Alimentos voltam a pressionar a inflação semanal, indica FGV

Agronegócio

Alimentos voltam a pressionar a inflação semanal, indica FGV

De um total de 21 gêneros alimentícios pesquisados, 14 ficaram mais caros
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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 1,09%, na segunda prévia de maio. Essa taxa foi 0,04 ponto percentual maior do que a apurada na primeira prévia (1,05%). A principal elevação foi constatada no grupo alimentação que passou de 1,26% para 1,52%.


De um total de 21 gêneros alimentícios pesquisados, 14 ficaram mais caros, entre eles, as hortaliças e os legumes (de 5,77% para 7,89%); as frutas (de 0,12% para 0,33%); os laticínios (de 2,72% para 2,84%), e a comida pronta e congelados (de 1,05% para 1,26%).

Também pesou mais no orçamento doméstico as despesas com habitação (de 0,63% para 0,76%), com reflexos das taxas de água e esgoto residencial (de 1,29% para 2,27%), e a tarifa de eletricidade residencial (de 1,31% para 1,63%).

Os cinco grupos restantes registraram alta, mas com taxas menores do que as obtidas no último levantamento. Embora o grupo de transportes ainda apresente índice elevado com 1,56% ante 1,94%, no período da apuração, entre os dias 7 e 15 de maio, houve expressa redução no ritmo de correção do álcool combustível (de 5,63% para 0,09%).


Em vestuário, a taxa atingiu 1,38% ante 1,60% sob a influência dos calçados (de 0,6¨% para 0,34%); em despesas diversas 0,61% ante 0,76%, com destaque para os cigarros (de 2,21% para 1,54%); em educação, leitura e recreação, o IPC-S passou de 0,35% para 0,26% com perda na velocidade de reajuste dos hotéis (de 1,32% para 0,83%) e em saúde e cuidados pessoais, a taxa aumentou de 1,06% para 1,04% com leve redução da pressão dos medicamentos (de 2,91% para 2,73%).

Os itens que mais ajudaram a elevar o IPC-S foram: a batata-inglesa (de 32,03% para 32,64%); a gasolina (de 6,01% para 5,12%); a tarifa de energia elétrica residencial (de 1,31% para 1,63%), o leite longa vida (de 4,53% para 4,68%) e a taxa de água e esgoto residencial (de 1,29% para 2,27%).

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