ATeG ajuda cafeicultor a obter produto gourmet
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Imagem: Pixabay
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ATeG ajuda cafeicultor a obter produto gourmet

Café arábica, cultivado em Brasília, é destaque pelo grau de intensidade, aroma, sabor e fragrância
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A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) está por trás de uma importante conquista do cafeicultor Reynaldo Barros: ter o seu café tipificado como gourmet. A história de sucesso foi tema de uma reportagem exibida pelo programa Nosso Agro no último sábado (9).

Na atividade desde 2011, o produtor de Brasília passou a buscar conhecimento e qualificação para melhorar a produção até que descobriu o trabalho de Senar. A partir do acompanhamento da ATeG, ele adotou novas tecnologias na irrigação, na adubação, nos tratos das plantas e no manejo dos grãos.

“As ações corretivas da ATeG visam a melhoria da qualidade do produto e auxiliam o produtor na correção do solo, melhoria da fertilidade e do manejo e no controle de pragas, doenças e ervas daninhas. Tudo isso melhora o produto e, no caso dele, superou as nossas expectativas”, afirmou a supervisora de ATeG do Senar/DF, Fernanda Rodrigues.

Reynaldo, que conta com o apoio da esposa Tânia Maia Flores no gerenciamento da propriedade, cultiva atualmente 20 mil pés de café arábica de forma orgânica. A produção vem crescendo nos últimos anos e chegou a 10 toneladas de grãos, mas o principal diferencial foi alcançar um grão de excelência.

A alta qualidade foi reconhecida este ano pelo Núcleo Global de Análise e Pesquisa (Nugap), que atribuiu ao grão a nota 8.9, em uma escala de zero a 10, classificando o produto como café gourmet. Um café tradicional, por exemplo, recebe, no máximo, nota 6. Os critérios analisados são grau de intensidade, aroma, sabor e fragrância.

“Conseguimos essa pontuação devido ao baixo número de defeitos e adstringência e pelo sabor e aroma elevados da bebida. São percepções que o consumidor tem ao degustar o café. Mas o sucesso não se conquista sozinho. Tenho pessoas que me ajudam e o apoio do Senar foi fundamental”, disse.

Na propriedade, o trabalho envolve a colheita, a secagem no pátio e o ensacamento do café. O beneficiamento é feito por uma empresa parceira e a comercialização do café gourmet conta com a ajuda do genro Flávio Vargas, que auxilia na divulgação e na venda pelas redes sociais.


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