Cajucultura ganha espaço nas redes sociais

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Cajucultura ganha espaço nas redes sociais

Estar bem informado sobre os rumos da cajucultura no Brasil e no mundo nunca esteve tão fácil
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Estar bem informado sobre os rumos da cajucultura no Brasil e no mundo nunca esteve tão fácil. O Blog da Cajucultura, criado em 2005 pelo pesquisador e ex-chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Vitor Hugo de Oliveira, deu frutos. As análises e notícias sobre a cultura do caju agora estão disponíveis no Youtube, no Instagram e até mesmo pelo Cajucultura Podcast. Os vídeos postados até o momento tratam de assuntos como a cajucultura no Vietnã, o mercado internacional de amêndoas de caju, produção de mudas e a história do lançamento dos primeiros clones de cajueiro-anão no Brasil.

Por meio de vídeos e áudios curtos, de no máximo cinco minutos, Vitor Hugo de Oliveira aborda de forma clara e em linguagem acessível o universo da cajucultura e as novidades na cadeia produtiva do caju. “Observo que há falta de uma informação mais enxuta. Os canais surgem como uma forma de suprir a escassez de conhecimento sobre técnicas de cultivo, preços de insumos e curiosidades sobre a planta. Os canais também estão sempre atentos ao que está acontecendo nos mercados local e mundial”, explica.

O pesquisador é um entusiasta das novas mídias. Durante sua gestão à frente da Chefia de TT, foi criado, em 2007, o blog da Agroindústria Tropical, a primeira Unidade a contar com esse tipo de ferramenta. De lá para cá, as possibilidades de comunicação nas redes se multiplicaram. Os podcasts são a nova febre do momento. Com formato flexível e temas especializados, os programas de áudio na internet têm a vantagem de poderem ser ouvidos em qualquer lugar. A proposta para este ano é dar continuidade às postagens, acrescentando inovações como rodadas de entrevistas com convidados tanto da área da pesquisa quanto do mercado.

A preocupação em disseminar o saber acumulado pela Embrapa se manifesta na preocupação em atender as principais demandas dos produtores que, segundo o pesquisador, já estão dando um retorno positivo ao conteúdo produzido até agora. As mensagens com dúvidas e solicitação de informações chegam via whatsapp ou caixa de comentários.


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