Alimentos e moda devem ser o foco do investimento de brasileiros na China

Agronegócio

Alimentos e moda devem ser o foco do investimento de brasileiros na China

Empresários e governo vão investir nos setores de carne, frutas, café, laticínios, mel e vinho
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As presenças, na China, da presidenta Dilma Rousseff, de vários ministros e de mais de 300 empresários brasileiros devem marcar um novo momento nas relações comerciais e econômicas entre o Brasil e a China.

O coordenador da Unidade de Imagem e Acesso a Mercados da Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Ricardo Santana, disse nesta quarta-feira (30) que o empresariado nacional quer ampliar espaços nas áreas de alimentos e moda na China.


A China é o primeiro parceiro comercial do Brasil. Em 2010, o Brasil exportou para China um total de US$ 30 bilhões, enquanto os chineses importaram cerca de U$S 25 bilhões. No saldo da balança, há superávit favorável ao Brasil no valor de US$ 5 bilhões.


Santana afirmou que os empresários e o governo do Brasil vão investir nos setores de carne, frutas, café, laticínios, mel, vinho, calçados, componentes para calçados e joias. O Conselho Empresarial Brasil-China (Cebc) informou que os interesses da China no Brasil se concentram principalmente nas áreas de energia e de mineração.


Atualmente, parte do que o Brasil vende para a China se baseia em minério de ferro, soja e óleos brutos de petróleo. O Brasil compra da China principalmente produtos manufaturados, como peças de aparelhos transmissores e receptores e de máquinas automáticas para processamento de dados.

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