ANÁLISE

Baixa na soja é passageira

Fruto do dólar oscilando e da falta de novidades em Chicago
Por: -Leonardo Gottems
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Com a queda de 0,27% na cotação do Dólar norte-americano nesta terça-feira (21.11), bem como de 1,0 centavo por bushel na CBOT (Bolsa de Cereais de Chicago), as cotações dos preços da soja no Brasil sofreram retração em algumas localidades do País. Na avaliação do analista da Consultoria Trigo & Farinhas, Luiz Fernando Pacheco, “estas oscilações todas, porém, foram frutos passageiros do dólar e da falta de novidades em Chicago, que poderão se alterar nos próximos dias”.

“Apesar de a cotação em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, ter permanecido inalterada, o preço em Santa Rosa recuou 8,53% e em Ijuí, 3,10%. No Paraná, as cotações também recuaram 0,67% em Paranaguá, refletindo o recuo em Chicago, 2,95% em Ponta Grossa, principal centro comprador do estado e muito sensível às alterações do dólar e de Chicago, e um pouco menos em Cascavel, 0,74%”, aponta a Consultoria Trigo & Farinhas. 

Já as cotações em Maringá, Londrina e Pato Branco subiram entre 0,80% e 1,87%. Em Santa Catarina, Distrito Federal e Goiás os preços permaneceram inalterados. No Mato Grosso as cotações não oscilaram em Cuiabá e Rondonópolis, mas subiram entre 1,23%, em Sorriso e 2,68 (Campo Novo dos Parecis).

“No MS, os preços subiram entre 1,59% em Ponta Porã e 3,36% em Campo Grande. Em São Paulo, os preços variaram desde a queda de 5,74% em Itupeva até a alta de 2,68% em Assis. Os estados do Norte – Bahia, Maranhão e Piauí – também mantiveram os preços inalterados. Já o estado de Tocantins o preço subiu 1,59%”, registrou Pacheco.

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