agosto, e segundo Kátia Abreu, a cidade de Sorriso, em Mato Grosso, pode ser uma das contempladas.

SAIBA MAIS
Conforme a senadora, a divulgação da agricultura de precisão para os trabalhadores rurais fará com que eles produzam mais no mesmo espaço. O convênio permitirá a capacitação de produtores para o uso de técnicas diferenciadas nas propriedades. A agricultura de precisão permite que o produtor modernize a sua atividade com ferramentas inovadoras, assim como máquinas agrícolas. Outras vantagens da prática são a coleta de dados de produção e a elaboração de mapas para a melhor orientação do agricultor.


O palestrante do Senar/RS, João Telles, ressaltou que a parceria pode estimular o produtor a utilizar melhor a tecnologia. O pesquisador Telmo Amado, da Universidade Federal de Santa Maria, apresentou uma experiência bem sucedida desenvolvida em uma fazenda na região do Alto Jacuí, no Rio Grande do Sul, que ampliou a produção em 8%.

“Conseguimos uma uniformização da produtividade. Na fazenda que implementamos o ciclo completo da agricultura de precisão, percebemos que havia áreas com produtividade de nove sacos por hectare, enquanto em outro espaço, a produtividade era de 23 sacos/hectare”, revelou.


MATO GROSSO
Durante os dias de 20 a 22 de junho, o Sistema Famato/Senar-MT e sindicatos rurais participaram do Rio+20.
“Precisamos de uma legislação única para o mundo e que traga um conceito ambiental forte aliado à produção agropecuária sustentável. Acredito que outros países e instituições discutem suas legislações, mas precisam pensar numa prática comum para todos de conservação e garantia de produção”, ressaltou o presidente da Famato e do Senar-MT, Rui Prado.

O superintendente do Senar, Tiago Mattosinho, considerou positiva a participação da Comitiva na Rio+20. “É importante destacar que há 20 anos, na Eco-92, não houve a presença do setor produtivo, ficamos à margem dessas discussões. Quando há mudança política globais, com certeza, essas mudanças vão refletir dentro da propriedade”, completou Mattosinho.

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