Agrodefesa ajuda o combate à aftosa no MS


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Agrodefesa ajuda o combate à aftosa no MS

Os profissionais vão atuar na execução de ações de vigilância, fiscalização e emergência contra a febre aftosa
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Oito fiscais da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) passam a integrar a Força de Controle da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal do Mato Grosso do Sul. Os profissionais, todos veterinários, vão atuar na execução de ações de vigilância, fiscalização e emergência contra a febre aftosa e ficam no MS por tempo indeterminado.


A pedido da secretária de produção e Turismo do Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina Côrrea, os fiscais agropecuários da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) vão integrar, a partir desta terça-feira (10), a Força de Controle da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal do Mato Grosso do Sul. Os profissionais, todos veterinários, vão atuar na execução de ações de vigilância, fiscalização e emergência contra a febre aftosa.

Na última semana, um foco da doença foi confirmado numa propriedade rural da cidade paraguaia de Aguaray Amistad, perto da fronteira com o Brasil. O trabalho de emergência sanitária vai se concentrar nos postos de fronteira para coibir a entrada de animais daquela região em território nacional. O serviço será feito em parceria com o Exército e a Polícia Federal.


“A longa extensão da divisa com o Paraguai, 600 quilômetros, é o que dificulta o trabalho, mas todas as providências foram tomadas a tempo e estamos otimistas, porém vigilantes”, comenta o presidente da Agrodefesa em Goiás, Antenor Nogueira. Ele acrescenta que o alto nível técnico dos fiscais goianos, devidamente treinados para emergência sanitária, e os equipamentos (quatro veículos equipados também foram colocados à disposição) vão contribuir para bom êxito da missão.

Aqui no Brasil também foi reforçada a fiscalização nas divisas de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, além dos estados da região Sul. O maior trabalho, no entanto, será em território paraguaio. Lá, será necessária a vacinação emergencial do rebanho bovino e um levantamento rigoroso da atividade viral para identificar o que provocou o aparecimento da doença. Todos os países sul-americanos estão comprometidos em erradicar a febre aftosa definitivamente até 2015. A permanência dos fiscais goianos na região sul-matogrossense será por tempo indeterminado.

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