Americanos investem no agronegócio em Mato Grosso

Agronegócio

Americanos investem no agronegócio em Mato Grosso

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Novas fronteiras vão receber mais de US$ 480 milhões em cinco anos para a produção e beneficiamento de grãos. Mais de 500 anos depois, o Brasil está sendo redescoberto por estrangeiros. Empresários de diversas nacionalidades têm desembarcado para explorar terras. Estima-se que cerca de 350 agricultores americanos já compraram propriedades no Brasil. Até 2010, os estrangeiros terão investido, no mínimo, US$ 480 milhões na produção e beneficiamento de produtos agrícolas.

A maior parte deles busca novas fronteiras agrícolas, que vão desde o Mato Grosso até o Norte do País, onde há terra barata em abundância. Mas há também aqueles que procuram investir em setores que já estão estruturados, com boas perspectivas de exportações, como o sucroalcooleiro. Neste caso, a aplicação dos recursos se dá em áreas tradicionais do Centro-Sul. Apenas este segmento espera receber US$ 24 bilhões em uma década - incluindo recursos nacionais.

Um exemplo dessa pujança é Querência (MT) onde 10% da área cultivada com soja no município está nas mãos de americanos, holandeses, paraguaios e russos que plantam ainda arroz, milho, algodão e têm áreas de pastagem. Há quatro anos, quando o agrônomo José Emílio Accioly de Amorim chegou ao município, um hectare de terra valia R$ 130. Hoje, custa R$ 5 mil. "Somos o município em que mais se valorizou a área agrícola no estado", diz Erivaldo da Cunha Santos, ex-secretário de Agricultura de Querência.


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