Agronegócio responde por 65% das exportações catarinenses em 2017

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Agronegócio responde por 65% das exportações catarinenses em 2017

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
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Santa Catarina encerrou 2017 com saldo positivo nas exportações, somando US$ 8,51 bilhões em faturamento. E boa parte desse total tem origem no agronegócio. O setor respondeu por 65% dos embarques catarinenses no último ano, com receita que passa de US$ 5,5 bilhões. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e foram divulgados pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

A verdade é que os principais produtos vendidos por Santa Catarina são do agronegócio. Os destaques são a carne de frango, madeira e móveis, o complexo soja e a carne suína, que juntos somam US$ 4,1 bilhões. No total exportado pelo agronegócio catarinense são considerados os setores agropecuário, economia do mar, madeira, papel e celulose.

Crescimento

Santa Catarina apresentou um crescimento de 12% em relação a 2016 - desempenho que coloca o estado em oitavo lugar no ranking das exportações brasileiras. O mesmo acontece com o agronegócio. O setor exportou 11,8% a mais em 2017, faturando US$ 5,5 bilhões.

Segundo o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Solpesa, os números mostram a importância do agronegócio para a economia catarinense e o indicativo de que o estado está no caminho certo. “Somos um estado feito de pequenas propriedades rurais e mesmo assim conseguimos ser altamente produtivos. Os produtores rurais são dedicados e o Governo do Estado é um grande parceiro no desenvolvimento do meio rural catarinense. Isso tudo faz de Santa Catarina o maior produtor nacional de suínos e o segundo maior produtor de aves, reconhecido internacionalmente pela qualidade de seus produtos”, ressalta.

De acordo com a FIESC, dentre os trinta principais parceiros comerciais de Santa Catarina, os destaques são: Estados Unidos (responde por 16,57% dos embarques), China (11,28%), Argentina (6,88%), México (4,70%), Japão (4,69%) e Rússia (4,51%).

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