Brasil está na frente em pesquisa da Covid-19
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Imagem: Pixabay

PANDEMIA

Brasil está na frente em pesquisa da Covid-19

País lidera métodos de prevenção e tratamento
Por: -Eliza Maliszewski
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De acordo com levantamento da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), a partir da base de trabalhos científicos PubMed, o Brasil é o país que mais desenvolve pesquisas sobre o coronavírus entre os países ibero-americanos. Dos 1.478 artigos publicados pelos países, 833 vieram de pesquisadores brasileiros. Desse total são 165 trabalhos da Universidade de São Paulo (USP), seguida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) , com 65 trabalhos, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com 51 e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 50.

A investigação inclui desde o conhecimento sobre o vírus até novas formas de tratamento. O Brasil tem mais de 80 mil mortes, mais de 2 milhões de casos e cerca de 1,420 milhão recuperados.

Corrida pela vacina

Nesa terça-feira (21) nove mil brasileiros, todos profissionais da saúde, vão entrar na terceira fase de testes da vacina chinesa CoronaVac. A vacina usa vírus inativado e terá aplicação em duas fases,com diferença de 14 dias entre uma e outra. Os testes acontecem em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. A pesquisa clínica será coordenada pelo Instituto Butantan e o custo da testagem é de R$ 85 milhões, custeados pelo governo.

Caso seja aprovada ela começará a ser produzida pelo Instituto Butantan a partir do início do ano que vem, com mais de 120 milhões de doses, o suficiente para vacinar cerca de 60 milhões de brasileiros.

A vacina fabricada pela Universidade de Oxford teve resultados satisfatórios, segundo artigo publicado na revista The Lancet. A expectativa é que os testes encerrem em setembro e caso haja aprovação a AstraZeneca, empresa parceira na fabricação, podem ser fabricadas até um milhão de doses até setembro e estarem disponível até o final deste ano.

Segundo o estudo a vacina “é segura e induziu respostas imunes significativas na maioria dos receptores após uma única imunização”. Veja o estudo na íntegra neste link.


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