Apreensão de agrotóxico ilegal cresce 20% em abril

Agronegócio

Apreensão de agrotóxico ilegal cresce 20% em abril

Disque-Denúncia 0800 940 7030 já recebeu cerca de 14 mil chamadas anônimas
Por: -Joana
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Fiscalização tira do mercado 15,6 toneladas de produtos proibidos no País somente nos quatro primeiros meses de 2011; 700 suspeitos respondem a ações judiciais

Disque-Denúncia 0800 940 7030 já recebeu cerca de 14 mil chamadas anônimas, cujos dados foram repassados às autoridades policiais, alfandegárias e sanitárias de diversas regiões brasileiras

As polícias brasileiras e autoridades fronteiriças apreenderam 15,6 toneladas de agrotóxicos ilegais entre os meses de janeiro e abril, salto de quase 20% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o acumulado totalizava 11,9 toneladas. Nos últimos anos, 700 suspeitos de comércio ilegal de agrotóxicos foram detidos no Brasil, e passaram a responder a ações judiciais.

No acumulado da campanha nacional contra agrotóxicos ilegais, que teve início no ano de 2001, os dados são os seguintes: cerca de 400 toneladas apreendidas; 700 suspeitos detidos e 310 toneladas incineradas. Apreensões representativas de produtos falsificados e contrabandeados foram registradas recentemente nas cidades paranaenses de Cascavel, Astorga e Guaíra, na baiana Luís Eduardo Magalhães, na goiana Cristalina e em Rondonópolis (MT).


Os delitos de produção, transporte, compra, venda e utilização de agrotóxico contrabandeado ou pirateado são considerados crimes de sonegação, contrabando e descaminho e também enquadrados na Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9605, de 12 de fevereiro de 1988); contrabando ou descaminho (art. 334 do Código Penal) e na Lei dos Agrotóxicos (Lei 7.802/89).

Disque-Denúncia: 14 mil chamadas

A campanha nacional contra os agrotóxicos ilegais mantém um serviço Disque-Denúncia (DD), criado para dar suporte à ação das autoridades, que já recebeu mais de 14 mil chamadas. O número é 0800-940-7030 e a ligação, grátis. As denúncias são repassadas diretamente às autoridades policiais. O DD não utiliza identificadores de chamada ou “binas” e não solicita ao denunciante que se identifique – a denúncia é anônima.


As informações são da Sindag

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