Cai ligeiramente participação do Sul no abate inspecionado de frangos
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Agronegócio

Cai ligeiramente participação do Sul no abate inspecionado de frangos

Neste ano essa participação recuou para 57,64%
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Ainda que continuem respondendo por bem mais da metade do abate inspecionado de frangos no País, os três estados da Região Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – vêm registrando ligeira redução de participação no total nacional.

Os números do IBGE mostram, por exemplo, que enquanto entre janeiro e setembro do ano passado 58,62% dos frangos abatidos no Brasil sob inspeção federal, estadual ou municipal saíram de abatedouros da Região Sul, neste ano essa participação recuou para 57,64%.


Que não se tirem, porém, conclusões precipitadas, pois, nesse período, os abates do Sul (peso das carcaças) aumentaram quase 5,5%. O que ocorreu, sim, foi um aumento proporcionalmente maior de abates em outros estados ou regiões do País – decorrência do aumento de produção ou, então, do número de estabelecimentos inspecionados – com efeito negativo sobre a principal Região produtora.


Mesmo assim, são pouco significativas as alterações ocorridas. O Centro-Sul do País segue respondendo por cerca de 95% do total abatido sob inspeção. Nas três Regiões englobadas (Sul, Sudeste e Centro-Oeste) só não se conhece a participação do Distrito Federal, pois o IBGE “desidentifica” os dados de Unidades Federativas com menos de três estabelecimentos inspecionados. Mas os demais 10 estados do Centro-Sul responderam por 94,13% do abate inspecionado nacional.


O Nordeste (sete estados com inspeção, já que apenas Maranhão e Rio Grande do Norte continuam totalmente fora do processo, quer em termos federais, estaduais ou municipais) respondeu por 3,33%, enquanto quatro estados “desidentificados” da Região Norte mais o Distrito Federal respondem pelos restantes 2,54%.


Além de Maranhão e Rio Grande do Norte, na Região Nordeste, apenas outros dois estados brasileiros, estes da Região Norte, não têm qualquer tipo de inspeção no abate: Roraima e Amapá.





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