Aumento de casos de Covid-19 na Europa faz preços das commodities caírem
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Imagem: Pixabay
MERCADO

Aumento de casos de Covid-19 na Europa faz preços das commodities caírem

O açúcar bruto, negociado na ICE de Nova York, voltou a cair e se aproxima da casa dos 14 cts/lb
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O aumento do número de casos de Covid-19 na Europa e um ambiente macro mais negativo influenciaram os preços das principais commodities nesta quinta-feira (25). O açúcar bruto, negociado na ICE de Nova York, voltou a cair e se aproxima da casa dos 14 cts/lb. Outro fator que tem pesado na balança é a redução do consumo de etanol no Brasil, devido às restrições de locomoção impostas pelos governos estaduais e municipais, o que força um maior redirecionamento da cana-de-açúcar para a produção de açúcar.

Na quinta-feira, 25, ao açúcar bruto no vencimento maio/21 da bolsa de Nova York foi comercializado em 15,09 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 54 pontos no comparativo com a véspera. Já a tela julho/21 desvalorizou 45 pontos, negociada em 14,95 cts/lb. Os demais contratos retraíram entre 8 e 39 pontos.

Segundo a Reuters, "as usinas do Centro-Sul do Brasil tiveram um início lento de temporada em 2021/22, já que a moagem de cana na primeira quinzena de março ficou 43% abaixo dos volumes vistos em igual período do ano anterior".

Açúcar branco

O açúcar branco de Londres também fechou no vermelho em todos os lotes desta quinta-feira. No vencimento maio/21 a commodity foi comercializada ontem em US$ 439,20 a tonelada, recuo de 11,10 dólares no comparativo com a véspera. Já a tela para agosto/21 caiu 9,20 dólares, com negócios em US$ 429,10 a tonelada. Os demais lotes recuaram entre 4,40 e 9,80 dólares.

Açúcar cristal

No mercado interno o açúcar cristal voltou a cair após 3 dias em alta. Ontem, a saca de 50 quilos fechou em baixa de 2,01%, comercializada em R$ 106,31 pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. No mês o indicador acumula baixa de 2,70%.

Etanol hidratado

O etanol hidratado registrou ontem a 11ª queda seguida no Indicador Diário Paulínia. Desde 10 de março que o biocombustível não para de se desvalorizar. Ontem, o metro cúbico do hidratado foi comercializado pelas usinas em R$ 2.321,50, contra R$ 2.339,50 da véspera, desvalorização de 0,77% no comparativo entre os dias. No mês o indicador já derreteu 19,52%.
 


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