Argentina adia congresso de aviação e Brasil segue com preparativos
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Agronegócio

Argentina adia congresso de aviação e Brasil segue com preparativos

A Fearca adiou para 15 de agosto o início do Congreso Mercosur y Latinoamericano de Aviacion Agrícola
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A Federación Argentina de Cámarar Agro Aéreas (Fearca) adiou para 15 de agosto o início do Congreso Mercosur y Latinoamericano de Aviacion Agrícola. O evento vai até 17 de agosto, na cidade de Rosário, província de Santa Fé. Enquanto isso, no Brasil, seguem a todo vapor os preparativos para o Congresso Nacional de Aviação Agrícola (Congresso Sindag) 2012. O evento vai ocorrer nos dias 27, 28 e 29 de junho, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
 
O congresso em Campo Grande é promovido pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), que tem sede em Porto Alegre e abrange metade das empresas do setor (e cuja diretoria é formada por empresários de todo o País). Este ano, a aposta do congresso é em aumentar a vitrine do setor aeroagrícola brasileiro. Por conta disso, a movimentação vai ocupar três hangares do Aeroporto Santa Maria, na parte leste da cidade, e contará com demonstrações de aeronaves.
 
O Brasil possui a segunda maior frota mundial de aviões agrícolas, atrás apenas dos Estados Unidos. Mesmo assim, apenas 15% da área pulverizada no País é atendida por aeronaves. Além da pulverização de defensivos, os aviões são usados também para semeadura e aplicação de feritilizantes. São eficientes no trato de florestas e também para o combate de incêndios florestais.
 
TECNOLOGIA E PROFISSIONALISMO
 
Conforme o Sindag, a pulverização aérea reduz em até um terço o uso de defensivos nas lavouras. Os motivos estão desde a alta tecnologia empregada no setor até o fato ser o único meio de aplicação realmente regulamentado e fiscalizado no Brasil. Para se ter uma idéia, um avião agrícola não decola sem estar autorizado pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (que abrange a Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA). Isso além do crivo dos órgãos ambientais de cada Estado.
 
Quanto ao pessoal envolvido, o piloto agrícola precisa antes ser piloto comercial e ter completado pelo menos 400 horas de vôo para daí poder fazer o curso específico para o setor. Onde, além da técnica de vôo, ele aprende sobre segurança de aplicação e procedimentos de emergência para evitar desastres ambientais. Além disso, cada avião precisa ser acompanhado, em terra, por um Técnico Agrícola que, depois de formado, precisou fazer também o Curso de Executor de Aviação Agrícola. Todos sob a responsabilidade de um engenheiro agrônomo.

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