Aliança Agroeconômica do Centro-Oeste lança relatório do 1º trimestre de 2021
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Imagem: Pixabay
AGRONEGÓCIO

Aliança Agroeconômica do Centro-Oeste lança relatório do 1º trimestre de 2021

Aliança Agroeconômica se reuniu na última semana para lançar o relatório com dados da produção agropecuária
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A Aliança Agroeconômica se reuniu na última semana para lançar o relatório com dados da produção agropecuária do Centro-Oeste no primeiro trimestre de 2021. Em razão da pandemia, o encontro foi realizado por videoconferência. Criada em 2018, a aliança é composta pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e o Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG).

O relatório destaca os dados das exportações de carnes em janeiro, fevereiro e março, além de análises sobre o impacto das chuvas na safra 2020/2021 de soja e milho e o consumo de proteína animal no Brasil. O documento apresenta, ainda, os custos de produção de soja e milho, além de informações sobre a produção e abate de carne bovina no Centro-Oeste e no país.

O objetivo é auxiliar o produtor rural em suas tomadas de decisão, subsidiar o setor agropecuário com dados e análises de demandas específicas e ainda difundir informações do agronegócio.

De acordo com o documento, no primeiro trimestre deste ano, os três estados do Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) exportaram 275,8 mil toneladas de proteína animal, com receita de US$ 880 milhões. Os números revelam que a preferência internacional é a carne bovina, com US$ 671,3 milhões, seguida pelo frango, com US$ 182,4 milhões e carne suína (US$ 24,5 milhões).

Com relação aos impactos do clima na safra 2020/2021, a ausência de chuvas em janeiro prejudicou o desenvolvimento das lavouras de soja semeadas já com atraso tanto em Goiás, Mato Grosso do Sul e parte do Mato Grosso.

Segundo o relatório, os impactos foram piores no mês de fevereiro, quando os volumes de chuva foram acima do normal, interferindo diretamente na colheita em todo o Centro-Oeste.

Além de desencadear o atraso da colheita de soja, provocou o atraso na semeadura do milho, que consequentemente foi finalizado apenas no início de abril. Em Mato Grosso, maior produtor nacional de milho, 45,3% das áreas foram semeadas fora da janela ideal, ou seja, cerca de 2,6 milhões de hectares.

Clique aqui para ler o relatório.


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