Café do ES é um dos finalistas do 3° Concurso Abic de Qualidade

Agronegócio

Café do ES é um dos finalistas do 3° Concurso Abic de Qualidade

O lote vencedor da categoria cereja descascado agora concorre ao 3° Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café
Por: -Redação
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O café do produtor Ivan Calimam, de Venda Nova do Imigrante, região das montanhas do Espírito Santo, foi eleito o melhor do Estado. O lote vencedor é da categoria cereja descascado. Agora ele concorre ao 3° Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café, com amostras finalistas do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

O resultado final acontece no dia 25, às 14h, durante a 14ª edição do Encontro Nacional da Indústria do Café (Encafé) que será realizado entre os dias 22 e 26, no Sesc de Guarapari (ES).

O melhor café do Espírito Santo

Com a experiência de 40 anos trabalhando com café, Ivan Caliman revela que o segredo para produzir o melhor café do Espírito Santo é principalmente ter amor pelo que faz e usar a tecnologia correta. Ele também diz que sempre participa de palestras e reuniões para estar atualizado.

Ivan tem um sítio de 15 hectares onde também cultiva milho, feijão, abacate e um pouco de eucalipto, mas na maior parte café. Trabalha com a ajuda dos irmãos e ainda conta com o auxílio de seu pai de 90 anos.

O presidente do Sindicato da Indústria do Café do Espírito Santo (Sincafé-ES), Egídio Malanquini, acredita que independente do bom resultado no 3° Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, o Espírito Santo sendo finalista foi importante para a legitimação da qualidade do café capixaba entre os melhores do Brasil.

O leilão

São apenas 9 lotes finalistas, sendo quatro na categoria de Cafés Naturais e cinco na de Cereja Descascado. O Espírito Santo concorre apenas nesta segunda categoria. A seleção final estará a cargo de um júri formado por experientes provadores e profissionais de compra de torrefadoras, que já se inscreveram para participar da avaliação das amostras que ocorre nos dias 23 e 24.

Essas provas são “cegas”, ou seja, desconhece-se a origem de cada um dos cafés, que são identificados apenas por código numérico. Durante a tarde de sábado (25-11), será realizado o leilão, do qual as indústrias podem participar individualmente ou em consórcio. A ABIC garante, para todos os lotes, independente da classificação, um valor 30% acima do fixado pela Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) no dia anterior para café arábica.

Esse preço de abertura somado à pequena oferta (os lotes são de apenas de 10 sacas de 60 kg cada), faz com que os lances sejam muito disputados, resultando em preços recordes – o que define o ranking final. Todos os cafés adquiridos serão industrializados e chegarão aos consumidores em abril de 2007, compondo a “Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil”. As informações são da assessoria de imprensa do evento.

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