Agronegócio

Base de dados de instituto paulista enriquece software desenvolvido na Embrapa Agrobiologia

A Embrapa Agrobiologia e o I-Pecege, vinculado à Esalq/USP, firmaram recentemente um contrato de cooperação técnica que resultou no enriquecimento do software Beng.
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A Embrapa Agrobiologia e o Instituto de Pesquisas e Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas (I-Pecege), vinculado à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), firmaram recentemente um contrato de cooperação técnica que resultou no enriquecimento do software Beng, uma base de dados para cálculo do balanço energético da cultura de cana-de-açúcar.
 
"Temos um projeto de construção de um modelo que possa nos permitir, a partir de uma base de dados com informações de campo sobre maquinários, insumos, combustíveis, adubos, manejos e culturas, dizer como um sistema de produção está impactando o meio ambiente. Já estávamos com esse modelo bem avançado aqui, fazendo um levantamento junto a usinas de diversas partes do País, mas precisávamos enriquecê-lo com mais dados", conta o pesquisador Segundo Urquiaga. Foi aí que entrou o I-Pecege, compartilhando uma grande base de dados sobre a cultura de cana-de-açúcar em nove diferentes regiões brasileiras. 
 
O Instituto possui uma ampla base de dados da agricultura brasileira, relacionada a diversas culturas, mas, ao contrário da Embrapa Agrobiologia, que quer investigar o impacto da agricultura no meio ambiente e na emissão de gases de efeito estufa, seu estudo é basicamente econômico. "Há anos eles trabalham construindo essa base de dados, mas o foco deles é em fluxos, estudos econômicos, projeções. Nós vamos dar outro foco aos dados, buscando entender o gasto energético de cada item. Por exemplo, calcular quantas horas de uso de trator emitiram que quantia de gases", resume o pesquisador.
 
De acordo com Segundo, embora o compartilhamento das informações por parte do I-Pecege já tenha sido feito, há a perspectiva de parcerias futuras. O software ainda está sendo finalizado.
 

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