Assembléia do Frialto é adiada novamente

Agronegócio

Assembléia do Frialto é adiada novamente

A Assembléia Geral de Credores (AGC) do Frigorífico Frialto foi adiada para o dia 02 de dezembro, no mesmo horário e local
Por:
1583 acessos
A Assembléia Geral de Credores (AGC) do Frigorífico Frialto, remarcada para a manhã desta quarta-feira (10-11) em Sinop (MT), foi adiada para o dia 02 de dezembro, no mesmo horário e local. Segundo o integrante da unidade jurídica da Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul (Famasul), Gilceu Luís Richetti, que acompanhou a assembléia adiamento foi proposto pelos credores bancários Banco Rural e Indusval Mulstistock, sem apresentação de justificativa, e aprovado pelos credores presentes.

Marcada inicialmente para 10 de outubro, a assembléia foi adiada naquela data a pedido do próprio frigorífico, que apresentou no último dia cinco uma nova proposta de recuperação judicial. Mantendo basicamente as bases da proposta anterior, o plano mais recente apresentado pelo Frialto oferece aos credores estratégicos, categoria na qual estão os pecuaristas, condições preferenciais no recebimento dos créditos.

A proposta apresenta as seguintes formas de pagamento: os credores com crédito inferior a R$ 25.000,00 deverão ser pagos integralmente até 05 dias depois da homologação judicial do plano. No plano inicial, o prazo era de 30 dias. No restante, o plano se mantém com a mesma proposição. O pagamento integral dos credores cujo crédito é superior a R$ 25.000 estaria sendo proposto em até 35 meses após a homologação. E no prazo de até 59 meses, o Frialto pagaria integralmente os demais credores.

Dificuldades - As dificuldades econômicas do Frialto se arrastam desde 2009, quando o frigorífico contratou a Iposeira Partner para reestruturar uma dívida de R$ 360 milhões. A exigência de pagamento à vista por parte dos fornecedores e as restrições de crédito somaram-se aos problemas que a empresa acumulou, o que culminou com o anúncio do fechamento de cinco das suas unidades no país, uma delas localizada em Iguatemi (MS), em maio deste ano. Com isso, cerca de 700 funcionários ficaram sem emprego no município sul-mato-grossense. Levantamento da Famasul indica que são 217 credores de MS com valores a receber do frigorífico, um montante que fica na casa dos R$ 19 milhões.
 
As informações são da assessoria de imprensa da Frialto.
Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink